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04.06.2009

O britânico The Independent afirma que "há supermodelos - e há Gisele"; capacidade de gerenciar negócios seria uma das razões para o sucesso da top!

                

Gisele Bündchen é a "menina de ouro" da moda - e a mais reluzente de todos os tempos. O confete foi jogado pelo jornal britânico The Independent, que dedicou quatro páginas da edição desta terça, 12, à modelo brasileira.

 
De cara, a matéria afirma que há supermodelos e há a Gisele. Mais do que uber, a gaucha de 28 anos é caracterizada como "a maior estrela da história da moda" e "o rosto de uma geração". Segundo a revista Forbes, a fortuna da modelo, recentemente casada com o jogadir de futebol americano Tom Brady, é de US$ 150 milhões (R$ 380 mi). Com os US$ 35 mi recebidos em 2007, ela virou a modelo mais bem paga da história e décima sexta mulher mais rica do mundo - a informação, registrada no livro Guiness, deixa claro que a definir como "recordista" é mais do que apenas uma maneira de falar.
 
Entre outras classificações, ela é louvada por ser avessa a controvérsias e estrelismos, além de ser conhecida como "the boobs of Brazil" - isso mesmo: "os peitos do Brasil".
 
Gisele é tida como capitã de uma nau de modelos brasileiras que, a partir dos anos 1990, começou a aportar nas principais semanas de moda do planeta. Em 1999, a revista Vogue EUA lhe estampou na capa - sua primeira após cinco anos na labuta de modelo - e pôs a seguinte legenda: "o retorno das modelos sexy". "Ao lado de tantas contemporâneas sul-americanas, todas igualmente com peles perfeitas, cabelos brilhantes e curvas sedutoras, só Bündchen permaneceu em evidência por tanto tempo", diz a matéria.
 
Para o jornal, a capacidade de se manter em fincar âncora em um ambiente de alta rotatividade não se deve apenas ao "rostinho bonito" de Gisele. O know-how de Gisele, quando o assunto é multiplicar sua fortuna, "não passou em branco fora do mundo da moda". O economista Freud Fuld, inclusive, chegou a criar, no início de 2007, o "indice de ações Gisela"- um apanhado das marcas que contrataram a top. Um ano depois, o índice havia galopado 29% em comparação com a alta de 6,5% do índice Dow Jones (da Bolsa de Nova York). Isso, evidentemente, em um panorama pré-Crise. Hoje, o "índice Gisele" encolheu 15,7%, em comparação a janeiro de 2007. Mas o Dow Jones levou a pior: caiu mais de 30% no período.
 
A marca Victoria's Secret, no entanto, viu suas economias em queda livre antes do colapso da economia mundial. Após sete anos pondo as asinhas de fora, literalmente, para as ornadas lingeries da grife, a modelo deixou de ser uma "angel" em 2007. De lá para cá, estima-se que o preço das ações da companhia tenha despencado em 31,5%.
 
Traduzindo para a vida real, a vida de Gisele foi, sim, afetada pela crise. Seu flat em Nova York está à venda desde o ano passado - dos R$ 19,2 milhões cobrados em um primeiro momento, agora é possível arrebatar a propriedade por R$ 10,3 mi. Ela mantém uma residência no vaor de R$ 33,3 em Manhattan e algumas casas, inclusive em Porto Alegre. Uma casa de praia na Costa Rica, onde ela e o marido renovaram os votos matrimoniais, teve de ser vendida para Leonardo DiCaprio - com quem ela namorou entre 2000 e 2005, aliás.
 
Gisele volta ao Brasil agora em junho, para fazer as vezes novamente de garota-propaganda da Colcci, no primeiro dia de desfiles da São Paulo Fashion Week.

fonte: Reuters

postado por Cacau Ariano, às 15:10

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27.05.2009

O maior conglomerado de marcas de luxo do mundo divulgou um crescimento de apenas 0,4% na receita do primeiro trimestre. As vendas totalizaram 4,02 bilhões de euros. O resultado foi atingido graças às vendas das bolsas da Louis Vuitton, que compensaram os resultados negativos dos segmentos de bebidas, jóias e relógios. No entanto, em termos de crescimento orgânico, as vendas caíram 7%, com um tombo de 15% nos EUA e de 18% no Japão.

