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09.02.2010

Foto: Getty Images

Reuters

O relatório completo da autópsia realizada no corpo de Michael Jackson foi divulgado após o indiciamento do médico pessoal do cantor, na segunda-feira (8), por homicídio culposo. Seguem alguns destaques novos ou que chamam a atenção do relatório feito pelo instituto médico legal de Los Angeles sobre a morte de Jackson, em 25 de junho de 2009.

* Jackson morreu de "intoxicação aguda por propofol" administrado em grau equivalente ao que seria usado para anestesia em uma "cirurgia de grande porte". Um anestesiologista consultado disse que "não há relatos do uso do propofol para aliviar a insônia".

* Não estavam presentes no quarto de Jackson nenhum dos equipamentos recomendados de monitoramento, dosagem com precisão ou atendimento cardíaco emergencial.

* Jackson apresentava a doença cutânea vitiligo, apresentando manchas brancas especialmente no peito, abdome, rosto e braços.

* Os cabelos na cabeça de Jackson foram descritos inicialmente pela polícia como sendo "esparsos e ligados a uma peruca". A autópsia revelou "calvície frontal".

* Um curativo estava presente na ponta do nariz de Jackson.

* Um vidro fechado de urina foi encontrado sobre uma cadeira no quarto em que o cantor morreu, ao lado de uma caixa contendo cateteres, agulhas descartáveis, pedaços de algodão embebidos em álcool, várias garrafas vazias de suco de laranja, um colar de madeira e um tanque de oxigênio verde.

* No dia 6 de agosto, um mês antes de seu sepultamento, a polícia foi ao necrotério onde o corpo de Jackson estava sendo mantido para coletar amostras de cabelo para a realização de exames toxicológicos. O féretro foi descrito como sendo amarelo com revestimento interno azul, e o corpo de Jackson estaria usando uma peruca longa e escura. "A retirada da peruca revelou cabelos naturais curtos, escuros e naturalmente cacheados . medindo aproximadamente uma polegada e meia de comprimento" (3,8 centímetros).

* O corpo de Jackson estava recoberto de pequenas cicatrizes no nariz, joelho, ombro, pescoço, pulsos e atrás das duas orelhas.

* Ele tinha tatuagens escuras perto das duas sobrancelhas e uma pequena tatuagem cor-de-rosa perto dos lábios.

* Seu corpo pesava 62 quilos, tinha 175 centímetros de altura e foi descrito como "magro".

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postado por Bruno Dias, às 18:22

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08.02.2010

Foto: AP

Da Redação com AP

Depois de ser oficialmente indiciado pelo homício culposo de Michael Jackson, Conrad Murray compareceu a um tribunal de Los Angeles na tarde desta segunda, 8. O médico particular do astro afirmou ser inocente das acusações – dando espaço para que o caso se torne mais um espetáculo judicial.

Duas horas após o indiciamento, Murray chegou ao tribunal para fazer sua defesa, que foi acompanhada por vários membros da família Jackson. Estavam por lá os pais do astro, Joe e Katherine, e seus irmãos LaToya, Jermaine, Tito, Jackie e Randy.

Após se declarar inocente, Murray foi detido, mas sem algemas. O juiz Keith Schwartz estipulou a fiança do médico em US$ 75 mil, três vezes mais do que costuma acontecer em casos de homicídio culposo. De acordo com os documentos apresentados pelos promotores, Murray “matou Michael Joseph Jackson sem malícia e de forma ilegal, quando agiu sem cautela e circunspeção”. Segundo as autoridades, o cantor morreu depois que seu médico administrou uma alta dose de um poderoso anestésico e de outras drogas que o ajudariam a dormir.

O juiz avisou Murray de que, após paga a fiança, ele pode deixar a prisão e viajar por todos os Estados Unidos, mas não pode deixar o país. Para tanto, ele deve entregar seu passaporte. O advogado do medico, Ed Chernoff, afirmou que “nós vamos pagar a fiança, alegar inocência e brigar até o inferno”.

