<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0">
  <channel>
    <title>Konspiro de konscienco</title>
    <description>Konspiro de konscienco</description>
    <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro</link>
    <image>
      <title>Blogs Abril</title>
      <url>http://blogs.abril.com.br/Images/logo_barrinha.png</url>
      <link>http://blogs.abril.com.br/</link>
    </image>
    <lastBuildDate>Tue, 09 Feb 2010 18:42:43 GMT</lastBuildDate>
    <docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
    <generator>Abril.com</generator>
    <item>
      <title>Qual o papel do escritor como profissional e como colega de profissão?</title>
      <description>&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;O papel do escritor, referente à
responsabilidade para consigo próprio e para com outros escritores, amigos ou
não, poderia resumir-se a uma série de encontros sociais; apenas amigos
compartilhando seu tempo, suas idéias e seus ideais.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Não obstante, "estamos no mesmo
barco" da profissão de escritor, romancista, contista, poeta, autor, enfim.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa prerrogativa nos coloca em terreno
sensível, senão movediço mesmo, na minha opinião.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Como muitos profissionais, estamos juntos
numa profissão não reconhecida, não regulamentada, de modo que nosso terreno é
o da instabilidade financeira, pelo menos, àquela advinda de nossa atividade,
para grande parte dos iniciantes.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Duplamente
"rejeitados" pela sociedade - não, não estou exagerando - nos colocamos no
difícil papel de detentores de um saber, até pouco tempo (recorrendo à história
das religiões), sacralizado, o saber da escrita.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Estamos em uma armadilha que nós
mesmos criamos, o constante reinventar da própria vida (espírito, pensamento,
ideal, lazer, esporte, hobby...) através da escrita.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/11/qual-papel-escritor-como-profissional-como-colega-profissao.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">4975c540-ab90-494c-a063-26af3fb1a759</guid>
      <pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:12:16 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Qual o papel do escritor?</title>
      <description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;O papel do escritor referente à sua apresentação na
sociedade (ou seja, após a publicação) poderia resumir-se, muito comodamente
para ele, escritor, à atribuições estritamente profissionais e sociais.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Escrever é, e disso os americanos sabem muito
bem, uma profissão como outra qualquer.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Porém, há que se colocar que:&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;1º. Ninguém escreve impunemente.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Após o primeiro romance, coletânea de
poesias, livro técnico, ou outro tipo de obra, o autor estará de frente para um
abismo e de modo diverso do que a maioria das pessoas.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Haveria dois tipos de conduta, a ânsia por
pular no abismo ou por afastar-se e salvar-se.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;No caso do escritor, há uma terceira opção: criar asas e voar por sobre
o abismo.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na verdade, essa é a única
opção.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;2º. A responsabilidade para com seus leitores, sejam eles, 5
ou 6, ou 19 milhões é enorme.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não uma
responsabilidade de ordem interpretativa, pois a liberdade interpretativa
(intentio lectoris) necessita ser preservada.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;A responsabilidade a que me refiro é de ordem exemplar, diz respeito à
sua conduta como ser humano crítico ou não, sociável ou não, acessível ou não.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;3º. A participação social, política e de voz para aqueles a
quem ele, escritor, "representaria" é inerentemente uma participação
amplificada, daí decorre que não só a sua responsabilidade aumenta, mas também,
a sua cognição e percepção do mundo aumentam exponencialmente ao mesmo tempo,
pois Deus não nos põe provas que não possamos lidar.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não somos (escritores) super-homens nem
deuses e nem (muito menos) anjos, no entanto, nossa posição nos concede certos
atributos que vem quando nos dispomos a escrever. &lt;span style=""&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Atributos como percepção aguda do que está
ocorrendo ou do que está por ocorrer muito antes do ocorrido, por exemplo. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando estamos dispostos a criar, imaginar mundos, fantasiar
ficções, estamos tecendo uma urdidura com o imaginário, com o inconsciente
coletivo de todos, inclusive o nosso, é óbvio e por essa razão mesma, estamos