As vendas na Europa caíram 6%, apesar das fortes vendas no segmento de moda e acessórios. Este mesmo segmento impulsionou as vendas na Ásia, que cresceram 6%.
A Louis Vuitton registrou um crescimento de dois dígitos durante o trimestre. A marca se saiu bem em todas as regiões, sendo que as linhas que mais venderam foram a Tributo a Stephen Sprouse, a Damier Graphite, a Boétie e a Kalahari.

Por segmentos, a receita de moda e acessórios cresceu 7% para 1,59 bilhão de euros. Em termos de crescimento orgânico o salto foi de 4%, sendo que o crescimento na Ásia foi de 24%. 

reprodução

A receita do segmento de perfumes e cosméticos cresceu 8% para 663 milhões de euros. No entanto, em termos orgânicos o tombo foi de 11%, sendo que os piores resultados vieram do Japão e da Europa.

As vendas do segmento de jóias e relógios despencaram 41% para 154 milhões de euros. As marcas mais pressionadas pela crise foram a Tag Heuer e a De Beers. O forte da Tag Heuer são os relógios de preços intermediários e este foi o segmento mais afetado, já que os consumidores aspiracionais foram os primeiros que sumiram quando a crise se instalou. As vendas da De Beers também foram muito fracas, mas a LVMH disse que a vendas de anéis de diamantes para noivas não foram afetadas. Isso prova que as pessoas continuam se apaixonando mesmo sem dinheiro no bolso.

No entanto, as pessoas estão comemorando menos. O segmento de bebidas registrou um declínio de 16% para 540 milhões de euros, sendo que as vendas das marcas de Champagne caíram 31%.

O grupo Christian Dior registrou crescimento zero, com vendas estagnadas em 4,18 bilhões de euros. A Christian Dior Couture registrou um declínio de 8% na receita do trimestre. Em câmbio constante a receita caiu 12%, com os piores resultados vindos dos EUA e do Japão. Por outro lado, as vendas no Oriente Médio continuaram fortes.

As lojas de cosméticos Sephora também registraram um declínio de 1%.
Por Patricia Gaspar

postado por Cacau Ariano, às 12:23

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26.05.2009
 
                                         

RIO - A magia do Rio está de volta e, de quebra, deixou de lado Dubai, Xangai e Mumbai, a capital financeira da Índia. E o carioca pode se orgulhar pois foi a beleza que tanto encanta o mundo a responsável por trazer a cidade de volta ao circuito da moda com a confirmação de que a cidade vai brilhar em outubro com a primeira edição do Fashion Rock fora do eixo EUA-Europa. E por que não São Paulo? Fala Paulo Borges, o grande curador do evento.
 
- O Oi Fashion Rocks é um evento global que carrega o imaginário do Brasil para o mundo. E quando se pensa no país, se pensa logo no Rio de Janeiro, com o Pão de Açúcar e as praias. O Rio é o grande cartão postal do Brasil – explica o nome forte do Fashion Rio Jason Hebert, diretor criativo do evento, disse, durante coletiva no Copacabana Palace, que há muito tempo queria misturar os talentos internacionais com os locais de um país. Com este
 
desejo, ele começou a ir para as Fashion Weeks, conversou com os designers e assim nasceu a empatia pelo Brasil.
 
- Fui recebido da melhor maneira para se conhecer os cariocas: um almoço na casa da Lenny Niemeyer – brinca Herbert.
 
O criador conta que muita gente quer conhece o Brasil, mas não da forma como ele pretende mostrar. Herbert sonha ver um evento que tenha a paixão e alma que só o brasileiro tem.
 
- Como não se apaixonar pela cidade? O clima, a visão, o povo amável, tudo isto fez o Rio de Janeiro ser escolhido – afirma.
 