Enquanto Conrad Murray se apresentava ao juiz, do lado de fora do tribunal centenas de fãs gritavam “assassino” e portavam faixas com dizeres como “o mundo quer justiça para Michael”.

Murray estava na mansão de Michael Jackson no dia 25 de junho, quando o cantor teve uma parada cardíaca.

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postado por Paula Sato, às 21:49

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08.02.2010
 Foto: Reuters
Reuters

Promotores de Los Angeles formalizaram na segunda-feira o processo judicial por homicídio culposo contra o médico que atendia Michael Jackson na época da sua morte, em 25 de junho.

O cardiologista Conrad Murray há meses era investigado por ter supostamente administrado uma sobredose dos medicamentos propofol, lorazepam e outros analgésicos, sedativos e um estimulante ao cantor de "Thriller".

O indiciamento divulgado pelo Ministério Público disse Murray "de forma ilegal, e sem malícia, matou Michael Joseph Jackson" pelo excesso de drogas.

O médico deve comparecer ainda na segunda-feira a um tribunal de Los Angeles. Ele pode ser condenado a quatro anos de prisão.

O médico tem insistido em sua inocência e alegado que não foi o primeiro médico a administrar propofol a Jackson, segundo registros judiciais.

Ele havia sido contratado em maio de 2009 para ajudar o cantor a preparar uma temporada de shows com a qual pretendia relançar sua carreira, depois das suspeitas de pedofilia que enfrentou em 2005.

O "Rei do Pop" teve um ataque cardíaco fatal após um ensaio que se prolongou até tarde da noite em Los Angeles.

As autoridades encontraram frascos de propofol na maleta profissional de Murray e na mesa de cabeceira da casa de Jackson, segundo documentos judiciais. Os consultórios de Murray em Las Vegas e Houston também foram revistados.

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postado por Paula Sato, às 18:39

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05.02.2010

Foto: AP

Enquanto os rumores que rondam a internet diziam que Conrad Murray deveria ter sido indiciado pela morte de Michael Jackson na última quarta, nesta sexta a assessoria de imprensa do procurador de Los Angeles anunciou que isso só deve acontecer na segunda-feira. O comunicado também afirma que, logo em seguida, haverá uma audiência no tribunal.

Conrad Murray, que estava com Michael Jackson no dia de sua morte, deve ser indiciado por homicídio culposo. O médico deve ser acusado por ter administrado ao cantor altas doses de Propofol, anestésico de uso hospitalar.

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho, em sua casa. A autópsia apontou que a parada cardíaca foi causada por overdose de medicamentos.

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postado por Paula Sato, às 19:14

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05.02.2010

Foto: AP

Advogados do médico de Michael Jackson disseram na quinta-feira que estão negociando sua rendição às autoridades de Los Angeles, em meio a rumores na imprensa de que ele poderia ser indiciado por homicídio culposo dentro de 24 horas.

O cardiologista Conrad Murray, que admite ter administrado ao "Rei do Pop" uma dose do poderoso anestésico propofol, que deveria ajudá-lo a dormir, deve ser formalmente acusado pela morte do cantor na sexta-feira (5), segundo o site de celebridades "TMZ.com".

Ed Chernoff, advogado de Murray, não quis comentar detalhes, mas declarou em nota no site do seu escritório: "Estamos presentemente negociando com a Promotoria Distrital a rendição do dr. Murray. Os detalhes não foram acertados e, quando o acordo estiver completo, iremos informar mais neste site."

A Promotoria disse que, até a noite de quinta-feira, não havia nada a anunciar quanto à data do indiciamento.

Murray, que estava na casa de Jackson na hora da sua morte, em 25 de junho, tem sido o foco das investigações criminais há meses. A necropsia concluiu que Jackson foi vítima de homicídio, causado principalmente pelo propofol e pelo sedativo lorazepam. Um coquetel de outros analgésicos, sedativos e um estimulante também foi encontrado no seu organismo.

