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29.07.2010
Lidar com pessoas é uma tarefa sempre delicada - e às vezes também não muito fácil, especialmente no trabalho. Cabe ao empreendedor zelar pela manutenção de um ambiente leve, de bom relacionamento e de saudável cooperativismo entre a administração e os empregados e dos empregados entre si, para que atritos desnecessários não interfiram na eficiência de seus negócios. 

Para que ele obtenha sucesso nessa empreitada, é preciso que seja sempre muito claro, objetivo e preciso em relação a alguns aspectos da organização de importância fundamental para sua equipe. Salários, por exemplo. 

A política salarial da empresa deve ser transparente e baseada em uma estrutura de vencimentos equitativa e justa, tendo como referência um sistema lógico de comparações internas e externas dos cargos e seus respectivos salários. 

É bom também que os funcionários conheçam a legislação relacionada a suas atividades – a desinformação é uma das maiores causadoras de boatos. Para evitá-los, o empresário deve também avisar a todos a ocorrência de demissões e novas admissões, explicando suas causas. 

Outra questão de grande importância para os funcionários: seus dias de descanso. O ideal é que a empresa planeje e divulgue com antecedência a escala de folgas, férias individuais ou coletivas, plantões, compensações de feriados e festas de confraternização, entre outras datas relevantes. 

A descrição de cargos é um dos itens mais cruciais no gerenciamento de um negócio. As tarefas e responsabilidades de cada empregado devem estar claramente definidas, assim como as regras de relacionamento entre os ocupantes dos diversos cargos. 

Nunca é demais lembrar que, ao descrever um cargo, não se pode levar em conta a pessoa que o ocupa no momento e sim quais são as realizações e atribuições desejadas. 

Um outro lembrete: o empreendedor deve optar, sempre que possível, por uma organização bem simples, sem muitos níveis de hierarquia, assim como por procedimentos bem práticos, de fácil compreensão. Manuais muito complexos para explicar a estrutura de uma empresa costumam ficar ao sabor da poeira ou apenas na memória do computador.

postado por Allan Magalhães, às 01:59

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28.07.2010
O potencial criativo e o poder empreendedor das pequenas empresas são sempre surpreendentes. Onze empresários de Londrina, no Paraná, acabam de fornecer a todos um novo exemplo, com a criação da primeira central de negócios do setor de Tecnologia da Informação do país. 

Fundada em maio, a Central de Inovação, Desenvolvimento e Negócios Tecnológicos (Cintec) se propõe a aumentar a competitividade dos associados, ampliar seu acesso a novos mercados e fortalecer seu posicionamento diante da concorrência, no melhor estilo “a união faz a força”. 

Como toda ação pioneira, ser a única central brasileira de negócios de TI representa uma grande oportunidade, mas também enormes desafios. O grupo iniciou os estudos de viabilidade do empreendimento em agosto do ano passado e somente dez meses depois conseguiu concretizar sua ideia. 

Os primeiros resultados, porém, vieram bem rapidamente: a negociação para contratação coletiva de convênios médico-odontológicos e serviços de vale-alimentação para os 280 funcionários das empresas participantes da Cintec foi bastante vantajosa. 

O associado Carlos Kasuya, diretor da Softcenter, revelou que houve uma redução de 80% no vale-alimentação, que caiu de R$ 4,50 para R$ 0,50, enquanto o plano odontológico de sua equipe ficou 25% mais barato. 

Os empresários pretendem também obter ganhos de escala ao atuar de forma conjunta em relação a serviços de contabilidade, impostos e rotinas área fiscal, folha de pagamento e pessoal. 

O grupo está elaborando agora um plano comum de negócios e de projetos para investimentos em pesquisa e tecnologia. Formalmente unidos na Cintec, vão poder compartilhar recursos e competências, custos e riscos de novo posicionamento no mercado e de oferta de produtos e serviços com maior qualidade. 

A expectativa dos associados é de aumentar em 10% o faturamento conjunto, estimado em R$ 20 milhões, no prazo de um ano. Faz parte de seus planos ainda buscar novos sócios e parceiros não apenas em Londrina, mas também em cidades de vários outros estados. 

A experiência inovadora da Cintec vem despertando o interesse de vários outros empresários e os participantes já fizeram apresentações de sua experiência em várias localidades. Ou seja, mal começaram, já estão “fazendo escola”, muito justamente!

postado por Allan Magalhães, às 01:55

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27.07.2010
Empresas de recrutamento passaram a anunciar vagas nas principais redes sociais. Já que 1/3 dos usuários também participa para buscar oportunidades de trabalho.