Paulo Borges, além de ser criador da São Paulo Fashion Week e diretor do Fashion Rio – o paulistano assumiu o cargo em abril, no lugar de Eloysa Simão -, é ainda o curador nacional do evento.
 
- O Brasil está se mostrando do jeito que a gente sempre sonhou: criativo, apaixonado e que apaixona as pessoas –diz Borges.
 
O curador ainda afirmou que não será um evento de lançamento de coleção. Será um evento cultural que atrela moda e música. Além disto, lembra que o evento estimula a economia da cidade.
 
- A moda lança uma cadeia, desenvolve
 
os setores de turismo, hotelaria, a gastronomia, etc. Estamos vendendo e estimulando o Brasil para que isto gere uma transformação no país – conta.
 
A equipe ainda conta com Cristian Lamb, diretor do show; Robert Forrest, consultor internacional; Venus Brown, curador Musical Internacional; e KCD, consultoria de moda internacional.


fonte:Jornal do Brasil

postado por Cacau Ariano, às 12:59

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26.05.2009

* direto da Assessoria!

Der Metropol, Karin Feller, ADD, Ianire Soraluce, Tony Júnior, Arnaldo Ventura e Tudicofusi
são as apostas das áreas de índigo e malhas para esta edição.
 
Sempre atenta às novas tendências e gerações de estilistas, a Vicunha Têxtil - líder em diversos segmentos da indústria têxtil e maior companhia do setor da América Latina – está pelo terceiro ano consecutivo apoiando a Casa dos Criadores – considerado o maior celeiro de novos talentos do país. Este ano, a companhia fechou parcerias com sete profissionais que irão apresentar seus looks e coleções Primavera/Verão 2010 com a versatilidade, tecnologia e qualidade dos produtos Vicunha. A Casa dos Criadores acontece entre os dias 27 e 29 de maio, no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, localizado na Rua Frei Caneca, 569, bairro Cerqueira César, São Paulo.
 
A ação, realizada pelas áreas de índigo, brim e malhas da Vicunha, está apoiando os estilistas das marcas Karin Feller, Der Metropol, Ianire Soraluce, ADD, Tony Júnior, Arnaldo Ventura e Tudicofusi. “A empresa sempre acreditou na moda brasileira e internacional, apoiando iniciativas inovadoras e estilistas promissores que exprimem seu talento através dos tecidos da Vicunha”, diz Renata Guarniero, gerente de marketing de Índigo e Brim da Vicunha.  
 
Alguns dos últimos lançamentos na área de malha também poderão ser conferidos em peças dos desfiles, como o All Flex Mescla Listrado e Meia Malha Flow. “É muito importante e gratificante ver o resultado de tantas pesquisas e estudos se concretizando nas peças de gente tão talentosa”, comenta Adriana Branco, gerente de marketing de Malhas da Vicunha.  
 
Der Metropol 
                                                                         
     
Para a nova coleção, a dupla da marca Der Metropol, traz como inspiração o tema “Proteção” que reflete a necessidade de defesa nos dias atuais, presente em elementos do cotidiano como muros altos, cercas eletrificadas e carros blindados. Pensando nisso, a Der Metropol desenvolveu suas peças com uma releitura da armadura da era medieval, de uma forma moderna e abrangente. Para compor seus looks, a dupla utilizou os brins Clooney e Ypoá, Moletons 88/12 e PV, além da Malha Blues. “Fico muito satisfeito em usar os produtos Vicunha pela qualidade e pelo caimento dos tecidos. Além de ter gostado muito da construção em formato de espinha de peixe do Clooney. Já nas malhas, o toque extremamente macio da marca é um dos motivos porque eu escolhi trabalhar com a Vicunha”. 
 