O médico tem dito que não fez nada de errado, e declarou aos investigadores que não foi o primeiro médico a administrar propofol a Jackson, segundo documentos judiciais.

Murray havia sido contratado em maio para cuidar do cantor, que na época se preparava para uma temporada de shows em Londres, retomando uma carreira que havia sido praticamente paralisada por causa do processo judicial de 2005 em que o cantor de "Thriller" era acusado de pedofilia.

* Com informações da Reuters

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postado por Bruno Dias, às 18:03

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04.02.2010

Foto: AP

Os advogados do médico de Michael Jackson anunciaram nesta quinta-feira (4) que estão negociando sua entrega às autoridades de Los Angeles, em meio a relatos de que ele pode ser acusado de homicídio culposo dentro de um dia.

O site de celebridades "TMZ.com" divulgou que o médico Conrad Murray, que admitiu ter ministrado ao popstar uma dose do poderoso anestésico propofol para ajudá-lo a dormir, deverá ser acusado formalmente na sexta-feira (5) de homicídio culposo (não intencional).

O advogado de Murray, Ed Chernoff, negou-se a comentar detalhes específicos, mas disse em comunicado no site de sua firma de direito que "estamos no momento negociando com o gabinete da Promotoria Pública a rendição do doutor Murray. Os detalhes específicos ainda não foram acordados, e quando o acordo for concluído daremos informações completas neste site."

Não foi possível obter declarações imediatas do gabinete da Promotoria Pública de Los Angeles.

Murray, que estava na casa de Michael Jackson no momento da morte do cantor, em 25 de junho, vem sendo alvo de investigações criminais há meses. O instituto de medicina legal de Los Angeles declarou que a morte de Jackson foi um homicídio, causada principalmente por propofol e o sedativo lorazepam. Um coquetel de outros analgésicos, sedativos e um estimulante também foi encontrado em seu corpo.

Murray, que é cardiologista, insistiu repetidas vezes que não cometeu nenhum erro e, segundo documentais de tribunais, disse a investigadores que não foi o primeiro médico a dar propofol a Michael Jackson.

Murray foi contratado em maio de 2009 para cuidar de Jackson, de 50 anos, quando o artista se preparava para uma série de concertos que reativariam sua carreira, prejudicada por seu julgamento e absolvição, em 2005, por acusações de molestamento sexual de um menino de 13 anos.

A morte repentina de Jackson desencadeou uma enxurrada mundial de manifestações de pesar pelo cantor, que iniciou sua carreira quando criança e cujo álbum "Thriller", de 1982, ainda é o mais vendido do mundo.

* Com informações da Reuters

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postado por Bruno Dias, às 18:15

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04.02.2010

Foto: Getty Images

Os três filhos de Michael Jackson, Paris, 11, Prince, 12, e Blanklet, 7, vão gravar uma mensagem especial que será colocada antes da nova versão de “We Are The World”, quer irá arrecadar fundos para as vítimas dos terremotos no Haiti.

Segundo o “Popcrunch”, os herdeiros do Rei do Pop vão narrar um poeama de Maya Angelou, que foi escolhido pela mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson. “Eles queriam colocar uma mensagem especial na música, uma mensagem que ecoe tudo aquilo que seu pai queria para o mundo”, revelou uma pessoa ligada à família Jackson.

A nova versão de “We Are The World”, canção lançada originalmente em 1985, terá participação de mais de 75 estrelas da música como Janet Jackson, Britney Spears, LL Cool J, Toni Braxton, Pink, Celine Dion, Natalie Cole, the Jonas Brothers, Kanye West, Justin Timberlake, Nicole Richie e Jennifer Hudson.