também abertos e vulneráveis.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/11/qual-papel-escritor.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">b6d4a950-f6bd-433d-a0f7-49c44cfc2bd3</guid>
      <pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:06:37 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Poema - Chove como a chuva chove</title>
      <description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Chove como a chuva chove&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Poesia se faz&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;com o coração&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Poesia se faz&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;com o olhar&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Poesia se faz&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;ao caminhar&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Poesia se faz&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;num turbilhão&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Poesia não é feita&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Poesia se faz...&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mauricio Duarte (Divyamn)&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/11/poema-chove-como-chuva-chove.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">bd0e38e6-0a79-4422-b287-e2d508aab8e3</guid>
      <pubDate>Wed, 04 Nov 2009 08:24:20 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Conspiração Literária - resenha do blog do Clube de autores - meu novo livro - antologia de contos neoístas</title>
      <description>&lt;h3&gt;&lt;a href="../clubedeautores/2009/10/conspiracao-literaria-mauricio-duarte-soma-qualidade-literatura-contemporanea-brasileira.html" target="_blank"&gt;Conspiração Literária, de Mauricio Duarte, soma qualidade à
literatura contemporânea brasileira&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;

&lt;p  class="MsoNormal"&gt;
"A todos aqueles que julgarem podre nosso atual estado artístico
contemporâneo, que fora os grandes gênios aqui e acolá, nada mais nos dá, senão
uma constante necessidade de afastamento do mundo da arte, seja por não
estarmos afinados com o significado das obras, seja por não estarmos
"aptos a decodificar" o significante dessas obras. A todos que
desejam uma literatura viva, uma literatura pulsante, para além do buraco negro
de limites pré-moldados e gêneros pré-estabelecidos a que estamos, ou não,
acostumados e que nos afasta do verdadeiro sentido de ler e escrever, a saber,
viver e dar sentido à vida."&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
É com esta sinopse que o autor Mauricio Duarte descreve o seu livro, &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/5819--Conspiracao_Literaria"&gt;Conspiração
Literária&lt;/a&gt;, lançado aqui no &lt;a href="http://www.clubedeautores.com.br/"&gt;Clube
de Autores&lt;/a&gt;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Já de imediato, tanto pelo título quanto pela descrição, a obra chamou a
atenção de todos aqui na administração do Clube. Não é novidade para ninguém
que sempre levantamos a bandeira da literatura contemporânea como melhor forma
de expressão dos tempos em que vivemos. Aliás, o nosso motivo de existência é
justamente o de apoiar essas novas letras que surgem por todos os cantos do
país - são os autores de hoje os que melhor conseguem, claro, retratar as
felicidades e angústias típicas de tempos tão singulares quanto os nossos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao longo de suas 153 páginas, Mauricio esbanja estilo e porte literário,
deixando a sua marca como um daqueles escritores que, de fato, conseguem
desenhar com letras os contornos das nossas vidas e esculpir as emoções típicas
dos nossos tempos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quem quiser adquirir a obra, basta &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/5819--Conspiracao_Literaria"&gt;clicar
aqui&lt;/a&gt; ou acessar o endereço &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/5819--Conspiracao_Literaria"&gt;http://clubedeautores.com.br/book/5819--Conspiracao_Literaria&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;resenha do blog:&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="../clubedeautores/2009/10/conspiracao-literaria-mauricio-duarte-soma-qualidade-literatura-contemporanea-brasileira.html"&gt;http://blogs.abril.com.br/clubedeautores/2009/10/conspiracao-literaria-mauricio-duarte-soma-qualidade-literatura-contemporanea-brasileira.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/11/conspiracao-literaria-resenha-blog-clube-autores-meu-novo-livro-antologia-contos-neoistas.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">019481fb-db5d-4649-ae83-54f931754691</guid>
      <pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:07:51 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Citação</title>
      <description>&lt;h3 class="smller"&gt;A clássica frase que inspirou o vocalista&lt;/h3&gt;
&lt;div class="para"&gt;
do The Doors, Jim Morrison:&lt;br&gt;&lt;br&gt;"When the doors of perception are cleansed, man will see things as they truly are, infinite."
