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09.02.2010















Fundada em 1901 na cidade de Springfield, a Indian Motorcycle Company é fruto do esforço de dois sonhadores: um projetista sueco e um empresário norte-americano, que juntaram suas forças e lançaram a primeira unidade com motores V2, em 1903. A empresa cresceu nos anos seguintes e se tornou a maior fabricante de motos dos Estados Unidos, com 20 mil unidades por ano, trazendo novidades como a partida elétrica e modelos imortais como Scout, Chief e Sport Scout.

A máquina das fotos é uma Chief ano 1947. Em excepcional estado de conservação, a veterana de 62 anos esbanja saúde e vitalidade com seu motor de 1.200 cm³ de cilindrada e 51 cv brutos. Um detalhe curioso é o câmbio de três marchas, do lado direito do tanque de combustível. O propulsor V2 emite um ruído que agrada aos ouvidos e anuncia sua chegada à distância.

Além da história e fama mundiais, exemplares da Indian já estiveram na garagem de artistas e personalidades como Steve McQueen. Uma dica de visita é o Motorcycle Hall of Fame Museum, em Ohio, que abriga também algumas unidades utilizadas pela polícia e pelo exército dos EUA.

A Indian ocupa um lugar de destaque no mundo das motocicletas, seja pelo estilo, ronco do motor ou apenas pelo fato de que a cabeça do chefe indígena no tanque de combustível estará para sempre gravada na mente de todos os apaixonados pela vida em duas rodas.

Creditos Classic Magazine



......................Big Bear......................



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09.02.2010
GRANDE LIQUIDAÇÃO ANUAL DE CARNAVAL SEMAAN

Amigos colecionadores:
A grande liquidação de carnaval da Semaan, além de vocês encontrarem preços muito abaixo dos de mercado (que vocês não encontrarão em lugar nenhum) vocês terão a oportunidade de reverem os amigos, fazer novas amizades, e o sempre agradavel bate-papo com o nosso grande Marcelo.
Espero todos vocês lá, para o entreterimento, e também para aproveitar o preço "de amigo" que só o Marcelo consegue oferecer. Vocês (assim como eu) voltarão para suas residências extremamente satisfeitos com as raridades em miniaturas que estacionarão em suas garagens.

Um abraço a Todos.

Big Bear.

Preparem-se e aproveitem as folgas de carnaval para visitar a Semaan pelo menos um dia começando este sábado ( 13 de fev ) até o outro domingo final do Ponto de Encontro( 21 de fev ). Não abriremos no domingo ( 14 de fev ) e na terça ( 16 de fev ). E Quarta 17 de fev estaremos abertos a partir do meio-dia. Todos os outros dias deste período estaremos com a maior liquidação de brinquedos anual da Semaan nos dois endereços da 25 de março, a cerca de 200 metros do Metrô São Bento, em Sampa – Basílio Jafet 138 e Barão Duprat 258. Quem tiver mais dúvidas fale com o Marcelo marcelo@semaan.com.br ou com o Diego diegooliveira@semaan.com.br  . Por telefone nos procure no 11 33137487.

Agendem-se ! Os horários e os bolsos ! Teremos algumas surpresas inacreditáveis em termos de preço...

Mesmo quem for de fora de Sampa deve estudar o caso, a despesa com a viagem pode ser compensada pela economia nas minis ou em outros produtos do resto da loja ( brinquedos, mochilas, etc. )que forem comprados neste período.

E mais: continuamos tendo caixas fechadas de Delivery e de Garage 2010...

Quanto à loja virtual, agradecemos o reconhecimento e estamos trabalhando arduamente para lançar uma loja virtual à altura do que vcs nos consideram. Ainda não quero me comprometer com datas para não decepcionar, mas à medida que tiver mais dados vamos postando.

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 __________BIG BEAR__________



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06.02.2010

ford mustang boss 302r 2011

Além do novo  Mustang GT V8, a Ford lançou hoje uma versão especial do ponycar, feito apenas para as pistas de corrida. O Ford Mustang Boss 302 2011, uma homenagem ao aniversário de 40 anos da conquista do título de Parnelli Jones  em 1970 no TRANS-AM CHAMPIONSHIP, o modelo foi preparado pela Bud Moore Engineering em parceria com a Ford Racing.

ford mustang boss 302r 2011

O modelo chama a atenção pela aparência esportiva inspirada no Mustang Boss de 1970. O bólido é equipado com um motor V8 5.0 L de 412 HP O interior também é semelhante ao de um carro de corrida, alguns itens de conforto foram retirados. O esportivo traz ainda novos bancos esportivos e recebeu barras de aço tubulares para reforçar a segurança do habitáculo. Já a transmissão é manual de seis velocidades. Outra novidade são os novos freios de alta performance da Brembo, e a nova suspensão, própria para as pistas.

ford mustang boss 302r 2011

A Ford Racing ( divisão esportiva da Ford), tem planos ainda de produzir cinco exemplares do Mustang Boss 302R1 (modelos com outras modificações) com um pacote especial para competir no Grand Am Continental Tires Sport Car, corrida que será no próximo dia 29 de janeiro no famoso circuto de Daytona. A previsão é de que cada unidade custem cerca de 129,000 dólares e seja homologado apenas para rodar nas pistas de corrida.

Já a produção do Mustang Boss 302R será limitada a apenas 50 unidades, cada exemplar custará $79,000 algo perto de R$ 136,000. As primeira unidades serão entregues aos compradores no terceiro trimestre de 2010.

****BIG BEAR****

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06.02.2010

Chegaram às lojas Collectors do Brasil os modelos iniciais da série Delivery 2010. Os lotes que aqui aportaram a e b.


Chegaram ao preço de R$19,99. A notícia que agrada é que as miniaturas vem pra cá com somente 2 meses  depois do lançamento nos Estados Unidos.


Fotos dos lançamentos na terra do Obama.
























...................BIG BEAR...................

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06.02.2010



Nome completo: Nelson Piquet Souto Maior


País: Brasil


Nascimento: 17 de agosto de 1952, no Rio de Janeiro


Temporadas na F-1: 14 ( 1978-1991 )


Vitórias: 23


Poles positions: 24


Voltas mais rápidas: 23


Títulos: 3 ( 1981, 1983 e 1987 )


Vices: 1 ( 1980 )


3º lugar: 2 ( 1986 e 1990 )

Equipes: Ensign, Brabham, Williams, Lotus e Benetton



Nelson Piquet começou sua carreira automobilística no ano de 1966, aos 14 anos de idade, contra a vontade de seu pai, o ex- Ministro da saúde do governo de João Goulart, Estácio Souto Maior. Sendo assim, Nelson começou a competir com o sobrenome de sua mãe Clotilde Piquet. Estácio, queria que seu filho fosse jogador de tênis. O futuro tricampeão mundial chegou a disputar alguns torneios, mas sua verdadeira paixão era pelo automobilismo.Nelson Piquet após algum tempo, tornou-se bicampeão brasileiro de kart, nos anos de 1971 e 1972. Após esses títulos, Piquet foi cursar engenharia mecânica na UnB até o terceiro período. Em 1976 o piloto retornou de forma integral para o automobilismo e foi campeão da Fórmula Super-Vê.
O ano de 1977, foi fundamental para o brasileiro, que foi tentar a sorte na Europa e disputou algumas provas do campeonato Europeu de F-3. Piquet terminou o campeonato na terceira posição, atrás do campeão Piercarlo Ghinzani ( ITA ) e do vice Anders Olofsson ( SUE ). No ano seguinte, Nelson venceu com folga a F-3 inglesa e nesse mesmo ano, Piquet testou pela primeira vez um F-1, guiando um McLaren, que pertencia à equipe BS Fabrication. Sua estréia na categoria máxima do automobilismo mundial, ocorreu logo depois, no GP da Alemanha (foto). O piloto disputou seu primeiro GP na F-1 pela equipe Ensign e depois correu em mais três GPs no ano pela equipe BS Fabrication, antes de ir para a Brabham, para correr o restante da temporada.. Seu melhor resultado na temporada foi um nono lugar no GP da Itália. Essa corrida ficou marcada pela morte do piloto sueco Ronnie Peterson, que corria pela Lotus. Nelson Piquet terminou a temporada de 1978 na 19ª posição, com nenhum ponto marcado. Em 1979, (foto abaixo) continuou na equipe Brabham para correr ao lado do então bicampeão mundial Niki Lauda. O carro não era nada competitivo, em 15 corridas o brasileiro abandonou em 11 provas. Piquet terminou o ano em 15º lugar no campeonato, com 3 pontos ganhos.

