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26.11.2009

A complacência mata o amor. O relacionamento onde um dos elementos do par é sempre complacente com o outro, o relacionamento estará fadado a estagnação.

O relacionamento enriquece quando há um esforço contínuo de ambos os elementos do casal para o crescimento. É no embate de idéias que conclusões ricas aparecem, que há a estimulação do amor.

Compreender é uma coisa, ser complacente é pensar que nada pode ser mudado ou melhorado. A pessoa pode compreender o defeito do outro, ser complacente é imaginar que aquela situação é permanente e nada retira mais o incentivo de uma relação do que isto.

Quando é procurado o crescimento permanente, o amor é renovado permanentemente. Quando se é complacente com a atitude injustificável do outro, o amor encerra o ciclo e fica-se num limbo incômodo de incerteza e insatisfação.

postado por Marcelo Marinho, às 21:52

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