&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/10/citacao.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">a7ecdd59-f6ed-4f6a-88cf-f6f9fd975162</guid>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2009 19:38:50 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Estigmata magística - poema</title>
      <description>&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&lt;strong&gt;Estigmata magística&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;Estigma meu,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;fardo meu.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;A magia encanta,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;reconta, reinventa,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;narra, desnarra&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;violenta...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;A magia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;diz tudo &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;e a tudo molda&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;à vontade &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;e a bel-prazer&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;do magister...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;A magia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;é absoluta&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;se creres&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;no estigma...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;se creres &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;na vontade desse fardo, eu&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#666600"&gt;&lt;em&gt;Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/10/estigmata-magistica-poema.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">c38fecf7-2a86-4b98-b60b-d1a0fb71b35c</guid>
      <pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:09:05 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Resposta de fórum do Clube de autores</title>
      <description>&lt;font color="#663333" size="4"&gt;Escrever traz, &lt;i&gt;per si&lt;/i&gt; essa carga religiosa. E é verdadeira a
questão a respeito do ser original, de que fala Vanessa, quer dizer,
acontece comigo também, embora seja em momentos e na boca de
personagens secundários, muitas vezes, enquanto -- esses personagens --
proferem verdades, as mais clichês possíveis; engraçado isso, não sei
como explicar de outro modo, nesse momento... Quando numa poesia não é
o mote principal, mas a pequena diluição de pensamento no meio do
caminho do clímax que diz "o que eu sou"...&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Não o detalhe, mas o "lugar-comum", o "clichê"... bom, que meu trabalho
virasse pinguim de geladeira não seria de todo mau, embora pudesse ser
um pinguim* especial, o pinguim inimigo do Batman, na série de
história-em-quadrinhos, não seria ruim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="3"&gt;* &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#663333" size="3"&gt;Embora o Pingüim, oponente do Batman, seja, &lt;i&gt;a priori, &lt;/i&gt;um
vilão, um mau elemento, quero reportar-me ao seu caráter de pessoa
discriminada, pessoa excluída da sociedade, no caso, pela sua aparência
grotesca e modos igualmente grotescos.&lt;/font&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/10/resposta-forum-clube-autores.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">9fb24303-10d6-4401-b846-79316955b657</guid>
      <pubDate>Sat, 03 Oct 2009 13:33:20 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Manifesto dos Poetas do Mundo</title>
      <description>Assine vc, também, poeta o Manifesto dos Poetas do Mundo:&lt;br&gt;&lt;br&gt;http://www.poetasdelmundo.com/&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;http://www.poetasdelmundo.com/verManif_portugues.asp?ID_Manifiesto=129&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="style30"&gt;MANIFESTO UNIVERSAL&lt;br&gt;DOS&lt;br&gt;POETAS DO MUNDO&lt;/span&gt;&lt;span class="style26"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="style26"&gt; &lt;br&gt;
                                        &lt;/span&gt;&lt;span class="style26"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
                                           &lt;i&gt;&lt;b&gt;Poetas
do Mundo, é chegada a hora exata para unir nossas forças na defesa da
continuação da vida: somos guerreiros da paz e mensageiros dessa nova
história para da humanidade. Somos os poetas da luz - veículo que nos
conduz para levar o chamado de alerta de que não podemos nos furtar.