No ano de 1980, a Brabham deu um grande salto de qualidade e Piquet pode disputar pela primeira vez o título diretamente. Nelson venceu três provas no ano, mas perdeu o título na penúltima etapa do campeonato para o australiano Alan Jones, da equipe Williams. O piloto brasileiro terminou a temporada como vice-campeão, com 54 pontos. O ano seguinte consagrou (foto ao lado) como um dos grandes pilotos da F-1. O piloto teve novamente que lutar contra a Williams, dessa vez seu maior adversário era o argentino Carlos Reutemann. O título foi disputado até a última etapa, com Piquet se tornando campeão mundial por uma diferença de apenas um ponto ( 50 contra 49 ).No ano seguinte, as inovações técnicas, como a adoção do motor BMW Turbo, fizeram co quem Piquet não tivesse um bom rendimento com sua Brabham. Nelson venceu apenas uma prova no ano.Foi nesse ano que Piquet após abandonar o GP da Alemanha devido a uma colisão com o retardatário Eliseo Salazar, deu um soco na cara do piloto chileno e disse para jornalistas que estavam no autódromo que Salazar não era um piloto e sim um motorista. O brasileiro terminou o ano apenas na 11ª colocação, com 20 pontos.

Em 1983, a equipe Brabham conseguiu dar a Nelson Piquet (foto ao lado) um carro bastante competitivo. O então campeão mundial lutou até a última corrida do ano,o GP da África do Sul, Kyalami, contra o francês Alain Prost. Piquet chegou em 3º lugar na prova e Prost abandonou. Com o resultado, o piloto brasileiro conquistou o bicampeonato mundial, somando 59 pontos.
A temporada de 1984, não foi a esperada por Piquet. O piloto contou com um carro rápido, mas o motor se mostrou nada confiável, fazendo com que ele abandonasse em várias provas no ano. Nelson venceu 2 corridas e terminou o ano em 5º lugar, com 29 pontos. O ano de 1985 foi ainda pior. A Brabham assinou um contrato de fornecimento de pneus Pirelli para a equipe e o time não conseguiu se acertar com eles, tirando Piquet completamente da luta pelo título. O então bicampeão venceu apenas uma corrida, o GP da França e terminou o ano na 8ª posição, com 21pontos.No ano seguinte, Piquet trocou a Brabham pela equipe Williams, que tinha um grande projeto com os motores turbo da Honda. Parecia que a sorte estava sorrindo para Nelson de novo, mas um acidente de helicóptero com o dono da equipe Frank Williams, fez com que outros dirigentes do time favorecessem o outro piloto da equipe, o inglês Nigel Mansell. Mesmo assim, Piquet lutou até a última corrida com Mansell e com Prost, da equipe McLaren. Novamente o pneu Pirelli deixou o brasileiro na mão e também fez com que Mansell abandonasse a prova. O título da temporada ficou com Alain Prost. Piquet terminou o ano em 3º lugar, com 69 pontos.
O ano de 1987, começou com um grande susto para Piquet. Durante testes no circuito de Ímola, em San Marino, no início do ano, um pneu de sua Williams estourou e Nelson perdeu o controle de seu carro e acabou batendo forte no muro da curva Tamburello (foto ao lado). Na mesma curva que em 1989 Berger se acidentou sem maiores gravidades e que em 1994 Ayrton Senna morreu, após colidir no mesmo muro. Piquet disse anos depois, que após esse acidente que ele sofreu, ele nunca mais foi o mesmo, perdeu parte de noção de profundidade e ficou com a visão um pouco prejudicada. Mesmo assim o brasileiro lutou de igual para igual com Nigel Mansell pelo título da temporada. Piquet (foto ao lado) conquistou o tricampeonato mundial com duas etapas de antecipação. Nelson foi favorecido pela ausência de Mansell nas duas últimas corridas do ano, devido a um acidente durante treinos para o GP do Japão. Ao final da temporada, o tricampeão Piquet somou 73 pontos e decidiu sair da Williams e arrumou suas malas para a equipe Lotus, pois o clima com Mansell estava passando do insuportável.
O ano de 1988 foi frustrante para Piquet. Mesmo os motores Honda equipando a Lotus, os ingleses não conseguiram tornar o carro competitivo e o brasileiro ficou sem vencer uma corrida na temporada e fechou o ano na 6ª posição, com 22 pontos.No ano seguinte saíram os motores Honda e vieram os motores Judd para a equipe Lotus. O carro teve desempenho ainda pior e Piquet novamente ficou sem vencer uma corrida na temporada e acabou o ano na 12ª posição, com 12 pontos ganhos. Desiludido com sua atual equipe, Piquet se mudou para a equipe Benetton.No ano de 1990, Piquet teve dias melhores e conseguiu vencer duas provas pela equipe Benetton. Nelson terminou o ano em 3º lugar, com 43 pontos no campeonato, ficando atrás somente do campeão Ayrton Senna ( McLaren ) e do vice Alain Prost ( Ferrari ).
Em 1991, Piquet (foto abaixo) venceu o GP do Canadá de F-1, mas em alguns momentos não conseguiu ter o mesmo desempenho de seu novato companheiro de equipe, o alemão Michael Schumacher.Nelson terminou o ano na 6ª posição com 26,5 pontos. Ao final da temporada Piquet decidiu deixar a categoria máxima do automobilismo mundial, pois sua equipe não tinha uma perspectiva muito boa para o ano de 1992.
Em 1992 após deixar a F-1, Piquet decidiu correr as 500 milhas de Indianápolis e novamente o brasileiro passou por um grande susto. Durante a prova um pneu de seu carro furou, fazendo com que seu carro rodasse esse espatifasse no muro de proteção do circuito (foto abaixo). Piquet teve traumatismo craniano, lesão torácica, múltiplas fraturas nas pernas e nos pés, onde perdeu dois dedos que foram reconstruídos após várias cirurgias.No ano seguinte Piquet surpreendeu e voltou a Indianápolis para disputar as 500 milhas, mas durante a prova, Nelson teve que abandonar por problemas no motor. Após essa prova, Piquet correu raramente em eventos como as 24 horas de Le Mans e as 24 horas de Spa- Francorchamps. Nos dias de hoje, Piquet (foto ao lado) gerencia a carreira de seu filho Nelsinho Piquet, além e ser colunista do jornal esportivo Lance.








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06.02.2010

GP de Las Vegas (Piquet campeão mundial), com narração de Luciano do Valle



GP da África do Sul (Piquet bicampeão mundial), com narração de Galvão Bueno



Melhores momentos do GP do Japão de 1987 (Piquet tricampeão mundial), com narração de Galvão Bueno



GP do Canadá de 1991 (última vitória de Piquet na F-1)


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06.02.2010


A primeira vitória da escuderia Ferrari na história da F-1, ocorreu no GP da Inglaterra de 1951, em Silverstone, com o piloto argentino José Froilán Gonzalez.


.....              BIG BEAR              .....


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06.02.2010
[Keke+Rosberg.jpg]

[Keke+Rosberg+2008.jpg]

Campeão mundial de 1982, Keke Rosberg. Na primeira foto , aparece Rosberg no ano de 1980, aos 32 anos. Na foto mais abaixo, Rosberg aparece no ano de 2008, aos 60 anos de idade.



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06.02.2010
http://www.forumula1.net/images/clay.jpg

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postado por BIG BEAR, às 20:52

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06.02.2010

Quero novamente fazer a minha homenagem a um veterano corajoso, mais um que pertenceu à aquela geração de pilotos polivalentes que ajudou a crescer a competição para aquilo que conhecemos hoje. A sua carreira foi longa, e teve um fim abrupto. Apesar de tudo, não deixou de competir e fazer o que gostava mais. O seu fim pareceu tão irónico, sabendo que escapou à morte por muitas vezes… Falo de Gianclaudio (ou se perferirem, Clay) Regazzoni.

Ao contrário do que se pensa, ele não era italiano de nascimento, mas sim suíço. Nasceu na cidade de Lugano, a 5 de Setembro de 1939. Começou a correr em 1963 e foi campeão europeu de Formula 2 em 1970. No mesmo ano estreou-se na Formula 1, no Grande Premio da Holanda, ao volante de um Ferrari. Na Áustria, acabou em segundo lugar, e na corrida seguinte, o Grande Premio de Itália, obteve a sua primeira vitoria, num fim de semana marcado pela trágica morte de Jochen Rindt, que viria a ser nesse ano o único campeão do mundo a titulo póstumo. No final dessa temporada alcançou 33 pontos e foi terceiro classificado, com uma vitória, quatro pódios, três voltas mais rápidas e uma pole-position, no México.