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postado por Bruno Dias, às 13:44

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04.02.2010


Conrad Murray, o médico particular de Michael Jackson, deve se entregar a polícia na próxima sexta-feira (05), é o que diz o site “TMZ”. Murray estava com o cantor em sua casa no dia 25 de junho , dia de sua morte, e teria lhe aplicado uma dose de Propofol – que tem uso permitido apenas para anestesistas dentro de hospitais.

Murray deve ser indiciado por homicídio culposo, ou seja, sem a intenção de matar.

Durante a investigação do caso, a polícia apreendeu telefones celulares e computadores da casa e do escritório de Murray.

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postado por Camila Borowsky, às 10:22

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03.02.2010

Foto: AP

O site “TMZ” foi o primeiro a noticiar (e criar o boato) de que Conrad Murray, médico pessoal de Michael Jackson, seria indiciado nesta quarta. Porém, o mesmo site afirma agora que ele não deve ser acusado formalmente pela morte do cantor pelos próximos dias.

 

Duas fontes ligadas à polícia contaram ao “TMZ” que o indiciamento de Murray não deve acontecer nem nesta quarta e nem na quinta. Porém, eles afirmam que o médico será, sim, acusado por homicídio culposo, sem intenção de matar. Depois do indiciamento, Murray deve ser detido e a fiança ficará em torno de US$ 25 mil, valor fixado para esse tipo crime.

 

Conrad Murray estava com Michael Jackson no dia 28 de junho, quando o cantor teve uma parada cardíaca em sua casa. A autópsia encontrou altos níveis do anestésico Propofol no sangue do astro. Segundo o “TMZ”, Murray será indiciado por ter administrado ao paciente uma droga de uso exclusivamente hospitalar e, com isso, ter causado a morte de Jackson.

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postado por Paula Sato, às 19:09

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02.02.2010

Foto: AP

Conrad Murray, médico de Michael Jackson, pode se entregar à polícia na manhã desta quarta-feira, 3, conta o site “TMZ”. Ele estaria se preparando para se apresentar voluntariamente à corte tão  logo os promotores o indiciem pela morte do cantor.

Ao site da revista “People”, J. Michael Flanagan, advogado de Murray, falou que seu cliente está “disponível” à Justiça. Porém, ele diz que não pode confirmar se o médico irá responder processo pelo assassinato de Micahel Jackson, já que não houve nenhum comunicado formal.
    
Conrad Murray estava com Michael Jackson no dia 28 de junho, quando o cantor teve uma parada cardíaca em sua casa. A autópsia encontrou altos níveis do anestésico Propofol no sangue do astro. Segundo o “TMZ”, Murray será indiciado por ter administrado ao paciente uma droga de uso exclusivamente hospitalar e, com isso, ter causado a morte de Jackson.

Durante a investigação do caso, a polícia apreendeu telefones celulares e computadores da casa e do escritório de Murray.

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postado por Paula Sato, às 20:35

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28.01.2010


Os três filhos de Michael Jackson, Prince Michael, 12, Paris, 11, Prince Michael II, 7, podem se apresentar na cerimônia do Grammy 2010 no domingo (31), como parte de uma homenagem póstuma ao rei do pop.

Katherine Jackson, que detém a custódia das crianças, está em negociação com os organizadores da cerimônia, que já prometeram uma série de homenagens a Michael Jackson.

Os produtores do Grammy querem que Prince Michael, Paris e Prince Michael II cantem um dos sucessos do pai ao vivo. “Michael lançou sua legendária dança ‘moonwalk’ numa cerimônia do Grammy. Portanto, nada mais justo que seus filhos façam essa homenagem”, disse um dos produtores ao site “Contact Music”.

O tribute a Michael Jackson contará com performances de Usher, Jennifer Hudson, Celine Dion e Smokey Robinson.

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postado por Bruno Dias, às 15:21

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22.01.2010


Os fãs de Michael Jackson estão preparando um flash mob para homenagear o astro. No dia 25 de janeiro, quando completam sete meses que o rei do pop se despediu do mundo, todos os admiradores do cantor estão convidados a comparecer ao Vale no Anhangabaú. Às 14h em ponto, todos dançarão os grandes sucessos do astro. Logo depois de finalizada a ação, os fãs devem se dispersar.

