O presidente do PPS do Paraná, Rubens Bueno, enviou ofício ao procurador Geral de Justiça do Paraná, Olimpio de Sá Sotto Maior Netto, pedindo um promotor especial para investigar as causas que levaram ao retardamento do processo envolvendo a morte do empresário Miguel Donha, no dia 22 de janeiro de 2000.
Rubens Bueno lembrou que muitos promotores, delegados e juízes foram substituidos durante estes anos e que agora não se justificam mais "dado o tempo já percorrido e sem perpectivas de se avançar no processo que tramita em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.
Miguel Donha era pré-candidato a prefeito de Alimirante Tamandaré e articulava uma frente de oposição para disputar as eleições. Ele foi assassinado em 22 de janeiro de 2000, depois de ser sequestrado junto com a mulher dele, Iara Donha, após a uma festa de casamento.
Para Rubens Bueno a designação de um promotor especial é necessária para dar "andamento e uma resposta definitiva ao caso à sociedade.
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Manifestação PopularNo dia em que completaram dez anos da morte de Miguel Donha, familiares e amigos pediram Justiça em frente a Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré. Uma morte com conotação política até hoje não explicada para os familiares. Os suspeitos não foram presos, prisões foram decretadas, promessas de Justiça foram feitas, mas até hoje pouco foi esclarecido de fato. É, muito pouco...
Veja as fotos do protesto, em Almirante Tamandaré:


Ministério PúblicoQuestionei no Ministério Público sobre a designação de um promotor especial para o caso e recebi a informação de que foi designada para o caso da promotora JULIANA GONÇALVES KRAUSE KOHLMANN, da Comarca de Rio Branco do Sul. Nenhum outro nome havia sido cogitado.