Ianire Soraluce 
 
                                                                                
 
A estilista fez uma reflexão sobre os seres humanos e suas camadas protetoras, e partiu desse princípio para criar a coleção com formas mais volumosas. Para um caimento perfeito, Ianire escolheu os brins Foster, Lohan, Bullock e Bari e também os índigos Scarlett e Dylan. “Escolhi trabalhar com os tecidos da Vicunha porque eles aportam sustentação para os volumes que usei, sem deixar de ser leves. Já trabalhei anteriormente com os índigos Scarlett e Dylan para um desfile de lançamento da Vicunha e adorei o caimento, e principalmente a cor deles. Também usei os tecidos para fazer algumas aplicações nas roupas, flores e detalhes”, diz Ianire, que também escolheu as malhas All Flex Flamê e Mescla Color Listrado, recente lançamento da Vicunha, para dar ainda mais cor a sua coleção.
 
Karin Feller
 
                                                                
 
Vencedora da 1ª edição do Projeto Ponto Zero, a estilista Karin Feller abre a 25ª Casa de Criadores com uma coleção inspirada nas texturas da cidade. “Ao invés de olhar para as formas, trabalhei em cima das texturas de componentes como cimento queimado, pastilhas, cobre, cobogó e calçadas irregulares”, diz Karin - que em seu segundo desfile consolida a tendência urbana e inusitada de suas criações.
 
Karin utilizou as malhas Plush Square, All Flex Mescla Color Listrado e All FlexResinado, da Vicunha, para desenvolver sua coleção. “O Plush Square tem uma textura linda quadriculada, e por ser levinho pode ser usado em partes de baixo no verão. O All Flex resinado quando tingido fica em tom sobretom, dando um efeito bonito à peça.”
 
Em meio à shortinhos soltos, malhas confortáveis e macacões largos no corpo para as meninas, o destaque fica para as peças feitas a partir de clips dourados e prateados, que remetem aos metais dos corrimões e dos cabos de eletricidade. “Já para o público masculino, minha aposta é na combinação de short e camiseta com alguma textura ou modelagem diferenciada”, completa a estilista. Em relação à cartela de cores, as atenções ficam por conta dos tons de cinza, laranja, rosa e azul.
 
Tony Júnior
                                                                       
 
Usando como principal fonte de inspiração o fotógrafo alemão Carl Kleiner - que utilizava papéis para criar imagens de formas geométricas e as fotografava – o estilista Tony Júnior mergulhou em seu universo e produziu a coleção usando as mesmas técnicas que o fotógrafo. Para criar suas roupas, Tony utilizou os brins Haiti, Craig e Dallas. “Escolhi trabalhar com os brins da Vicunha porque além da alta qualidade, eles têm um caimento e toque perfeito. Dessa maneira pude realizar cortes de alfaiataria tornando as peças mais sofisticadas”, diz Tony. 
  
Arnaldo Ventura
  
 
                                                                                
 
Instigado pela recessão econômica e os maus tratos do homem com a Terra, o estilista Arnaldo Ventura traz para a sua coleção 2010 a hipocrisia do ser humano perante a situação atual do planeta. Tendo em vista que no atual cenário as pessoas gastam menos, a sobriedade de tons claros como bege e branco somado ao laranja e fúcsia chegam para dar vitalidade a um minimalismo, onde acessórios ganham cada vez mais destaque. Em tecidos como cetim, linho, cambraia, sarja e tricoline os vestidos com pouco volume nas saias reverenciam a elegância da mulher cosmopolita. “Usei o tecido da Vicunha, pela ótima qualidade e que me proporcionou uma alfaiataria excelente”, diz Ventura, que utilizou nos looks que serão apresentados na Casa dos Criados os índigos Ypoábranco e Madri marrom, da Vicunha.
  
Tudicofusi
    
                                                                     

A inspiração para criar as peças de inverno da Tudicofusi vem da mutação – ou evolução – que o mundo atravessa. Tendo como tema o aquecimento global como causa das inversões das estações, o fenômeno El Nino e o efeito estufa, a coleção é a resposta de como o mundo reage a isso. Usando o brim Ypoá e o índigo Flow, ambos da Vicunha, a Tudicofusi criou peças com cores neutras (brancos, crus e beges), frias (cinzas e tons de azuis) e quentes, como o vermelho. “Utilizamos na maior parte dos looks o Ypoá, um brim estruturado e acetinado com elastano, pois precisávamos trabalhar com um tecido que suportasse a estrutura tridimensional que estávamos buscando. Já o Flow, que é um índigo bem leve, trouxe a sensação de frescor” dizem as estilistas da marca, composta por Márcia Higuchi, Keila Akemi, Alexandra e Stella Fernandes. 
 