O flash mob tem o apoio da distribuidora Sony Pictures, que no dia 27 de janeiro lança o DVD e o Blu-ray do filme “This is It”.

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postado por Paula Sato, às 15:55

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08.01.2010

Foto: AP

Da Redação com AP

 

Quase sete meses após Michael Jackson ter sofrido uma parada cardíaca, a investigação oficial sobre sua morte está chegando a uma conclusão. E os promotores estão preparados para indiciar o médico de Michael Jackson por homicídio culposo.

 

Um policial falou com a agência “Associated Press” sob a condição de anonimato, já que a investigação continua em aberto. Ele contou que os promotores querem processar Conrad Murray, alegando que ele foi negligente, dando a Jackson um tratamento que se afasta muito do que normalmente é indicado pelos médicos.

 

O legista afirmou que a morte do cantor foi causada por intoxicação pelo poderoso anestésico Propofol, com outros sedativos atuando como contribuintes. O Propofol diminui a frequência cardíaca e respiratória, ao mesmo tempo em que diminui a pressão sanguínea. Por conta disso, ele deveria ser administrado apenas por um anestesista profissional e em local apropriado.

 

Michael Jackson morreu após Murray ter dado a ele Propofol e dois outros sedativos, para tentar fazer com que ele dormisse apesar da insônia grave. Segundo o legista, o Propofol foi administrado para Jackson sem nenhuma necessidade e sem que o equipamento necessário para uma possível ressuscitação estivesse presente.

 

A ação legal ainda deve demorar semanas, pois o caso ainda precisa ser transferido do Departamento de Polícia de Los Angeles para o escritório do promotor distrital. Se for marcado um julgamento perante o grande júri, devem haver depoimentos em sigilo.

 

A pena para homicídio culposo em Los Angeles pode ser de dois a quatro anos de prisão.

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postado por Paula Sato, às 21:15

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08.01.2010

Foto: Getty Images

A investigação sobre as causas da morte de Michael Jackson já foi concluída pela polícia de Los Angeles e tudo indica que o Dr. Conrad Murray será acusado criminalmente pela morte do Rei do Pop, é o que conta o site “TMZ”.

Segundo o “TMZ”, fontes ligados aos detetives que trabalharam na investigação afirmaram que o caso será formalmente apresentado ao Los Angeles County District Attorney nas próxima semanas.

A apresentação do processo contará com a presença de muitas pessoas envolvidas no processo, o que pode atrasar sua entrega. Ainda de acordo com o “TMZ”, os detetives da polícia de Los Angeles disseram que a investigação foi exaustiva e tem evidências suficientes para “puxar o gatilho” em um processo criminal contra o Dr. Murray.

Uma das razões do processo ter sido tão complicado e moroso foi o fato do Dr. Murray não ter violado nenhuma lei ao administrar o Propofol em Michael Jackson.

postado por Bruno Dias, às 12:50

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03.01.2010

Foto: Getty Images

Seis meses depois da morte do Rei do Pop, seu dinheiro continua sendo motivo de polêmicas. Segundo o site “TMZ”, várias pessoas apareceram cobrando sua fatia da fortuna de Michael Jackson.

Entre os cobradores está um colecionador de antiguidades, que pede US$ 5 milhões; outra pessoa pede US$ 1 milhão por ter contribuído com o clipe de “Thriller”; outros US$ 2,3 milhões devem ir para um médico, além de muitos escritórios de advocacia que pedem parte da grana.  

A publicação enfatiza que pedir não é sinônimo de ganhar. Muitos dos pedidos são falsos e os advogados responsáveis pela fortuna não irão pagá-los a não ser se forem mandados por um juíz.

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postado por Camila Borowsky, às 09:59

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