A
complacência mata o amor. O relacionamento onde um dos elementos do
par é sempre complacente com o outro, o relacionamento estará
fadado a estagnação.
O
relacionamento enriquece quando há um esforço contínuo de ambos os
elementos do casal para o crescimento. É no embate de idéias que
conclusões ricas aparecem, que há a estimulação do amor.
Compreender
é uma coisa, ser complacente é pensar que nada pode ser mudado ou
melhorado. A pessoa pode compreender o defeito do outro, ser
complacente é imaginar que aquela situação é permanente e nada
retira mais o incentivo de uma relação do que isto.
Quando
é procurado o crescimento permanente, o amor é renovado
permanentemente. Quando se é complacente com a atitude
injustificável do outro, o amor encerra o ciclo e fica-se num limbo
incômodo de incerteza e insatisfação.