Em 1971, Clay consegue três terceiros lugares e uma pole, em Inglaterra. No final da temporada, os 13 pontos deram-lhe o sétimo lugar da geral. Em 1972, a Ferrari estava mal, e só conseguiu dois pódiuns, na Espanha e Alemanha. No final da temporada, manteve o sétimo posto do ano anterior, mas desta vez com 15 pontos.

Em 1973, decide ir para a BRM, onde conheceu um jovem austríaco, chamado Niki Lauda. Os dois tornam-se grandes amigos, e na Africa do Sul, Regazzoni esteve prestes a morrer queimado, quando o inglês Mike Hailwood o salvou, e recebeu a George Medal, a mais alta condecoração por bravura. Mas aparte disso, Regazzoni constatou que o carro não era competitivo, e conseguiu apenas dois pontos, apesar de uma pole-position na Argentina.
Em 1974, volta à Ferrari, e recomenda ao "Commendatore" a contratação de Lauda. Este acedeu e formaram uma das melhores duplas dos anos 70. Durante essa temporada, Reggazoni é presença regular no pódio, apesar de só ter ganho uma corrida, em Nurburgring. Quase ganhou o campeonato, mas um 11º lugar em Watkins Glen, devido a problemas de dirigibilidade, viu fugir o sonho do título para Emerson Fittipaldi. No final, consolou-se com o vice-campeonato, com 52 pontos, uma vitória, uma pole-position, três voltas mais rápidas e sete pódios.


Para 1975, “Regga” tinha boas esperanças para a conquista do campeonato, mas Lauda estava em melhor forma. Só ganhou em Monza, e teve mais dois pódios, para além de quatro voltas mais rápidas. Acabou a temporada em quinto na classificação geral, com 25 pontos. Continuou a correr pela marca do Cavalinho Rampante em 1976, mas apesar de um bom inicio de temporada, ganhando em Long Beach, partindo da pole-position, no final da temporada, foi substituído pelo argentino Carlos Reutmann. Terminou em quinto no campeonato, com 31 pontos, uma vitória, uma pole-position, duas voltas mais rápidas e quatro pódios.

Para 1977, arranjou lugar na Ensign, de Morris (Mo) Nunn onde o melhor que conseguiu fora dois quintos lugares e um sexto. Esses cinco pontos1978, mudou-se de armas de bagagens para a Shadow, onde não conseguiu melhor do que dois quintos lugares. Quatro pontos que lhe deram o 17º lugar da geral.

Em 1979, nova mudança, para a Williams. Contratado para o lugar de segundo piloto, aliou a sua veterania (tinha quase 40 anos) com rapidez, e no Mónaco foi segundo, muito perto do vencedor, o Ferrari de Jody Scheckter. E em Silverstone, vai ser ele a fazer história, quando dá a Frank Williams a primeira vitória da equipa, numa corrida onde tudo estava feito para o seu companheiro Alan Jones. Contudo, essa vitória foi comemorada com sumo de laranja, por deferência aos seus patrocinadores sauditas…

No resto da temporada, Regazzoni consegue mais três pódios e duas voltas mais rápidas, terminando a temporada em quinto lugar, com 29 pontos. Apesar desta boa temporada, ele não fica na Williams, que contrata… Carlos Reutmann.

Sem um carro competitivo, Regazzoni volta para a Ensign em 1980, aos 40 anos. Na quarta prova do campeonato, o Grande Premio de Long Beach, Regazzoni sofreu um acidente grave, que provocou a paralisia dos seus membros inferiores. O acidente deveu-se a uma falha de travões, e bateu no carro de Ricardo Zunino, que estava parado, devido a uma falha dos organizadores, que o deviam ter retirado do local. Depois do acidente, Regazzoni processou os organizadores do Grande Prémio, devido às suas evidentes falhas de segurança. Os organizadores ganharam o processo.

A sua carreira ficou assim: 139 Grandes Prémios, em 11 temporadas, cinco vitórias, cinco pole-positions, 15 voltas mais rápidas, 28 pódios, 209 pontos válidos em 212 obtidos.


Mesmo assim, após o fim da sua carreira não deixou de estar activo. Readquiriu a licença de condução, participou em varias corridas, como o Paris-Dakar, em carros e camiões, nas 24 Horas de Le Mans, entre outras actividades, sempre relacionadas com a deficiência física, como uma escola de condução especial, bem como várias campanhas de sensibilização rodoviária.

Acerca da sua paralisia, afirmava filosoficamente: "Vês crianças com cancro, e ficas com vergonha — vais ter muitos bons anos de vida pela frente, coisa que eles não vão ter. Não posso andar, mas posso guiar o meu Ferrari, tenho a minha escola de condução para deficientes, posso correr. Já não estou mais desesperado." Foi também comentador de Formula 1 em canais de TV suíços e italianos, e em 1982 escreveu a sua autobiografia: "E questione di cuore".

Morreu a 15 de Dezembro de 2006, num acidente nos arredores de Parma, quando voltava do Salão de Bolonha. Suspeitou-se de um ataque cardíaco, mas a autópsia excluiu tal hipótese. Tinha 67 anos.

Para finalizar: quando Nigel Roebruck, lendário jornalista do Autosport inglês, perguntou no final de 1979, a razão pelo qual ainda corria aos 40 anos, ele respondeu: “Adoro a Formula 1 e adoro guiar carros de competição. Se é assim então para quê parar?”. Era mesmo uma questão de paixão…

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postado por BIG BEAR, às 20:49

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06.02.2010


Uma homenagem ao ex-piloto suíço Clay Regazzoni, que morreu, após seu carro colidir com um caminhão em uma estrada na região de Parma, norte da Itália. Regazzoni tinha 67 anos. Na F-1, Clay conquistou 5 poles positions, 5 vitórias e um vice-campeoanto mundial, no ano de 1974. No ano de 1980, Regazzoni sofreu um grave acidente no GP dos Estados Unidos e ficou paraplégico. Desde então, ele vinha ajudando pessoas portadoras de deficiência física até a sua morte. Apesar de nunca ter sido campeão, Regazzoni foi um grande nome da história da categoria e é lembrado até hoje com grande respeito.


......................Big Bear......................



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06.02.2010


A propaganda de hoje, é um anúncio da Brahma de 1975, homenageando o piloto brasileiro José Carlos Pace (foto), pela vitória conquistada no GP do Brasil daquele mesmo ano.

Big Bear. Big Bear.

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06.02.2010


A primeira vitória brasileira na F-1, foi no GP dos Estados Unidos de 1970 , em Watkins Glen, com Emerson Fittipaldi, da equipe Lotus (foto).

 __________BIG BEAR__________


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06.02.2010

b&B volkswagen golf r

Clique na imagem para ampliar (alta resolução - High Resolution)


A preparadora B&B Automobiltechnik, revelou hoje na Europa três novos pacotes esportivo para o Golf R. O kit mais potente é capaz de elevar a potência do carro para 362 cavalos, porém o mais impressionante é o seu desempenho após a preparação.

BB volkswagen golf r tuning

De acordo com a B&B o hatch pode alcançar mais de 280 quilômetros por hora, ( 30 km/h a mais do que o modelo convencional) a aceleração de zero a 100 km/h é feita em apenas 4.8 segundos.

Além do pacote esportivos de 362 CV, a preparadora irá lançar um kit de 310 cavalos e outro de 324 CV de potência. Por enquanto não foram divulgados informações sobre o desempenho desses outros kits.

Além do upgrade na motorização, o Golf R também não ganhou alterações visuais, a não ser a nova pintura preta. O cliente poderá equipar o Volkswagen com rodas de liga leve exclusivas de 19 ou 20 polegadas na mesma cor da carroceria.

volkswagen golf r tuning

Por último a B&B instalou um suspensão esportiva ajustável, que pode ser rebaixada em até 30mm e um sistema de freios desenvolvidos para carros de alta perfomace.

O preço dos pacotes esportivos ainda não foram definidos, eles deverão começar a ser vendidos em breve.