ADD (Attention Deaf Disorder)
 
                                                                  
 
Sem restrição de época ou tema, o verão da Attention Deaf Disorder (ADD) surge livre e sensorial, inspirado basicamente na relação do surfista e o estilista Faissal Makhoul com o mar e à natureza. “Tudo começou em uma viagem para o Guarujá, quando presenciei um fim de tarde fantástico. As explosões de cores do por do sol em um dia meio nublado, com buracos de céu aberto, serviram como referência para a cartela, marcada por tons que vão do cinza ao lilás, e do vermelho incandescente ao amarelo”, diz Faissal.
 
Após focar em peças que atendessem uma necessidade indumentária do público masculino, o estilista propõe um mix de shorts de todas as formas — curtos, porém, descentes, tipo tenista retrô; ou nos estilos cargo ou boxer, entre outros —, feitos em malha Vic Bali Melange e Malha Flow (fio 40), nylon opaco, tricolines maquinetadas, gabardines levinhas e até malhas atoalhadas, proporcionando, segundo o estilista, “coxas à vista e muito conforto”.
 
“Decidi usar as malhas, índigos e brins da Vicunha por elas possuírem exatamente o que eu procurava em termos de qualidade, cores e texturas. O tafetá de algodão de fio penteado possui a trama e o urdume especial para o caimento das peças, assim como a Malha Flow (fio 40) tem a leveza adequada para o verão brasileiro”, completa.
 
 
Serviço:
 
Evento: Casa de Criadores
Local: Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César – São Paulo - SP
Data: 27 a 29 de maio de 2009
Horário: A partir das 19:00 horas
Mais informações: www.casadecriadores.com.br

postado por Cacau Ariano, às 12:05

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25.05.2009

Todo marketeiro precisa saber disso!

postado por Cacau Ariano, às 11:40

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21.05.2009
 Patricinhas e Mauricinhos, um orkut para chamar de seu!



A identificação publicitária classifica o grupo de "nicho premium de mercado", "classe AAA", "público seleto", "clube restrito", pessoas diferenciadas que gostam de celebrar sua individualidade, gente bem-sucedida que festeja a vida com estilo. Para os de fora, são os endinheirados, elite, "playboys", "patricinhas", janotas e, como se dizia antigamente, grã-finos.
Neste pequeno mundo, a internet pode ser um problema: se dá para tolerar e até rir dos novos ricos, os falsos-ricos das redes de relacionamento podem ser um tormento. Podiam, na verdade, porque agora há um endereço vip na web para se relacionar exclusivamente com quem tem e gasta muito dinheiro.

A lista inicial foi montada por uma promoter de festas de ricos e famosos, a mesma que escolhia quem entrava e quem era barrado na boate Pink Elephant para a festa de inauguração da versão brasileira do site, na noite de terça para quarta-feira (13). A partir daí, só embarca na página glamorosa quem for convidado. E cada integrante só pode chamar mais cinco para a turma.

Se alguém der mancada, for invasivo ou assediar um usuário, a falha fica exposta em toda a cadeia de relações. Expulsões só se decididas pela cúpula holandesa do empreendimento. Então, não adianta digitar www.elysiants.com, porque você não sairá da tela inicial.
Ruud Smeets, com passagem pela sede europeia do Google, é o executivo do site Elysiants, nome em referência ao Elísio, a morada dos heróis e pessoas virtuosas após a morte na cultura greco-romana. A ideia é montar um concorrente forte para o A Small World, classificado como o "high-society da net", que domina os afortunados europeus e norte-americanos e expulsa quem não segue seu "manual de boas maneiras".