Atravessamos a morte de um período degenerado das eras, e assistiremos
o nascimento de uma NOVA ERA - para a qual, nós, os poetas, recebemos
nossos dons, nossas missões e obrigações. A humanidade vive momentos
decisivos de luta pela sobrevivência, mas ainda não acordou para o fato
de estar caminhando rumo a um precipício, direto para a extinção. Urge
que tomemos o leme e mudemos o caminho para a elevação coletiva, para
que recuperemos o patrimônio da vida como dom universal e direito de
todos.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Desde os mais remotos tempos que o homem pode
recordar, é sabido que a existência humana depara-se com os desafios de
viver e progredir, enfrentados com escolhas que trouxeram e trazem a
degradação do ambiente natural. O homem fez disso um confronto, uma
batalha e apenas se preocupou em vencer, como qualquer mercenário numa
guerra, a qualquer preço, apenas assegurando para si a sobrevivência
momentânea - sem pensar nos prejuízos que seriam deixados às gerações
futuras, nem sequer nas conseqüências em curto prazo. E assim tem sido,
a satisfação instantânea da necessidade de sobrevivência ou da ganância
do homem tem gerado e lançado sobre todos, homens e mulheres, as mais
terríveis catástrofes. O homem em seu afã de ser mais, de crescer e
crescer sempre e desmedidamente, degrada o planeta até os limites da
exaustão dos recursos naturais conhecidos, leva à extinção até o que
nem chegamos a conhecer - num jogo de ambição que coloca em risco a
existência do próprio homem como espécie. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Por este
querer sempre MAIS, a humanidade não só esgota as riquezas materiais do
planeta, como também os bens humanos, transformando um a um em
desesperado e criminoso, a ponto de nos matarmos uns aos outros para
sobreviver, ou para alcançar ascensão e glória... Ou simplesmente para
dizer: SOU, e SOU MAIS que você... Assim como exaurimos o planeta dia
após dia, consumindo os recursos naturais e humanos, ainda somos
capazes de construir armas de destruição em massa, que podem levar ao
extermínio da humanidade em poucas horas. Isso tudo num cenário em que
a supremacia e o poder concentram-se sempre nas mesmas mãos, dos mesmos
impérios, que não são capazes de sequer olhar pelos semelhantes que
morrem na miséria, apesar de atingirem a riqueza absoluta. Se os Homens
e Mulheres não mudarem de rumo, E AGORA, as próximas gerações terão
sólidas razões para nos odiar. E é nossa esperança de que isso é
possível, porque o caos moral, político [guerras infames], econômico [o
ser humano transformado em bem, escravizado pelo dinheiro], tudo isso é
manifestação do "PARTO DA HISTÓRIA" - assim como uma mulher quando dá a
luz a um bebê tem em si muitas dores; a história mesma anuncia o
nascimento de uma NOVA ERA. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;1
- Diante desta azáfama pelo domínio absoluto, que nos levará
inevitavelmente à autodestruição [se não for impedida]; diante de
tamanha barbárie, muitos já acordaram no susto quanto ao destino cruel
que a humanidade constrói para si mesmo. Ao tempo que outros abrem os
olhos à luz da anunciação dos novos tempos, de que os Poetas do Mundo
são também portadores e empreenderão por isso e para isso o caminho do
protesto; e da construção de um novo amanhecer, do raiar da libertação
definitiva do homem.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;2 - Os Poetas do Mundo, não todos,
somente os Poetas do Mundo - porque não são todos os poetas do mundo
que estão dispostos a dizer: não sou, SOMOS. Nós, os que estamos
dispostos a abandonar o ego que nos mata; nós que somos capazes de
olhar com IGUALDADE, iniciamos a cavalgada coletiva através do mundo e
colocamos a arte da Poesia a serviço da humanidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;3 -
Ser poeta não significa simplesmente escrever bonitas poesias, a POESIA
não é mero objeto de decoração. Temos que VIVÊ-LA e vivê-la não
significa somente senti-la, temos que praticá-la. E praticá-la é a
missão, a obrigação e a competência de todos os dias para os Poetas do
Mundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;4 - Ser Poeta do Mundo é um desafio maior. Ser
Poeta do Mundo é assumir este manifesto por essência; é avocar a defesa
da vida, do amor, da diversidade, da liberdade. E ser capaz de bradar:
dou minha vida para a VIDA, pois amo minha vida. Por isso dizemos BASTA
de estupidez, BASTA de egos; que não contribuem para crescimento
coletivo, nem pessoal. Nossa arte nasce a serviço da preservação da
humanidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;5 - Ser Poeta do Mundo é atravessar os
meandros da natureza humana, em busca da perfeição e do crescimento
lícito da vida, cada um buscando o máximo de suas capacidades e
possibilidades. E é por isso que não seremos passivos diante dos crimes
que se cometem diariamente sob discursos falsos de liberdade e direito.