******BIG BEAR****** 

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05.02.2010

ford ecosport xlt 2011

Faltando um dia para a apresentação a imprensa, a Ford revelou as primeiras imagens oficiais do novo EcoSport. As mudanças visuais, foram poucas a princiapal delas é a nova grade dianteira com três barras ao invés de uma, inspirada em outros modelos da Ford, como o Edge e o Fusion. Na versão de entrada a grade agora é pintada na cor da carroceria.

novo ford ecosport 4x4 2011

Outra novidade é o nome do carro em cima do capô, além disto o Ecosport 2011 traz barras de teto, novos frisos laterais, as rodas de alumínio aro 15 receberam um novo desenho, e nas versões FreeStyle e 4WD o EcoSport vem equipado com fárois de máscara negra.

interior ford ecosport 2010 - 2011

No interior as alterações realizada pela Ford foram ainda mais discretas, o quadro de instrumentos recebeu uma nova grafia e iluminação permanente. O EcoSport ganhou novos revestimentos nos bancos e nas portas e funções de aviso de farol ligado, portas abertas e manuntenção.  A versão XLS ganhou um nova chave tipo canivete com keyless, já o EcoSport FreeStyle passou a ser equipado com computador de bordo e o volante ganhou os comandos do sistema de áudio.

 novo ecosport

As opções de motorização são as mesmas da linha 2010. O Freestyle 1.6 L chegará as concessionárias da Ford custando R$ 57,190 esta versão sozinha representa 50% das vendas do modelo. Já o EcoSport Freestyle 2.0 L custa a partir de R$ 59,480. Confira abaixo as versões e tabela de preço do Ford EcoSport 2011.

EcoSport Freestyle 1.6- R$ 57,190
EcoSport Freestyle 2.0- R$ 59,480
EcoSport XLT 1.6 com airbags frontais- R$ 58,190
EcoSport XLT 2.0 automático com airbags frontais e freios ABS- R$ 60,910
EcoSport 4WD R$ 61,880.

ford ecosport freestyle 2011

Acima a Ecosport 4WD (4×4) que parte de R$61.880


..............BIG BEAR..............


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04.02.2010
PORSCHE 356 - 1965 DE JANIS JOPLIN





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04.02.2010
ROLLS ROYCE - PHANTOM V 1965







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04.02.2010
A Diecast Super Convention (convensão de Las Vegas) que se realizará entre 18 e 21 de fevereiro em Las Vegas (O que é obvio, pois certamente ela não será em Honolulu).
Vão ser lançadas nela, três modelos exclusivos de Drag Bus, todas criadas pela  Liberty Promotions;  A Regular Run, com tiragem de 1000 exemplares (azul e branca), a Rebel Run, com tiragem de 250 exemplares e a (roxa e preta) e a Charity Bus, também 250 exemplares (rosa, spectraflame, semelhante a classic).
A Charity Bus será distribuida entre os participantes da convenção, não há outro modo de consegui-la.


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04.02.2010

Rubens Barrichello conduz FW32 em Valência 

Rubens Barrichello conduz FW32 em Valência

Rubens Barrichello, piloto da Williams, afirmou nesta quinta-feira que sua experiência na F-1 guiando carros com o tanque de combustível completamente cheio não será válida para a temporada de 2010.
A última temporada na qual o reabastecimento era proibido ocorreu em 1993, ano de estreia do brasileiro. Do grid atual, apenas ele e Michael Schumacher já andaram na categoria com este regulamento.
No entanto, para Rubens, não há nenhuma semelhança entre a situação vivida há 17 anos e a que será experimentada na próxima temporada.
"Ainda é cedo para julgar", disse o brasileiro. "Mas como piloto, não será muito divertido largar na corrida com 160 kg de combustível. Nas primeiras voltas, obviamente, você está falando de cerca de 4s mais lento, o que é ruim para qualquer piloto."
"Mas é uma técnica diferente, uma abordagem diferente. É um desafio, um novo desafio para todos."
"Acho que é muito diferente da última vez em que o reabastecimento era proibido. As pessoas dizem que eu e Michael somos os únicos com a experiência de pilotar com os tanques cheios. Mas é muito, muito diferente de 1993, quando nós pilotávamos assim. Então, é uma experiência inédita", encerrou.

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03.02.2010
  • Mais de 36 mil fãs compareceram ao circuito de Valência para ver Alonso pilotar o F10 pela 1ª vez

    Mais de 36 mil fãs compareceram ao circuito de Valência para ver Alonso pilotar o F10 pela 1ª vez


No dia em que Fernando Alonso pilotou a Ferrari pela primeira vez, a Fórmula 1 teve um teste atípico em Valência. Nesta quarta-feira, 36.400 pessoas pagaram ingressos que variaram de 5 a 25 euros para ver o ídolo espanhol dar suas primeiras voltas à bordo do famoso carro vermelho. Ao todo, 59.100 pessoas assistiram aos três dias de ensaios no circuito Ricardo Tormo.

Alonso retribuiu o apoio logo pela manhã, quando cravou o melhor tempo da semana, com 1min11s470. O tempo indicou uma boa vantagem da Ferrari em relação às adversárias, já que o espanhol ainda deu mais oito voltas após marcar o melhor tempo do dia antes de retornar aos boxes, o que mostra que o tempo não foi resultado de um tanque totalmente vazio.

Na parte da tarde, o bicampeão mundial andou com o tanque mais cheio, aparentemente simulando situações de corrida, e fechou um total de 127 voltas. Com o melhor tempo de Alonso, a Ferrari selou um domínio nos três primeiros dias de testes coletivos. Segunda e terça, o brasileiro Felipe Massa foi o mais rápido, e apenas os dois pilotos da equipe italiana conseguiram andar na casa do 1min11s em Valência.

Para Alonso, o domínio da Ferrari nos três dias não quer dizer que a equipe seja franca favorita. "Acho que talvez a gente tenha feito o melhor tempo nos três dias por causa da quantidade de combustível ou qualquer outra coisa, ou porque estamos muito competitivos mesmo. Mas antes de sermos competitivos, precisamos dar muitas voltas para ter certeza que o carro é confiável e pode terminar todos os GPs", falou o espanhol.

A Sauber continuou sendo a maior surpresa dos treinos, com Pedro De La Rosa fechando o dia com o segundo tempo, ao cravar 1min12s094. Com esta marca, o espanhol ficou com o quarto melhor tempo da semana, atrás apenas da dupla ferrarista e de seu companheiro de equipe, Kamui Kobayashi, terceiro mais rápido.

TEMPOS COMBINADOS DOS TREINOS *

1.F. Alonso (Ferrari) 1min11s470
2. F. Massa (Ferrari) 1min11s722
3. K. Kobayashi (Sauber) 1min12s056
4. P. de la Rosa (Sauber) 1min12s094
5. L. Hamilton (McLaren) 1min12s256
6. R. Kubica (Renault) 1min12s426
7. M. Schumacher (Mercedes) 1min12s438
8. J. Alguersuari (Toro Rosso) 1min12s576
9. N. Rosberg (Mercedes) 1min12s899
10. J. Button (McLaren) 1min12s951
12. R. Barrichello (Williams) 1min13s377
  • * Considerando os três dias de testes em Valência


Michael Schumacher foi o terceiro do dia, ao fazer 1min12s438. Em seu primeiro dia completo de testes com a Mercedes, o alemão teve de abandonar o treino um pouco antes do esperado, por causa de “um pequeno problema hidráulico”, como ele mesmo explicou. No geral dos três dias, o heptacampeão mundial ficou com o sétimo melhor tempo.

Jaime Alguersuari (Toro Rosso), ficou com o quarto tempo nesta quarta, colocando a Toro Rosso como a oitava mais rápida nos tempos combinados. Jenson Button foi o quinto com a McLaren e apenas o décimo no geral dos testes de Valência.

Além de comemorar o bom desempenho de Alonso na tabela de tempos, a torcida que encheu as arquibancadas do circuito Ricardo Tormo aproveitou qualquer motivo para apoiar seu ídolo. Em determinado momento durante o período da tarde, Alonso e o atual campeão Jenson Button eram os únicos carros na pista.

Segundo o site da revista inglesa Autosport, a torcida foi ao delírio e soltou fogos das arquibancadas quando Alonso se aproximou de Button e os dois fizeram uma espécie de corrida “particular” por algumas voltas.

No final do treino, os três espanhóis foram para a pista, para alegria geral dos fãs. Até o jovem Alguersuari, que tem oito corridas e nenhum ponto no currículo, recebeu apoio incondicional da torcida espanhola, que gritava “Jaime, Jaime, Jaime”, ainda segundo a Autosport.