                                                        

  • Para o clima praia, as garçonetes da boate Pink Elephant usaram sarongue e chapéu de praia

"Eles são tediosos, sisudos. O nosso site quer juntar gente mais descontraída. Por isso, escolhemos cidades em que as pessoas querem viver a vida intensamente", define Smeets. "Começamos antes da crise econômica, mas ela não vai abalar nossos planos." São Paulo é a quinta da lista após Curaçao, Hong Kong, Dubai e Beirute. Os planos englobam localidades como Miami, Abu Dhabi, Istambul, Punta Del Este e Xangai. A ideia é entrar em cidades emergentes e de glamour que não tenham sido dominadas pelo rival de mercado.
A festa de lançamento cobriu de areia a pista de dança, plantou coqueiros, vestiu as garçonetes com sarongue e encheu de sereias os telões para reproduzir um clima praieiro na boate-franquia-internacional.

As celebridades, contudo, vieram em conta-gotas: o ex-nadador boêmio Fernando Scherer, as socialites Ana Paula Junqueira e Marcela Tranchesi (filha da dona da Daslu) e Camila Camargo, irmã da cantora pop.

No público masculino, fazia-se uma divisão etária pela vestimenta: jovens com camiseta de pólo equestre, veteranos portando blazer com brasão. Já as mulheres ajeitavam seus tomara-que-caia adornando os silicones.

O ambiente rococó encontrava sua síntese no fone de ouvido cravejado de pedras da DJ residente. Ao som do tema de "Super-Homem", o desfile de garrafas de champanhe com canhão de faísca virava o centro das atenções quando um habitué pedia um exemplar borbulhante por R$ 2.800 e virava sócio Premium do site, com seus nomes estampados nos telões.

  •                                                             

    Os holandeses Ronald de la Fuente e Arthur de Groot são sócios do site de relacionamento.

     

Aos microfones, os festeiros se mostravam animados com o clube virtual. Um deles diz: "É mais interessante se relacionar com seu círculo social, sem aproveitadores e perfis falsos por todo lado." Uma modelo vislumbra o potencial: "Posso me ligar ao pessoal da moda, conseguir mais desfiles."

"O que conta não é quanto dinheiro você ganha, mas como aproveita esse sucesso. Sei que há um problema social no Brasil, mas nem eu nem você vamos resolver isso. Como uma empresa, estimulamos a caridade e a consciência social de nossos usuários. Mas este é um grupo fechado, que quer continuar fechado. Os pobres podem formar suas redes de relacionamento para lutar por seus direitos", argumenta Smeets, ao ser questionado sobre o caráter democrático da internet.

Sobre as celebridades nacionais, o holandês diz não ter ambição de fazer um rol delas em seu site. Nem mesmo o corintiano Ronaldo, frequentador da boate. "Para ele entrar, tem que ser convidado como os outros. Mas nosso alvo não é só celebridade. Como ele gosta de viver a vida intensamente, faz parte de nosso público alvo." 

 

por Rodrigo Bertolotto
Do UOL Notícias

Agora me conta... O que você acha de um site de relacionamento social em que só entram pessoas de classe alta?

postado por Cacau Ariano, às 14:55

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21.05.2009

Notícia fresquinha da assessoria de impresa e é sempre bom saber.

Fundada em 1967, a Vicunha Têxtil é líder em diversos segmentos da indústria têxtil e maior companhia do setor da América Latina. A companhia produz e comercializa índigo, brins, malhas, fibras e filamentos. Conta com unidades fabris no Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo. Além disso, possui escritórios comerciais na Europa e Argentina, uma unidade fabril no Equador e está entre os principais fabricantes mundiais de índigos e brins.
Sempre atenta às novidades do segmento, a empresa apóia diversos estilistas nos eventos de moda e participa das principais feiras mundiais do ramo têxtil como Denim Premiére Vision, Premiére Vision, Munich Fair, Shangai Intertextiles e Colombiatex. Consciente de seu papel social, a companhia realiza ações nas áreas de educação, saúde, conservação ambiental, programas motivacionais, entre outros.