Cerca de 87% dos internautas brasileiros utilizam uma rede social, indica uma pesquisa inédita feita pelo Ibope. Por razões pessoais, 83% usam os serviços, mas 1/3 também participa para buscar oportunidades de trabalho. É uma tendência de mercado.


As redes sociais são territórios da diversão, da paquera, da amizade. “Eu sou das pessoas que entra todo dia, a primeira coisa que eu faço é abrir orkut e Facebook”, diz uma usuária. “Queira ou não, é uma forma de você manter contato com pessoas que acaba não vendo muito”, afirma outra. “Tudo que você está sentindo, está vivendo, põe na sua rede social”, explica mais um.

Uma empresa de recrutamento anuncia as vagas nas principais redes. “Se você anuncia uma vaga, no minuto seguinte começam a chegar currículos. E as empresas não querem mais esperar 3 meses por um candidato, elas às vezes nos dão uma semana pra fazer um processo seletivo. E aí as mídias sociais têm uma resposta muito rápida”, conta a presidente do Grupo Foco, Eline Kullock.

Quem cadastra o currículo no site é convidado a escrever no blog da empresa - que serve pra avaliar a criatividade do candidato. A estudante de psicologia Tatiana Kielberman, de 23 anos, tinha um blog - e isso ajudou na contratação. “Se preserve, mas não duvide do poder que as redes sociais podem exercer na sua carreira profissional”, aconselha ela.

Pra atrair novos profissionais, uma empresa de auditoria criou vídeos sobre a rotina de alguns executivos e divulgou na internet. Deu certo. O número de candidatos no processo seletivo aumentou 25%. Sócio da empresa, Sérgio Romani explica o tipo de profissional que apareceu: “Pessoas mais espertas, mais antenadas, mais conectadas do que a gente via antes, pessoas mais inquietas, que é o público que a gente procura, perfil mais dinâmico, mais empreendedor”.

Algumas empresas resolveram dar um passo a mais. Depois de ouvir um grupo de jovens estudantes, o setor de recursos humanos de um banco criou uma rede social na internet na qual o candidato, além de cadastrar o currículo, participa de cursos à distância e ainda recebe uma orientação profissional.
“O que a gente quer é que essa ferramenta seja tanto para educação como para contratação. Seja a única fonte de recursos de contratação de todos os jovens aqui no banco”, diz a superintendente de RH, Paula Janetti.

Mas isso é só o começo. O olho no olho ainda pesa muito na hora de contratar.
“A entrevista vai contar muito, a forma como ele se coloca na dinâmica de grupo vai contar muito”, diz Eline Kullock.
“Quando você chega, se você não tem empatia com a pessoa com quem você vai trabalhar, se você não tiver o contato com a pessoa, você não vai conseguir fazer um bom trabalho. Então esse pedaço continua existindo sempre”, conclui Paula Janetti.

postado por Allan Magalhães, às 01:39

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26.07.2010
O Brasil superou a marca de 185 milhões de celulares, no mês passado. Segundo uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), desse total, 82,32% são pré-pagos e 17,68% são pós-pagos.



Em junho, foram habilitadas 1,42 milhão de linhas, com um crescimento de 0,78% em relação a maio. O número de acessos móveis chega a 185,13 milhões, o que representa 95,92 acessos por 100 habitantes.

A boa notícia é que não existem mais telefones analógicos no Brasil. Até maio, havia um resquício de 509 linhas ativas, mas no mês passado esse número chegou a zero.

A operadora Vivo continua como líder do mercado, com 30,24% de participação, quase 56 milhões de clientes, seguida da Claro, com 25,33%, equivalente a 46,9 milhões de usuários. Na sequência, estão TIM com 24% ou 44,4 milhões de assinantes  e Oi, com 20,08%, 37,2 milhões de clientes.

postado por Allan Magalhães, às 01:20

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23.07.2010
A palavra “Ergonomia” vem de duas palavras Gregas: “ergon” que significa trabalho, e “nomos” que significa leis. 

Hoje em dia, a palavra é usada para descrever a ciência de “conceber uma tarefa que se adapte ao trabalhador, e não forçar o trabalhador a adaptar-se à tarefa”. 

Também é chamada de Engenharia dos Fatores Humanos, e ultimamente, também tem se preocupado com a Interface Homem-Computador. As preocupações com a ergonomia tornar-se um factor essencial à medida que o uso de computadores tem vindo a evoluir.

Na figura abaixo veja que como você pode evitar problemas de saúde, seguindo as orientações de fisioterapeutas na hora do trabalho.


postado por Allan Magalhães, às 01:15

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