Confira os tempos desta quarta em Valência:

1. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 1min11s470 (127 voltas)
2. Pedro De La Rosa (ESP/Sauber Ferrari), 1min12s094 (79)
3. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 1min12s438 (82)
4. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso), 1min12s576 (96)
5. Jenson Button (ING/McLaren), 1min12s951 (82)
6. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1min13s097 (75)

7. Nico Hulkenberg (ALE/Williams), 1min13s669 (126)


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03.02.2010
F1: Mundial 2010 estreia nova pontuação

O Mundial de Fórmula 1 de 2010 vai estrear um novo sistema de pontuação – apenas a terceira alteração nos 60 anos da história da competição. O novo sistema, aprovado pela Comissão de Fórmula 1, aumenta de oito para dez os lugares pontuáveis e aumenta para sete pontos a diferença entre o primeiro e o segundo classificados, valorizando as vitórias. Esta proposta deve ser ainda aprovada pelo Conselho Mundial do Desporto.

Em Dezembro, a FIA decidiu substituir o “velho” sistema 10-8-6-5-4-3-2-1 por outro “copiado” do campeonato MotoGP (25-20-15-10-8-6-5-3-2-1), passando de oito para dez os pilotos que somam pontos (devido ao alargamento da grelha de 20 para 26 carros) e aumentando a diferença entre alguns lugares. Mas o sistema não resistiu a uma primeira comparação – não haveria nenhuma alteração de campeão nos últimos dez anos.

O novo sistema mantém a pontuação para os dez primeiros classificados, mas aumenta de cinco para sete pontos a vantagem do primeiro em relação ao segundo, que terá uma vantagem de apenas três pontos sobre o terceiro, a mesma que este terá sobre o quarto classificado. Daí até ao nono lugar, a diferença é de dois pontos, para o décimo colocado receber um ponto.

O sistema agora aprovado é: 25-18-15-12-10-8-6-4-2-1.

Algumas equipas também defenderam a atribuição de pontos extra para a 'pole position' e para a volta mais rápida em corrida, mas a proposta não foi acolhida por unanimidade e não será colocada em prática. Foi também discutida a possibilidade de introduzir a obrigatoriedade de duas paragens nas 'boxes', num ano em que os reabastecimentos serão proibidos, mas também essa proposta não foi aprovada. Os pilotos continuam a ter de parar uma vez nas 'boxes', para uma troca de pneus necessária para utilizarem os dois tipos de borracha disponíveis em cada corrida.

Pontuação Fórmula 1

Posição 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º
2009 - 10 8 6 5 4 3 2 1 - -
2010 - 25 18 15 12 10 8 6 4 2 1

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03.02.2010

Elio de Angelis. Foi um dos pilotos mais populares na Formula 1 dos anos 80, com um caracter diferente dos seus colegas, pois para além de ser um jovem extremamente educado e um exímio pianista, o seu talento na condução levou-o à categoria rainha do desporto automovel. De Angelis corria sobretudo por prazer, não sendo um daqueles pilotos que arriscaria o pescoço por um bom resultado. Piloto cauteloso, jogava muito pelo seguro, sendo pouco agressivo, embora rápido. Apenas conduzia no seu máximo quando o carro estava completamente a seu gosto, caso contrário, nunca ia até aos limites.


Proveniente de uma família abastada, Elio de Angelis nasceu em Roma a 26 de Março de 1958. Era filho de um engenheiro civil, que usava o dinheiro da sua empresa para fundar a carreira de Elio, que era o mais velho de quatro irmãos. Começou no Karting, passando depois para a Formula 3, onde se sagrou campeão em 1977, batendo o seu compatriota Piercarlo Ghinzani. No ano seguinte venceu a prestigiada corrida de F3 do Mónaco, e isso abriu-lhe as portas para a F2. Contudo, os seus resultados não foram dignos de nota.


Em finais de 1978 a equipa de F1 Shadow Cars estava em graves problemas financeiros e Don Nichols contratou dois jovens pilotos, ambos estreantes na categoria e a trazerem dinheiro para pagar o lugar: o holandês Jan Lammers e Elio de Angelis, que se tornou assim um dos pilotos mais jovens a correr na F1, pois com apenas 20 anos já tinha assegurado um lugar a tempo inteiro. O Shadow DN9B não era competitivo, mas mesmo assim, no GPEUA, em Watkins Glen, De Angelis conseguiu um fenomenal 4º lugar com um carro de terceira categoria, mas fora isso os resultados foram fracos. Acabou em 15º lugar no campeonato, com três pontos.


No final da época, a transferência de Carlos Reutemann da Lotus para a Williams, abriu-lhe um lugar, que De Angelis ocupou prontamente, quebrando o contrato de dois anos com a equipa americana. Nichols tentou persuadi-lo a ficar, mas já não o queria pelo seu dinheiro. Queria-o pelo seu talento.


A temporada de 1980 começou com De Angelis a mostrar porque merecia dispor de equipamento competitivo, quando terminou na 2º lugar no GP do Brasil, logo na sua segunda corrida com a equipa. Por pouco não era o piloto mais jovem de sempre a vencer 1 GP… Terminou o ano num respeitável 7º lugar no campeonato, com 13 pontos e um pódio.


O ano seguinte foi algo atribulado, pois o radical Lotus 88 tinha sido banido nas duas corridas em que foi inscrito por irregularidades técnicas. Mesmo assim, De Angelis socorreu-se do modelo “regular”, o Lotus 81, para se tornar um regular marcador de pontos, que o levaram ao 8º lugar final, com 14 pontos, mas sem pódios. De Angelis agora fazia equipa com Nigel Mansell, e o feitio exuberante do “brutânico” era exactamente o oposto do suave De Angelis. O italiano chegou mesmo a considerá-lo isso mesmo: um “bruto perigoso”...


No inicio da época de 1982, quando aconteceu a greve de pilotos de Kyalami, na prova inaugural do campeonato, o italiano utilizou os seus dotes de pianista para entreter os seus colegas pilotos, tocando a noite toda… Mas foi nesse mesmo ano que De Angelis conseguiu aquilo que queria: a sua primeira vitória na F1.
Isso aconteceu em Zeltweg, no GP da Áustria, no que foi uma das chegadas mais próximas de sempre na história de F1. O piloto da Lotus bateu o Williams de Keke Rosberg pelo nariz do carro e pouco mais! Foi qualquer coisa como 0.005 segundos, tornando-se um dos 11 pilotos que venceram corridas nessa dramática e turbulenta temporada. Mas essa vitória seria a última que Colin Chapman iria asistir em vida… No final, foi o seu único pódio desse ano, ficando classificado no 9º lugar da geral, com 24 pontos.


Em 1983, a primeira temporada sem Colin Chapman, a Lotus aderiu ao clube turbo usando motores Renault, mas mesmo assim, o Lotus 93 T estava longe de ser um dos melhores do pelotão, e com ele, as prestações de De Angelis ressentiram-se. Mas no GP da Europa, em Brands Hatch, consegue a sua primeira “pole-position”. No final do campeonato, um pobre 17º lugar da geral, com apenas 2 pontos e a “pole” de Brands Hatch foi o melhor que conseguiu.


Em 1984 a situação para De Angelis e para a Lotus melhora: o francês Gerard Ducarouge é contratado, e em apenas 5 semanas desenha o competitivo Lotus 94T. De Angelis teve a sua melhor temporada de sempre, começando com uma surpreendente “pole-position” no GP do Brasil, acabando essa corrida no 3º lugar. A sua regularidade a nível de resultados é tal, que chega a liderar o campeonato a meio da época, apesar de nunca ter ganho uma corrida. Acaba a época com quatro pódios, sendo o seu melhor resultado um segundo lugar em Detroit, e terceiros lugares em San Marino e Dallas. O óptimo 3º lugar final, com 34 pontos, uma “pole” e quatro pódios é a recompensa das consistentes e boas performances.

Para 1985, Mansell é substituído pelo brasileiro Ayrton Senna da Silva. O brasileiro batia constantemente o seu companheiro de equipa, vencendo logo na sua segunda corrida com a nova equipa. Em qualificação a situação também repetia-se e De Angelis começou a desgostar-se com a situação na equipa, pois o seu estatuto de primeiro piloto estava em causa.


Não se dava bem com Senna: considerava-o ainda mais bruto e perigoso do que Mansell. Os dois chegaram mesmo a agredir-se, quando Senna não deixou De Angelis ultrapassá-lo recorrendo a manobras extremamente agressivas. Foi preciso muito para fazer o italiano perder as estribeiras…

Mas isso não impediu de ganhar corridas. Venceu em Imola, na terceira prova do campeonato, numa corrida em que o vencedor, Alain Prost, cortou a meta em primeiro, mas o seu carro era dois quilos mais leve do que o mínimo exigido. Sendo assim, herdou a sua segunda e última vitória na Formula 1. No Canadá conseguiu bater o seu companheiro de equipa, fazendo a “pole-position”. A sua regularidade foi compensada com um 5º lugar final, com 33 pontos, uma vitória, três pódios e uma "pole-position".

