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09.02.2010

Deixar com que as ferramentas de comunicação sejam úteis a todos os colaboradores exige uma limitação, como forma de prevenir o uso indevido de informações e dar aos clientes maior segurança quanto ao sigilo dos dados e também da promessa existente durante a aquisição dos produtos e serviços.

Gerenciar o uso das ferramentas internas faz com que a empresa tenha que construir e usar uma cultura organizacional voltada ao conhecimento dos limites existentes interna e externamente, criando o hábito e o compromisso com a segurança da informação.

Investir em novas tecnologias é um caminho natural, mas também é possível tratar da gestão das ferramentas com mais atenção ao uso correto e do acesso dado a cada colaborador, o que cria limitações e acaba por exigir um comportamento diferenciado das pessoas diante do volume de dados disponíveis, utilizando-os com responsabilidade.

Mas em certos casos a informação acaba distorcida, o que o cliente recebe da empresa não condiz com a realidade e então uma dúvida surge sobre cada novo contato, gerando insegurança para o consumidor e fazendo-o mudar para os concorrentes.

Então a experiência existente é fundamental para estabelecer uma parceria sólida, criar vínculos profundos e ao mesmo tempo sensíveis demais para serem vistos apenas durante o contato.

Desta maneira a relação da informação com a aplicação é transformada em algo que deve ser mensurado, já que os clientes estão em contato com as empresas diariamente, seja para adquirir produtos ou serviços, seja em uma situação de pós-venda que deve ser um procedimento que não cause desconforto para ambos os lados.

A forma como os colaboradores usam as informações dos clientes, e também dos produtos e serviços, é reflexo da cultura organizacional e da própria estrutura da empresa, que deve lidar com limites e inteligência no uso dos dados.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:19

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08.02.2010

Poucas empresas estão devidamente preparadas para crescer e se tornarem referência naquilo que fazem de melhor, aproveitando o conhecimento em seu favor e abrindo espaço para que a criatividade de seus colaboradores faça a diferença na hora de entrar em contato com seus consumidores, pessoalmente ou através de seus produtos e serviços.

Ter o preparo para crescer é algo que vem da base organizacional, da capacidade de oferecer produtos e serviços desejados pelos consumidores e saber que mais pessoas entrarão em contato com a empresa para ter em mãos o melhor.

O mais interessante é que a maioria das empresas não se prepara para andar para a frente, preferem manter seus pés presos ao solo de tal forma que qualquer melhoria se torna impossível, e refletindo também na impressão dos colaboradores sobre as oportunidades de se fazer o melhor com o objetivo de ajudar a organização conjuntamente.

Mas também é possível encontrar empresas que se preparam para não crescer, por medo das responsabilidades de se atender a um público-alvo maior, só que a responsabilidade é igual, seja para um único cliente, seja para milhares, já que a exigência de se oferecer o melhor é presente em ambos os casos.

Então as empresas inteligentes conseguem usar o potencial dos colaboradores ao seu favor, criando vínculos profundos com seus consumidores e deixando o crescimento ser concretizado, com um planejamento voltado ao desenvolvimento contínuo.

Mesmo assim é necessário equilibrar as ações, crescer por crescer não é o suficiente, e muitas empresas tentaram atender mais consumidores do que podiam, já que a produção de uma organização sempre terá um limite que irá exigir uma noção exata do que deve ser feito.

Só que nem todas as empresas entendem o crescimento de uma forma realista, para muitas o crescer é apenas produzir mais, mesmo que a empresa não possa atender àquela demanda da mesma forma que fazia anteriormente.

Conduzir uma organização ao crescimento é uma ação feita com uma base sólida construída, sabendo que o compromisso com a qualidade percebida pelos clientes é uma realidade conhecida por todos, desde o presidente, passando pelos gestores e chegando até os colaboradores que lidam diretamente com a produção.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:12

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07.02.2010

Muitas empresas não sabem como lidar com seus clientes em situações de pós-venda, já que este não é um procedimento interessante por não haver ganho algum, mostrando que estas organizações têm apenas o interesse em entregar um produto ou serviço qualquer ao cliente no ato da compra e depois fazer o mesmo com mais e mais consumidores.

Lidar com clientes é difícil para as empresas que não possuem o conhecimento como base para suas ações, se houve uma aquisição vai haver uma situação em que o cliente entrará em contato com a empresa, no caso das organizações despreparadas sempre existe a reclamação como motivador do contato, nas empresas que buscam a excelência é possível encontrar contatos para agradecer pela satisfação.