Levantemos nossas vozes como um raio de luz e façamos tremer os
covardes; a palavra é a melhor arma, que amedronta os assassinos; a
palavra estremece as mãos dos opressores e assim derruba os petrechos
de morte que carregam consigo.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;6 - Declaramos e doamos
o valioso aporte - subsídios morais e sociais - dos poetas do mundo
para o engrandecimento da humanidade. Daqueles que deixaram seus nomes
marcados ao longo das eras, nos centenários livros da historia
universal e na memória coletiva dos homens; como daqueles poetas
anônimos, que passaram pela terra cumprindo suas missões legendárias
através dos tempos. Cremos no valor que significaram estas majestosas
contribuições em seus tempos, inclusive hoje. E vivemos uma época muito
singular, onde toda a humanidade, em que se inclui os Poetas do Mundo
do século XXI, e não queremos nos enraizar no passado tentando enxergar
melhor o presente e o futuro. Os Poetas do Mundo deste século somos
chamados a ser criativos, para sermos capazes de vibrar o grito
atroante que se espera de nós frente ao descalabro que a humanidade
impôs a si mesma ao longo das eras. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;7 - Os Poetas do
Mundo nos declaramos iguais - consagrados e menos conhecidos, famosos e
anônimos, ricos e pobres, brancos e negros, mestiços e amarelos. Sempre
e quando se situam neste lado da vida, empunhando as mesmas espadas
para combater o que mata a vida, lutando corpo-a-corpo, ou ante a mesma
barricada, para defender a JUSTIÇA [única para todos], a IGUALDADE
[efetiva entre todos os habitantes da terra], a LIBERDADE [a
verdadeira, não a dos discursos de instituições e arautos fraudulentos
e corruptos] e o DIREITO dos povos de existir e viver em paz. Pois é
apenas lutando por todos, que seremos cada um o vencedor. Não há
vitória real na individualidade, no egoísmo, a vitória só é possível
como uma conquista coletiva.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;8 - Os Poetas do Mundo
declaram todo espaço onde possam estar ou ser, como suas arenas de
combate ao mal, sejam palácios ou cavernas perdidas, sejam os campos de
trabalho onde se exploram os campesinos ou o fundo de uma mina onde se
suga o sangue do mineiro. O Poeta do Mundo jamais se calará frente à
dor de sequer um homem ou mulher, enquanto lhe houver fôlego. Porque o
poeta não deixará de ir ao encontro de sua missão, levando a palavra,
levando chuva sobre a terra, espetáculo de graça, beleza para os olhos
dos homens e das mulheres. O Poeta será a luz que guiará os guerreiros,
será o farol na escuridão da noite.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;9 - Os Poetas do
Mundo nos declaramos pacifistas, mas não covardes, nem passivos.
Antimilitaristas, mas de nenhuma maneira ingênuos, mesmo que
sentimentalistas por natureza, porque na expressão artística, a tinta
da escrita é o sangue de nossas almas. Vivemos embriagados pelo encanto
da arte, até a vertigem dolorosa da criação. Criação que terá sempre um
objetivo: "APERFEIÇOAR A VIDA", a nossa [individual], a de todos
[coletivamente]. Somos pacifistas em busca da paz universal, mas
sabemos que A PAZ não chega do nada, temos que ganhá-la, lutar por ela;
por isso somos Guerreiros. E a PAZ não existirá se não for garantida a
JUSTIÇA. A PAZ reinará a partir da justiça. Senão a única paz que
teremos com os desmandos dos Impérios será PAZ DE CEMITÉRIO.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;10
- Um Poeta do Mundo assume o dever de se aperfeiçoar sempre, crescer em
humanidade, aceitando a pluralidade e a complexidade da existência. O
Batalhão dos Poetas do Mundo é o espaço de luta para os que crêem ou
não, ateus ou religiosos, justos ou equivocados, heterossexuais,
bissexuais ou homossexuais, TODOS movidos e alimentados pelo e para o
AMOR nobre. Poetas do Mundo é a fileira em que se reúnem os guerreiros
de outrora e os combatentes modernos, militantes do BEM e da lealdade.