Mas, no final da temporada, os responsáveis da Lotus disseram que De Angelis apenas continuaria na equipa se aceitasse o papel de segundo piloto para Senna, o que recusou. Assim sendo, em 1986 De Angelis juntou-se à Brabham, fazendo equipa com o seu compatriota Ricardo Patrese.

Ambos pilotavam o radical BT 55 “skateboard” desenhado por Gordon Murray, um carro incrivelmente baixo, cujo centro de gravidade era tão baixo que os pilotos praticamente tinham que se deitar para guiar o carro… O carro revelou-se problemático, com problemas de fiabilidade e parcos resultados quando terminava as provas.

Após o GP do Mónaco, De Angelis, sempre dando o seu máximo para desenvolver o carro, pediu para ocupar o lugar de Patrese numa sessão de treinos privados no circuito francês de Paul Ricard, a 14 de Maio de 1986.

Nesse dia, Elio seguia a mais de 290 Km/h nas curvas Verrerie quando o aerofólio traseiro desprendeu-se. Desprovido de downforce atrás, o carro levantou voo durante mais de 100 metros, seguindo-se uma série de cambalhotas que destruíram completamente o carro, que se imobilizou ao pé do rail virado ao contrário, com o motor a pegar fogo.

Os primeiros a chegar ao local do acidente foram o Lola de Alan Jones e o Williams de Nigel Mansell, que também testavam, e um comissário de calções munido somente de um extintor, mas não conseguiram virar o carro ou apagar o fogo. Os socorros chegaram apenas dez minutos depois sobre a forma da equipa da Brabham, que conseguiram extinguir o incêndio e retirar De Angelis do carro. O helicóptero de resgate apenas apareceu meia hora depois, porque o circuito não tinha.

Toda essa demora levou a que o piloto sofresse graves lesões cerebrais da asfixia pelo fumo do incêndio, pois apesar dos destroços do carro se resumirem ao cockpit e pouco mais, Elio apenas partiu uma clavícula e queimou ligeiramente as costas. De Angelis sucumbiu aos ferimentos num hospital em Marselha na madrugada do dia seguinte, com apenas 28 anos. Foram os mal equipados meios de resgate que o fizeram perder a vida, pois caso fosse assistido mais eficientemente, poderia ter-se salvo.

Devido à sua grande popularidade, a morte de Elio De Angelis chocou o Mundo da F1. Depois daquele acidente, os meios de segurança nos circuitos de F1 foram remodelados, e tanto em treinos privados como em corrida, os meios passaram a ser os mesmos, além de começarem a surgir normas para reduzir a potência dos motores.


No cômputo geral, a carreira dele resume-se a 109 Grandes Prémios, em sete temporadas, conseguindo duas vitórias, três “pole-positions”, nove pódios, num total de 123.

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03.02.2010



O novo Classic saiu da toca e anda andando em São Paulo, com alguns flagras, já percebe-se que ficou igual o antigo chinês Sail (foto) que recebeu uma nova roupagem a pouco tempo. Tanto na traseira quanto na dianteira ele tem o mesmo design da versão dos chinêses.Ele deverá ser lançado dentro de alguns meses.

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03.02.2010

Vindo direto da China, a Effa não é uma marca muito famosa entre os Chineses. Ja era vendido em São Paulo, agora a marca Effa abriu uma concessionária, no rio grande do sul ficará na rs 239 n 5313 em parobe, frente dos calçados bibi, 51 35433866 que comercializará 4 primeiros modelos importados diretamente da China.
O mais esperado é o Effa M100 que custa apartir de r$21.980,contra r$23,160 do segundo carro mais barato, Mille 1x0 pro M100. A vantagem não pára por aí: o chinês já vem com ar-condicionado, pára-choques pintados, travas e vidros elétricos (janelas dianteiras). Sem contar travas e vidros elétricos (vendidos em um pacote), Mille de quatro portas com ar-condicionado e pára-choques pintados vai a R$ 29.757, ainda o chinês vem com 2 anos de garantia ou 50mil km rodados, e o Mille 1 ano. 2x0 pro chinês.
Além do preço atraente, o Effa tem visual simpático, resultado do trabalho encomendado ao estúdio italiano Bertone. O monovolume tem linhas simples e agradáveis. Outro ponto para ele. O quarto ponto do chinês apareceu no teste de consumo: o modelo fez 12,6 km/l na cidade e 17,6 km/l na estrada.
Bom até agora o Effa é um carro barato e muito, mas ai chega a parte que muitas pessoas ficam em duvida.
Com o tanque cheio o carro era invadido por um cheiro forte de gasolina, e a gasolina vaza com o tanque completamente cheio, na se foi um ponto.
O Effa ainda tem um forte ruído vindo do sistema de transmissão.
Ainda quando chover, os limpadores de vidros se comunicam com o passageiro em toda viagem,Falando nisso, o Effa não tem nem limpador nem desembaçador no vidro traseiro.
O motor da Suzuki usado no M100 TEM 47cv, contra 66cv do Mille, um dos motores mais fracos de carros aqui no Brasil.
O Effa tem suspensão muito macia. Isso faz com que o carro balance muito nas curvas, passando insegurança para quem está no carro.
Bom o preço e cara de simpático pode chamar atenção de muita gente, mas fique atento, preste muita atenção e tente saber um pouco mais do carro antes de compra-lo.


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03.02.2010


Em 1964 foi lançado o mustang,e nesta época a Ford já trabalhava com um fazendeiro que criava galinhas, mas adorava corrida, seu no era Carroll Shelby, e foi graças a ele que a Ford venceu varias corridas de Le Mans com o Ford GT40, tirando tirando do topo as grandes Ferraris daquela época.


Em 1965 Carroll Shelby pegou seu mustang fastback zero km e levou para sua oficina para dar uma melhorada, então nasceu o grande Shelby GT350, que conquistou varias corridas pelo mundo todo.


Para ter esse monstro do asfalto na garagem naquela época, era necessário 1 milhão de dólares na mão.


Mas neste ano o Shelby GT350 comemora 45 anos, e em homenagem ao carro, foi lançado o 2011 Ford Shelby GT350, que é um Mustang com motor V8 de 5 litros preparado pela Shelby American, e terá 500 unidades produzidas inicialmente ao preço de 63 mil dólares.


Mas quem ja tem um Mustang é quer ter o GT350 a Ford tambem pode instala um kit em um Mustang já usado. O valor do kit é de33.995 dólares, e o esportivo ganha supercharger que eleva a potência para 500 cavalos, suspensão especial da Ford Racing, freios especiais Baer, escape da Borla, rodas Cragar, etc.

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03.02.2010


Em 2010 o Uno passará por uma grande transformação, sobrando do antigo modelo só o nome.
Ele entra no mercado apartir de Abril entre o Mille e o palio, e deve ser o estreante dos novos motores da Fiat, 1.0 tritec, 1.4 tritec, ele será vendido no mercado primeiro com a versão simples 2p e 4p, e depois vem com a versão Way( da foto em cima) que é uma versão mais aventureira do Uno com suspensão mais alta e com estilo adventure da Fiat.
No interior ele muda completamente, Painel novo, estofamento novo, e devem vim de série os aibarg, que seram obrigatório para que dirigi e o passageiro da frente.
Em 2012 o Novo uno vai ganhar um motor 0.9 turbo, e ficará mais barato ocupando o lugar do Mille que não vai resistir as novos padrões rigorosos de poluição.

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03.02.2010





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03.02.2010

Fundada em São Paulo a 26 de janeiro de 1925, a GM do Brasil começou a operar com um capital de 275 mil dólares, integralizado pela General Motors Corporation dos Estados Unidos. De suas instalações localizadas no bairro do Ipiranga saiu, em setembro de 1925, o primeiro veículo Chevrolet montado no Brasil.

Iniciando com a montagem de 25 veículos por dia, em 1927 a filial brasileira da GM já fabricava 180 unidades diárias. Com o crescimento da produção, o estabelecimento tornou-se insuficiente, impondo a necessidade de uma nova fábrica, construída em São Caetano do Sul, com 45 mil m2 de área coberta, e inaugurada em 1930.