Também é interessante notar que as empresas despreparadas sempre partem do achar como base para as suas ações, que são tomadas sem pensar e sem saber se a própria empresa é capaz de entregar o que promete, tornando a vida dos concorrentes mais fácil.

Então a fidelização a que muitas empresas se prendem é feita de uma forma com a qual não existe a preocupação com o produto ou serviço, já que o consumidor é tratado como um número que deve ser mantido por um determinado período, criando assim a insatisfação como primeiro ponto a ser encontrado pelos clientes.

O fato de simplificar procedimentos e fazer o que é correto faz com que um pequeno grupo de organizações seja conhecido e também reconhecido pelo relacionamento dado aos consumidores, que buscam em todas as empresas um mínimo de atenção e atendimento pontual, seja para dar uma simples informação, seja até mesmo para abrir a oportunidade para que a empresa melhore seu relacionamento com as pessoas.

As melhores empresas tratam seus consumidores como únicos, criam a possibilidade de oferecer soluções e aproveitam cada contato dos clientes para manter e fortalecer o relacionamento, deixando seus clientes satisfeitos.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:23

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06.02.2010

As melhores empresas conseguem oferecer soluções aos consumidores por criar uma estrutura voltada a ouvi-los e então aplicar todo o conhecimento obtido na construção de um relacionamento excelente, já que estas empresas sabem que devem trabalhar mais para manter suas atividades no mercado.

Ao ter um planejamento e saber o que fazer com as informações as empresas com o foco na excelência ganham em estabilidade e podem trazer seus clientes para mais perto, praticamente transformando-os em colaboradores diretos no desenvolvimento de soluções.

Mas também existe um outro lado que deve ser levando em consideração, já que nem todas as empresas sabem como atender ao público-alvo ideal, pois não segmentam o mercado e acham que todas as pessoas do planeta são clientes em potencial, mostrando que a própria empresa não se conhece bem e nem sabe o que produz.

Como a relação das empresas com as informações muda diariamente, especialmente nas organizações que ouvem seus consumidores, é necessário também contar com históricos que, em alguns momentos apontam soluções muito a frente do seu tempo, já contam com informações e que esperam apenas o seu uso.

Desta maneira muitas organizações podem deixar de fazer o seu melhor por sequer olhar o que existe em seus arquivos, e que em muitas vezes permite entender melhor o motivo que leva seu consumidor a manter-se fiel ou então a abandonar a organização.

Mas ainda assim é interessante notar que muitas empresas, em alguns países, são criadas sem a menor noção de viabilidade e sustentação de suas atividades, como se a simples criação já fosse o suficiente para mantê-la eternamente no mercado, sem o conhecimento sobre investimentos, quem é o consumidor ideal, o que deve ser produzido e também alcança a própria capacidade produtiva, que na maioria dos casos é completamente desconhecida e leva as empresas a desaparecer tão rapidamente quanto foram criadas.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 11:56

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05.02.2010

Um dos maiores desafios das empresas é compreender seus consumidores, para então criar soluções e superar concorrentes produzindo o seu melhor, o que recai sobre a forma como as informações são usadas e quem irá usar os bancos de dados para dar a devida atenção aos clientes, criando um atendimento único e que tenha como principal foco a excelência em todas as suas ações.

O que poucas empresas entendem profundamente não é o fato de produzirem e então disponibilizar no mercado produtos e serviços, mas é a interação criada com seus consumidores, que a cada dia é diferenciada e pode ser passível de um controle melhor por parte das organizações, conhecendo mais profundamente o estilo de atendimento preferido de cada cliente.

Logicamente é possível criar uma padronização, com base em informações sobre o que a empresa oferta, assim como é necessário conhecer melhor o jeito de lidar com cada pessoa, já que existem grupos com nenhuma, pouca ou muita informação a respeito dos seus produtos e serviços, bem como da concorrência.

Então a razão para que os estudos facilitem a criação de um padrão básico passa a ser melhor compreendida, dando novas oportunidades de se aprender e melhorar a troca em cada contato, e também aproveitando para segmentar os diferentes grupos de clientes.

Mas somente segmentar não é o suficiente, é necessário relacionar se a sua empresa está preparada para lidar com aquele cliente, algo que poucas se dão conta, por não pensarem antes de agir e por terem como premissa a simples produção e oferta.