Onde trazemos a grande revelação que pode unir o mundo, correntes por
correntes, num grupamento de poetas repartidores de esperança e
sorrisos, para a luta que dura desde a aurora dos tempos.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;11 - E mesmo que o homem torpe busque um terceiro para impor suas culpas ou atribuir responsabilidade por sua salvação; nossa 
é que cada qual assuma sua essência, seu próprio espírito, sem ter que
acusar outrem para calar a voz de sua culpa pelos seus erros e
derrotas, nem para depender da verdade alheia para se salvar. Nossa
esperança é alcançarmos, através da palavra, o acender do verbo nos
corações de cada um, para o verso das montanhas, para a noite sigilosa
da alma; assumindo e ascendendo os dons guardados no invólucro
cuidadoso do ventre da natureza, até ver o anunciado amanhecer, em que
cada um acrisolará sua alma com amor, movido pelas palavras. A Poesia é
do mundo - e nós somos da Poesia.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Poeta do Mundo,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Una-se a esta batalha pela existência humana!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pela continuidade da VIDA!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Ariasmanzo [Luis Arias Manzo]&lt;br&gt;&lt;br&gt;[Secretário-Geral]&lt;br&gt;&lt;br&gt;Santiago de Chile, dezembro de 2005&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tradução: Marcia Motta&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;small&gt;&lt;b&gt;Revisão:Luciano Wallimann Wolff  [[Cônsul de Nova Andradina] &lt;/b&gt;&lt;/small&gt;&lt;br&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/10/manifesto-dos-poetas-mundo.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">ba871685-5afb-4351-86f2-f0a2477876f1</guid>
      <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 08:56:56 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>pequena tentativa de poema</title>
      <description>&lt;meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;&lt;b&gt;Uma
túia&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Tua
túia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Túia
tua&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Atua&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Essa
é uma&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Túia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;É
uma&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Túia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Túia?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Toma
que é túia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;Tua&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Shruti"&gt;&lt;b&gt;Mauricio
Duarte (Divyamn Anuraghi)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/09/pequena-tentativa-poema.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">403c4294-2f22-42e1-a9db-685723cfc194</guid>
      <pubDate>Tue, 22 Sep 2009 20:21:02 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>pílulas e remedinho</title>
      <description>&lt;b&gt;Pílulas e remedinho&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;-- Quem é vc para decidir o que é melhor para outra pessoa? &amp;nbsp;&lt;br&gt;-- Um escritor, um autor, alguém que possui a autorização para esse exercício de profissão.&lt;br&gt;-- Como assim?&lt;br&gt;-- Eu estudei para esse fim.&lt;br&gt;-- Com que poder de vontade, quer dizer..., com que interesse?&lt;br&gt;-- Pelos poderes a mim investidos, posso.&lt;br&gt;-- E a contrapartida?&lt;br&gt;-- Humildemente, peço que seja meu leitor fiel.&lt;br&gt;-- Para sempre?&lt;br&gt;-- Obviamente.&lt;br&gt;-- Vc é uma máquina?&lt;br&gt;-- Claro. &amp;nbsp;&lt;br&gt;-- Somos todos máquinas?&lt;br&gt;-- ... error 404</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/konspiro/2009/09/pilulas-remedinho.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (Divyamn)</author>
      <guid isPermaLink="False">e0da80f3-11b2-48fd-bd05-9e3922f3f924</guid>
      <pubDate>Sat, 19 Sep 2009 07:02:15 GMT</pubDate>
    </item>
  </channel>
</rss>