Em 1927 a GMB comemora o lançamento do 25.000º veículo Chevrot montado no Brasil
 

Interessada em desenvolver uma produção nacional, a GMB deu seu primeiro passo nesse sentido construindo, em 1932, um ônibus de carroceria inteiramente brasileira. Nove anos depois, a empresa comemorava a montagem de seu 150.000º veículo. Nessa época, porém, a GMB já sentia as conseqüências da II Guerra Mundial e teve que se integrar ao esforço bélico em que o país se empenhava. Produziu 2 mil aparelhos de gasogênio – sistema utilizado na época do conflito, como alternativa de combustível para os autoveículos, ante a escassez de gasolina – e em 1943 começou a fabricar molas e baterias.


Desfile realizado pela GM do Brasil, no Viaduto do Chá, em São Paulo, no dia 31 de janeiro de 1931, para apresentação dos modelos Chevrolet daquele ano.
 

Em 1948 a GMB construiu a primeira carroceria de ônibus inteiramente metálica que utilizava somente matérias-primas nacionais. No ano seguinte, devido à significativa expansão da produção, duplicou-se a área coberta da fábrica de São Caetano.

Em 1950, o presidente da república Getúlio Vargas, criou a Comissão de Desenvolvimento Nacional, cuja principal tarefa seria a coordenação do grande surto industrial do pós-guerra. Um dos setores que mais preocupavam o governo era o automobilístico, devido às perdas de divisas geradas pela importação de veículos> Integrando-se à nacionalização, a GMB passou a equipar suas camionetas com caçambas metálicas brasileiras e, no ano seguinte, iniciou a produção dos refrigeradores da marca Frigidaire, dentro de uma política de diversificação de produtos. Visando a diminuir a perda de divisas, o governo brasileiro resolveu limitar em 1953, a importação de peças e componentes mecânicos, decidindo que só poderiam ser comprados nos exterior os que não tivessem similares fabricados no Brasil; além disso, vetou totalmente a importação de veículos a motor já montados.

Essa medida estimulou as montadoras e fabricantes de automóveis: a GMB, por exemplo, comprou uma gleba de 1680 mil m2 em São José dos Campos para expansão e nacionalização integral de seus produtos. De fato, no ano seguinte, construiu os primeiros veículos com cabinas inteiramente nacionais.

Como conseqüência da política governamental, criou-se em 1956 o GEIA – Grupo Executivo da Indústria Automobilística -, que, no mesmo ano, aprovou o plano de fabricação de caminhões Chevrolet.

Logo depois, a GMB iniciou a construção da fábrica de motores em São José dos Campos (que ficaria pronta em 1959). Na época, a empresa lançou o primeiro caminhão Chevrolet brasileiro (com índice de nacionalização superior a 50%) e a camioneta Chevrolet, também aprovada pelo GEIA.


Perua Chevrolet Amazonas, fabricada no Brasil na década de 50 e substituída pela Veraneio em 1964
 

Em 1964 deu-se o lançamento da perua Veraneio, inicialmente chamada C-1416, planejada e ferramentada no Brasil. O mesmo ocorreu com o automóvel Opala – fusão do nome de dois produtos da GM no exterior (Opel e Impala) -, primeiro carro brasileiro com a marca Chevrolet, cujo projeto teve início em 1966.

Em 1970 as fábricas da GMB sofreram novas ampliações para que se iniciasse a produção do Chevette, carro pequeno, também de concepção inteiramente nacional. O Chevette exigiu investimento superior a 100 milhões de dólares para a preparação da linha de montagem em São José dos Campos, em uma área construída de 145 mil m2. Apresentado no Brasil em abril de 1973, o Chevette, com algumas modificações e com o nome Kadett, foi lançado na Alemanha seis meses mais tarde.

Em 1972 a GMB obteve aprovação de um novo projeto industrial: a Terez GM do Brasil, localizada em Belo Horizonte, para produção de caminhões fora-de-estrada, motoescavadoras e pás-carregadeiras. Na mesma época, a empresa iniciou a construção de outra divisão industrial em São José dos Campos, com funcionamento previsto para 1976, na qual aplicou 1.000 milhões de cruzeiros, para a fabricação de motores diesel de três, quatro e seis cilindros.

No ano de 1974 a GMB alcançou a produção de 182.319 veículos, a maioria deles representada pelo Opala (51.072) e pelo Chevette (75.249). Para melhor acompanhar seu intenso desenvolvimento, a empresa dividiu-se  internamente em três grandes grupos: automotivo, terex e diesel.

 

OPALA, O PRIMEIRO

Depois de quase dois anos de expectativa, o Chevrolet Opala finalmente tornou-se conhecido do público consumidor brasileiro. No Salão do Automóvel de 1968, ele foi mostrado em quatro versões, todas de quatro portas: Opala com quatro ou seis cilindros e Opala de Luxo, também cm quatro ou seis cilindros. Todos os modelos ofereciam conforto para seis pessoas, bancos dianteiros inteiriços, câmbio de três velocidades à frente com alavanca na coluna de direção, painel com poucos instrumentos (mesmo nos modelos de luxo), boa dirigibilidade e espaçoso porta-malas.


Opala De Luxo e Standard 1969, primeiro carro brasileiro com a marca Chevrolet
 

O motor de quatro cilindros, denominado 153 (2.508cm3, relação de compressão 7:1), desenvolvia a potência de 80cv a 3800 rpm, com torque máximo de 18 kgm a 2600 rpm, atingindo a velocidade máxima de 145 km/h. Seu consumo em condições normais de uso situava-se entre 7 e 8 km/litro, chegando a 10 km/l na estrada, em velocidade constante. O modelo equipado com motor de seis cilindros (3800cm3, igual relação de compressão) desenvolvia 125cv de potência a 4400 rpm, com torque máximo de 26,2 kgm a 2400 rpm. Atingia cerca de 170 km/h e seu consumo era de 6 a 8 km/litro.

Ambas as versões do Opala tinham mecânica convencional, carroceria monobloco, suspensão dianteira independente com molas helicoidais, suspensão traseira com eixo rígido e molas helicoidais, freios a tambor com sistema de auto-regulagem. O motor – refrigerado a água, com válvulas na cabeça e comando no bloco – localizava-se na parte dianteira, com transmissão às rodas traseiras. O modelo de seis cilindros, por sua boa relação peso/potência (cerca de 9kg/cv), era um dos veículos nacionais mais velozes e de maior aceleração (de 0 a 100 em 13,3 segundos).

A linha Opala começou a diversificar-se em 1970, quando a GMB introduziu as versões SS (Separated Seats, isto é, “assentos separados”) e Gran Luxo, ambas com quatro portas. Os Opala SS e Gran Luxo utilizavam motor mais potente: o 250, de 4100cm3 (148cv de potência a 4000rpm), propulsor que representava uma evolução do motor 153, de quatro cilindros.

Esses novos modelos vinham equipados com diferencial de deslizamento limitado (uma espécie de autoblocante), freios a disco servoassistidos (com duplo circuito hidráulico) e barra estabilizadora na suspensão traseira. O Opala SS tinha câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho e, externamente, faixas pretas que o tornavam mais esportivo. O Gran Luxo apresentava o acabamento mais requintado da linha.


Opala Gran Luxo 1971

Os cupês que trouxeram uma imagem mais esportiva e de carros compactos à linha Opala apareceram em 1971. Caracterizavam-se principalmente pela ausência de colunas laterais, teto puxado para trás (estilo fastback) e perfil alongado. Inicialmente, surgiram na versão cupê o SS e o GL e, depois, os modelos Especial e de Luxo.


Opala SS 1971 quatro portas com motor de 4100 cm3
 

Paralelamente ao lançamento dos cupês, a GMB cessou a produção dos motores 3800 cm3, procurando criar uma caracterização precisa da diferença mecânica existente entre os modelos de quatro e de seis cilindros. Desapareceu também a versão SS quatro portas, uma vez que, como carro esportivo, era melhor representada pela versão de duas portas.

Como opção permanente, a GMB oferecia dois tipos de caixa de mudanças: três velocidades e alavanca na direção, ou quatro velocidades e alavanca no assoalho. Esta última opção pretendia oferecer agilidade, melhor desempenho e economia de combustível. Especialmente aos modelos de quatro cilindros.