Na verdade são poucas as organizações que conseguem enxergar seus clientes de uma forma humanizada, já que cada contato é único, e então o atendimento sempre terá que evoluir em um próximo encontro, a não ser que a empresa tenha como função principal a venda em um único momento, sem dar valor àqueles clientes que podem ter retornado àquelas empresas em que foram recebidos de forma diferenciada e saíram satisfeitos.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:27

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04.02.2010

Usar alguns padrões internos é parte dos fundamentos utilizados em muitas organizações para distribuir uniformemente as informações através de seus canais de comunicação e entregar aos consumidores um conteúdo único, do ponto de vista dos atributos e características dos produtos e serviços, visando ter a excelência em todas as áreas.

O padrão é interpretado por muitas empresas como um engessamento vital à sua existência no mercado, já que desconhecem a principal função da organização, não sabem a razão da existência da empresa e também acreditam que os consumidores são apenas números que podem ser substituídos a todo instante.

Mas para as melhores empresas o padrão cria uma base sólida para o desenvolvimento, gerenciando as informações compartilhadas internamente e repassando-as aos clientes de uma maneira única, já que os produtos e serviços ofertados possuem pontos exclusivos e diferenciais que podem ser informados aos clientes.

Então a relação com a padronização é na verdade um ponto a ser usado positivamente, pois em alguns setores o padrão é a base para a excelência, mas no atendimento o foco dado ao consumidor também é embasado em dados sólidos e que devem ser devidamente reportados.

Só que a comunicação com as pessoas também deve ser diferenciada, não há como tratar os colaboradores com uma única fórmula, e então os consumidores também exigem uma atenção diferente em cada situação, o que abre espaço para uma troca de informações mais efetiva que aponte um tratamento único em cada contato.

Para atingir a excelência e obter o reconhecimento dos clientes é necessário trabalhar com algumas padronizações, que estejam conectadas às informações cruciais e que não sejam ligadas à relação com cada pessoa, criando diferenciais e dando ao atendimento a exclusividade e mesmo assim mantendo um grupo de informações como base do contato.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:20

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03.02.2010

A capacidade de inovação das empresas pode ser ampliada com o uso de todo o conhecimento contido em seu ambiente interno que, quando aliado a aplicação das informações coletadas em pesquisas e estudos, faz a diferença perante os olhos dos consumidores.

Inovar nem sempre é uma ação voltada exclusivamente aos produtos e serviços entregues aos clientes, mas pode ser uma solução interna que aproveita todo o potencial produtivo para ampliar os benefícios oferecidos aos consumidores na forma de produtos, serviços e no próprio relacionamento.

Então a coleta de informações é fundamental e faz com que a organização tenha uma nova visão sobre todas as suas ações, gerenciando corretamente os dados e permitindo que seus colaboradores tenham acesso às informações mais rapidamente para então atender aos clientes.

Mesmo assim muitas empresas deixam de fazer o mais simples por não entenderem o que seus consumidores dizem, e também não conseguem compreender que a visão dos colaboradores pode ser muito próxima àquela apontada pelos clientes.

Ainda assim é necessário rever muitas ações ao longo do tempo, o aprendizado está disponível e só é utilizado por aquelas organizações que conseguem observar o que ofertam por muitos ângulos, aplicando a melhoria contínua em diversas áreas e também no relacionamento com a informação, com seus clientes e especialmente com os colaboradores e seu conhecimento.

Sempre que uma organização consegue aprender com seus colaboradores, aplicando as informações de forma a ampliar seus diferenciais e deixando com que os consumidores participem ativamente do desenvolvimento empresarial.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:28

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03.02.2010

Padronizar a relação da empresa com a organização e com a oferta dos produtos e serviços exige muito conhecimento e permite encontrar os pontos que devem ser melhorados para que os clientes tenham seus desejos atendidos, gerando assim uma troca contínua de informações e desenvolvendo diariamente a aplicação dos dados coletados em pesquisas e estudos.

Para a maioria das empresas o padrão adotado é relacionado a forma como a organização lida com as pessoas, criando uma mecanização de ações, deixando de ouvir os consumidores e fazendo com que seus colaboradores tenham que agir sem pensar.

Desta forma o consumidor acaba isolado, procurado somente nos momentos em que a empresa acha conveniente e então cria um ciclo em que a organização acaba acima das pessoas.

Então a abordagem utilizada com os consumidores também é voltada somente à obtenção de lucros, sem preocupação em oferecer um produto ou serviço que atenda aos desejos dos clientes e que ainda assim crie oportunidades futuras de relação com os consumidores.

Mesmo assim existem organizações que conseguem mudar a forma de enxergar o mercado e ofertar produtos e serviços que estejam disponíveis aos consumidores quando existe a procura, assim como sempre são disponibilizados de maneira a serem desenvolvidos, melhorando continuamente.