                 Agora acaba de reformular seu site e VALE A PENA CONFERIR!!!  
                                        
O  hotsite tem como preocupação trazer as últimas novidades do setor e apresentar os lançamentos da companhia para as próximas temporadas de moda. O objetivo da companhia é tornar o portal uma ferramenta de pesquisa e comunicação entre os profissionais do setor, fornecedores, estilistas e estudantes de moda. 
 
Além de ficar atualizado com as novidades do setor, os internautas têm acesso ao portifólio de produtos, com as descrições e fotos dos tecidos. "Estamos satisfeitos com o resultado do trabalho. Através do nosso hotsite nossos clientes e parceiros também podem acompanhar ações, parcerias e eventos que participamos no Brasil e no exterior", declara Adriana Branco - coordernadora de marketing da divisão de Malhas Vicunha.
 
O endereço para acessar o site é: http://www.vicunha.com.br/malhas/br/

                                                    

postado por Cacau Ariano, às 09:07

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21.05.2009

 

Com os olhos voltados para Moscou, na Rússia, a maison Chanel apresenta suas novidades para a próximo estação fria. Em uma coleção definida como ´pre collection‘ – uma espécie de prévia das novidades do inverno propriamente dito – a nova campanha da grife exibe as novidades da estação com muito estilo, valorizando peças em alfaiataria e acessórios em profusão.

As fotos da campanha – clicada pelo próprio Karl Lagerfeld, diretor artístico da marca – são estreladas pela top russa Sasha Pivovarova. "Amo o folclore russo, de modo especial", comenta o ‘kaiser‘, ao explicar sua predileção pela atmosfera soturna do leste europeu ao criar a coleção, batizada de batizada de ‘Paris–Moscou‘.

                                  

Fonte: Exclusivo Online
Fotos: divulgação

postado por Cacau Ariano, às 08:49

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16.05.2009

A Hermés é uma das marcas menos afetadas pela crise no setor do luxo. A grife francesa divulgou um crescimento de 8,4% nos lucros operacionais que totalizaram 449,2 milhões de euros sobre o ano de 2008.

Patrick Thomas, CEO da empresa, disse que é difícil fazer previsões para o ano de 2009, mas acredita que as vendas não crescerão. “Nosso negócio central vai bem” disse se referindo ao segmento de moda e acessórios em couro. “Estamos tendo mais dificuldades no segmento de jóias e relógios.China, Hong Kong, Taiwan e Macau são mercados onde a marca cresce. Também estamos nos saindo bem nos mercados europeus,” comenta. Por outro lado, Thomas diz que o negócio nos EUA “vai bem, por enquanto” e classificou como crítica a situação no Japão “onde não vemos uma luz no fim do túnel.”

reprodução

A Hermès deve continuar investindo pesado na expansão da sua rede de varejo, inaugurando e reformando mais de 20 unidades em 2009. Em 2008, as vendas cresceram 8,6% para 1,76 bilhões de euros. Por regiões, as vendas cresceram 22,2% na região da Ásia- Pacífico, 6,6% na Europa e 15% nas Américas. No Japão o recuo foi de 2,7%.

fonte: FAAP - Patrícia Gaspar

postado por Cacau Ariano, às 20:06

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16.05.2009

“Toda empresa que deseja ter uma exposição global deve oferecer aos consumidores formas alternativas de comprar e de se relacionar com a sua marca”, disse o CEO da Bally Marco Franchini. A loja será acrescentada ao atual web site da Bally que foi reformado ano passado. O design foi desenvolvido pela própria equipe de criação da Bally.

No início, a loja online deverá oferecer sapatos, acessórios e pequenos objetos em couro. A marca planeja incluir a venda de moda na segunda metade de 2009. Atualmente, produtos de vestuário representam 15% das vendas da marca.

Por enquanto o site faz entregas somente para os EUA e Europa. A empresa planeja ampliar a distribuição também para o Japão.

O Grupo Labelux compro a Bally da TPG Capital em 2008.

reprodução
por Patrícia Gaspar - FAAP

postado por Cacau Ariano, às 14:02

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