No fim de 1973 toda a linha Opala sofreu modificações. A mais significativa foi alteração da mecânica do modelo de quatro cilindros: aumentou-se o diâmetro dos cilindros e reduziu-se o curso dos pistões. Esse motor, que recebeu a denominação de 151, permitia balanceamento mais apurado das cargas e conseqüente diminuição das vibrações. Apesar de manter-se quase inalterada a cilindrada (2.474 cm3), houve considerável aumento de potência, que passou para 90cv a 4500rpm. Paralelamente, introduziu-se o sistema de transmissão automática, opcional para os modelos de seis cilindros e que se estendeu, em 1974, também aos carros equipados com motor de quatro cilindros.

Em matéria de estilo, as mudanças mais decisivas ocorreram em 1975. Os modelos apresentados no Salão do Automóvel de 1974 exibiam importantes modificações estilísticas: tanto a parte dianteira quanto a traseira totalmente redesenhadas. O capô do motor recebeu um ressalto central e abria-se de trás para a frente, garantindo maior segurança; os faróis redondos encaixavam-se em molduras quadradas; as lanternas dianteiras foram instaladas na ponta dos pára-lamas; a grade dianteira, pintada em preto fosco, apresentava dois frisos horizontais. Na parte traseira, havia quatro lanternas redondas; as duas internas funcionavam apenas como refletores e seu centro branco como luz de ré. A linha quase vertical da traseira sofreu leve inclinação, tornado-se mais “agressiva”.


Opala SS seis cilindros de 1974
 

Às modificações estilísticas – inclusive interiores, visando à maior segurança – seguiram-se alterações na linha de produção. Surgiu a perua Caravan, um projeto de utilitário iniciado em 1971, quando havia surgido a linha dos cupês. Esse Station Wagon, apresentado numa única versão – com motor de quatro cilindros -, que podia receber, opcionalmente,  motor de seis cilindros, câmbio de três ou quatro marchas, transmissão automática, direção hidráulica e outros componentes, à escolha do comprador.


Caravan 1975
 

Simultaneamente, lançou-se o Chevrolet Comodoro, nas versões cupê e quatro portas, em substituição ao antigo Chevrolet Gran Luxo. Apresentado como o carro de maior status da linha, o Comodoro apresentava-se equipado normalmente com o motor de seis cilindros de 4100cm3, 148cv de potência e 4000rpm, carburador de corpo duplo, transmissão manual de quatro marchas (ou automática) e direção hidráulica.

Para atingir a limitada faixa dos compradores de modelos esportivos que preferem carros com maior desempenho, a GMB lançou um carro especial: o cupê 250 S. A maior diferença em relação aos outros modelos era a preparação efetuada no motor de seis cilindros, que tinha relação de compressão aumentada para 8:1, comando de válvulas trabalhado e carburação dupla. Elevou-se a potência para 153 cv, mas esta poderia aumentar ainda mais, se se escolhessem maiores relações de compressão (8,5:1 ou 9:1). Desse modo, o Opala 250 S alcançava a aceleração de 0 a 100km/h em apenas 10 segundos.

A linha esportiva mais simples, caracterizada pelo modelo SS de quatro ou seis cilindros, manteve-se em produção. Ambas as versões eram idênticas, com diferença apenas no motor. O SS 4 tinha motor 151 S de quatro cilindros (com pequena potência a mais que o 151); pela inclusão de carburador duplo corpo chegava a 98cv a 4800rpm. O SS 6, normalmente podia receber, opcionalmente, a mecânica do 250 S.

Os modelos Especial e De Luxo desapareceram e, em seu lugar, surgiu o Opala em versão básica em duas ou quatro portas, com motor de quatro cilindros, que podia, no entanto,  sofrer completa transformação quando se colocavam diferentes equipamentos opcionais: motor de seis cilindros ou 250 S; câmbio de três ou quatro marchas (ou automático); e direção hidráulica, entre outras modificações. Dessa maneira, partindo de um modelo básico, tornava-se possível cobrir toda a linha, desde o antigo Especial até o Comodoro.


Opala SS4 de 1975, com motor  151 S de quatro cilindros e 98cv de potência
 

Os modelos Opala de 1975 vinham equipados com freios a disco nas rodas dianteiras (introduzidos como equipamento de série a partir de 1974), duplo circuito hidráulico, barra estabilizadora, traseira e câmbio de três velocidades na coluna de direção. A mecânica resumia-se em quatro versões: motor 151 básico (quatro cilindros, 2474 cm3, 90cv); motor 151 S (quatro cilindros, 2474 cm3, 98cv); motor 250 (seis cilindros, 4098cm3, 148cv); motor 250 S (seis cilindros, 4098cm3, 153cv).


Opala Las Vegas, versão especial do Gran Luxo, exposto no Salão do Automóvel de 1972

 

O CHEVETTE

Lançado em abril de 1973, o Chevette foi considerado, na época, um dos carros mais modernos do Brasil. Seu planejamento, realizado por técnicos brasileiros, teve início em abril de 1970. Um ano depois, o motor estava pronto para os pré-testes; em 1972, os primeiros carros começaram a rodar,  nos programas de testes. O Kadett, modelo semelhante, com mecânica pouco diferente, apareceu seis meses depois na Alemanha, a fim de sustentar as vendas da GM alemã contra os carros pequenos e médios do Mercado Comum Europeu.

O modelo brasileiro – sedan de duas portas de estilo simples – tinha motor de 1398cm3 que desenvolvia 68cv a 5800 rpm, com comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada; o virabrequim apoiava-se em cinco mancais; o cabeçote era do tipo cross-flow, isto é, de fluxo cruzado, com admissão de um lado e escape de outro.

Relativamente pequeno – 4,12 m de comprimento  e 1,57 m de largura – o Chevette possuía espaçoso porta-malas e desenvolvia boa aceleração (de 0 a 100 em 19 segundos), podendo alcançar a velocidade de 140 km/h e manter uma média de consumo de 10,4 km/litro. Tinha suspensão dianteira independente com molas helicoidais, dois pares de braços e controle e barra estabilizadora; suspensão traseira com molas helicoidais, eixo rígido, dois pares de braços de controle, estabilizador lateral do tipo Panhard (que elimina movimentos laterais da carroceria) e barra estabilizadora. Como elementos de segurança apresentava coluna de direção do tipo não penetrante, pisca alerta (como equipamento de série), freios de circuito duplo e independente, tanque de gasolina protegido contra batidas (colocado em pé atrás do banco traseiro), trava dupla no capô, maçanetas embutidas, painel antichoque e antiofuscante, limpador de pára-brida com duas velocidades e comando na alavanca da coluna de direção, junto com o comando de mudança do facho dos faróis.

Outra inovação apresentada pelo Chevette quanto à segurança foi a chave de ignição, cuja cabeça era de borracha, não oferecendo resistência em caso de choque.

Em 1975, a fábrica lançou a versão Especial do Chevette: o mesmo carro, com acabamento mais simples. A partir desse modelo, a linha Chevette passou a receber freio a disco dianteiro como equipamento de série.

 

A VERANEIO

Com capacidade de carga de 3.160 litros (com banco traseiro rebaixado), a perua Veraneio tem 5,16m de comprimento e quase 2 metros de largura. Sua concepção mecânica é convencional: motor 261, conhecido por Chevrolet Brasil, de seis cilindros, 4.280cm3, potência de 151cv a 3800 rpm. Construído no Brasil desde 1958, esse propulsor é o que equipa o caminhão Chevrolet; trata-se de uma simples evolução do motor lançado pela Chevrolet americana em 1929. Entretanto, algumas modificações tornaram-no muito durável e de excelente torque, proporcionando boa tração mesmo em baixas rotações.


A Veraneio de Luxo com seus equipamentos exclusivos: supercalotas, faixa lateral e pneus de faixa branca
 

Apesar do peso elevado – cerca de duas toneladas -, a Veraneio tem boa aceleração (de 0 a 100 km/h em 18,3 segundos) e é capaz de uma velocidade máxima aproximada de 145 km/h.

Por ser um utilitário, a Veraneio pode ser equipada também com tração positiva, ou seja, um diferencial normal acompanhado de sistema travante automático; este impede que as rotações de uma roda do eixo motriz sejam excessivamente mais elevadas que as rotações da outra roda. Semelhante a um sistema autoblocante, não chegava, no entanto, a caracterizar-se como tal, agindo mais como freio pela diferença centrífuga de rotações.

Comercializada nas versões normal, de Luxo e Econômica, tem quatro portas para passageiros e uma traseira, de acesso ao compartimento de carga. Opcionalmente, a Veraneio pode ser equipada com direção hidráulica e um terceiro banco, que aumenta sua capacidade para nove passageiros.

 


O Opala teve um período de bastante destaque nas corridas nacionais.

 

 

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Agência: 1861 United

 

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