Também é interessante notar que as empresas que optam por aplicar o seu melhor diariamente conseguem obter resultados expressivos, ganhando reconhecimento e abrindo espaço para futuras aquisições.

Em contrapartida as empresas despreparadas sempre ofertam o que não conseguem entregar ao consumidor, prometem o melhor e sequer chegam perto do razoável, algo que reflete diretamente nas próximas escolhas dos clientes e cria uma percepção única sobre aquela empresa que jamais será procurada novamente.

O despreparo das organizações limita suas ações no mercado, cria antipatia por parte dos consumidores e abre espaço para que os concorrentes mais competentes possam entregar àqueles clientes os melhores produtos e serviços, desenvolvendo-os continuamente e permitindo que inovações tenham uma aplicação real, em seus produtos e serviços e também no relacionamento com os clientes.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 00:38

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01.02.2010

A distribuição de produtos é um diferencial que poucas empresas conseguem visualizar como importante, abrindo mão de muitas informações e da melhoria do relacionamento com seus consumidores, já que não há organização e mesmo competência para oferecer o melhor aos seus clientes.

Distribuir produtos para muitas empresas é apenas uma questão de entrega, mostrando que esta mesma organização deve ser retirada do mercado por sequer saber aproveitar a oportunidade de melhorar a relação com as pessoas interna e externamente.

Desta maneira os concorrentes agradecem a falta de visão e de capacidade em saber o que a empresa deve fazer no mercado, já que não deve nem saber a sua razão de existir, tendo como principal crença a ilusão de que é apenas uma fornecedora e que não pode interagir com consumidores para melhorar sua participação no mercado, a qualidade de seus produtos e também de um serviço tão importante quanto a distribuição.

Mesmo assim é interessante observar que estas organizações totalmente despreparadas ainda conseguem se manter em um mercado por determinado tempo, e que não fidelizam clientes pela experiência única criada, e que mostra que a gestão como um todo é falha, fazendo com que todas as suas ações não obtenham êxito.

O mais importante para estas empresas parece a oferta do que não podem entregar, e que mesmo sabendo que existe uma concorrência muito bem preparada não fazem nada para ter uma oportunidade de fazer o cliente voltar a adquirir seus produtos e contar com serviços que agreguem valor ao conjunto organizacional.

Também existe a falta de compromisso com o planejamento, organização e conhecimento, apontando que todas as ações não são pensadas e que o único objetivo é trazer somente clientes novos e em uma única oportunidade, já que as pessoas ficarão decepcionadas com o que receberão.

Ao fazer com que a distribuição seja mais um canal de comunicação as empresas conseguem encontrar oportunidades de melhorar o que já fazem corretamente e de abrir espaço para que os consumidores pensem e sintam que poderão contar com aquela organização quando estiverem buscando um produto, contando com serviços que surpreendem e mostram que existe uma relação baseada no valor das informações e do tratamento das pessoas.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 11:21

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31.01.2010

Mudar a percepção da imagem organizacional perante os consumidores é um exercício que é alcançado por poucas empresas, que usam pesquisas e estudos para fortalecer o que já possuem de melhor e trabalham para reduzir o pontos fracos.

A forma como os clientes lidam com a imagem das organizações nem sempre é compreendida pelas empresas, já que por muitas vezes aquele não é o público-alvo, e quando não existe uma organização, planejamento e conhecimentos aplicados à oferta de soluções surgem dificuldades em saber o que o consumidor deseja adquirir.

Então o que a organização oferece por muitas vezes a um público-alvo não é o adequado por desconhecer o mercado, não saber quem é o cliente ideal e como informar às pessoas que ela possui um produto ou serviço disponível.

Como existem muitas organizações despreparadas atuando no mercado é fácil evidenciar aquelas que buscam no conhecimento de mercado, e dos consumidores, qual é o melhor produto ou serviço ofertar, trazendo a participação dos clientes na produção como fonte de melhorias e gerando satisfação.

Mas ainda assim é necessário estabelecer uma conexão mais direta com as pessoas, seja com os próprios colaboradores, seja com os consumidores, através de pesquisas e estudos que tenham uma aplicação direta em tudo o que a empresa produz hoje e futuramente.

Então o desafio não é produzir, mas saber o que produzir, ampliar os diferenciais percebidos pelos consumidores e fazer com que os concorrentes sequer sejam notados, enfatizando assim a satisfação dos desejos dos clientes e tendo o reconhecimento ao oferecer o melhor.

postado por Rafael Mauricio Menshhein, às 12:35

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"Marketing é compreender e atender aos desejos do consumidor." (Menshhein, 2008)

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