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08.02.2010
                                                             

Em tempos de uma cobertura de imprensa tão enlatada e igual, nada melhor do que tentar outra perspectiva.

Claro que enchi os olhos com Neymar e Robinho. Claro que foi um prazer IMENSO trabalhar na vitória do Santos, por 2 a 1 sobre o São Paulo, ontem, na Arena Barueri.

Mas quero detalhar que o jogo foi bem mais que a paradinha do camisa 17 e o gol de letra do camisa 7.

Outros heróis e outros vilões também escreveram essa história.

Comecemos pelos vencedores.

No Santos, outros jogadores me encantaram.

O zagueiro Edu Dracena, salvo quando cometeu uma falta em Richarlyson na meia-lua, e foi premiado corretamente com cartão amarelo, teve atuação perfeita. Desarmou o arisco Marcelinho Paraíba quatro vezes, com carrinhos precisos, na bola, muito eficiente. Com a braçadeira de capitão, me dá a impressão que voltará a ser algo parecido daquele Edu do Cruzeiro, ou do Fenerbahçe.

Outro que me chamou atenção foi o volante Arouca. Jogador do São Paulo, com mais quatro anos de contrato, está emprestado ao Peixe. Em via de regra, não jogaria contra seu time de origem, mas por um acordo entre os grandes, foi pra guerra. E jogou muito. Esbanjou vontade extra, creio que estava mais motivado que o normal justamente por enfrentar a equipe que não lhe deu todo o espaço que desejava (não julgo se de forma certa ou errada).

Por fim, o meia/volante/lateral Wesley, que entupiu Jorge Wagner no lado direito do ataque santista. Mostra que pode ser boa opção, muito superior a Pará. O titular mesmo é George Lucas, mas se Wesley seguir aproveitando as chances, pode causar uma boa dor de cabeça á Dorival Junior.

O Santos vai armando um time interessante, com algumas questões a se resolver, mas com um técnico muito capaz de fazê-lo.

Pelos lados tricolores, o técnico Ricardo Gomes errou, ao meu ver, nas alterações.

Das três que fez, não analiso a troca Dagoberto/Roger, porque o 25 estava contundido. Mesmo com seu substituto marcando o gol de empate, trata-se de um dos piores atacantes que já passou pelo time do Morumbi.

Mas as outras duas alterações foram muito infelizes. Tirou dois atacantes, Washington e Marcelinho Paraíba, para colocar dois homens de meio-campo, Cléber Santana e Leo Lima.

Tirou poder de fogo da equipe e encheu o meio-campo de jogadores com características semelhantes, batendo cabeça.

Santana, aliás, fez seu segundo jogo e mal conseguiu encostar na bola. Precisará de mais tempo para readquirir a boa forma.

Vejo Jorge Wagner como um problema para o São Paulo. O bom baiano não vai bem de lateral, nem de ala. Falta pulmão para JW, já com 31 anos.

Acho que Junior César merece uma vaga nesse time.

E, novamente, méritos para Xandão. O zagueiro de 1,96m fez mais grande partida. Cada vez mais chamando atenção, principalmente de quem o achava apenas regular, como eu.

postado por Gustavo Zupak, às 10:53

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04.02.2010

                                                                             

Estava com saudades dos meus post its.

Post com assuntos diversos, como se fossem recados.

O primeiro de 2010 está aí..

- Trabalhei ontem na goleada do São Paulo por 3 a 0 frente ao São Caetano. Primeiro tempo fulminante e muito competente. Segundo de preguiça e administração do placar. Mas o que me chamou atenção foi a atuação do zagueiro Xandão, que não perdeu UMA jogada sequer. Eu digo surpresa porque acompanhei Xandão no Guarani e no Barueri. Atuações regulares, zagueiro nota 6. Mas em seus primeiros jogos no Tricolor, atuações muito convincentes. Aguardarei mais para formar opinião, mas o início de Xandão é muito promissor.

- Sobre a derrota corintiana em Campinas, só um comentário. Um time que comete um penalti e toma um gol de Finazzi, merece reconsiderar seus conceitos defensivos. Inadmissível.

- O Palmeiras contratou o meia Lincoln, 31 anos, que vinha do Galatasaray. Tenho boas fontes no clube turco, e acompanhei a sua chegada em Istanbul. Lincoln foi carregado no aeroporto, como o "novo George Hagi". Ganhou a 10 e muito se esperou dele. Tinha o maior salário do elenco. Mas decepcionou. Se machucou constantemente. Arranjou problemas. Queria voltar para o Brasil á qualquer custo. Deu um prejuízo danado para o clube. Há muito tempo não joga aquela bola dos longínquos tempos de Galo. Vejo como uma contratação cara e bastante duvidosa. Se fechar com Ewerthon, aí sim, é muito bom reforço para o Verde.

postado por Gustavo Zupak, às 10:26

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02.02.2010
                                                                                       

Patricia Amorim deu, nessa terça-feira, uma amostra de sua autoridade e do que pode fazer á frente do Flamengo.

Peitou, sem qualquer cerimônia, seu vice de futebol, Marcos Braz, que havia declarado abertamente que via como medida necessária o afastamento de Petkovic.

Ao lado dos colegas Oscar Ulisses, Silva Junior, Zé Elias e Raphael Prates, conversei nessa tarde com a presidente do Flamengo.

E Patricia falou firme.

Disse que não cogita a hipótese do afastamento de Pet. Que no Flamengo o que prevalece é o regime presidencialista. Quem manda lá é ela.

Marcos Braz é de outra frente política. Por isso, não me surpreenderia se, em breve, ele deixar o cargo.

Sobre o caso em sim, vejo a indisciplina do sérvio como algo passivel de punição, embora leve.

O que me desperta é um certo caos administrativo no clube carioca, algo que vem desde lá de trás.

Nos acostumamos a ver Adriano treinar quando quer e nada acontecer. A ver Adriano queimar o pé, perder jogos importante, e nada acontecer.

E quando Pet dá o primeiro deslize, lá vem a punição.

Como diz o velho ditado:  "o que vale para Jesus, vale para Genésio".

É baseado nisso, e só nisso, que se explica a rebeldia do veterano jogador. Em um lugar onde a disciplina não é tão presente, porque ele, estrela também, iria agir diferente?

Mas tudo isso ficou em segundo plano.

Porque a presidente resolveu a questão da melhor forma possível.

Pet não merecia ter seu contrato rescindido.

Também não merecia passar impune.

Uma multa, uma boa conversa, e tudo segue naquele ritmo de sempre no Mengão.

postado por Gustavo Zupak, às 19:48

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28.01.2010

                                                                            

 

Primeiro de tudo, quero avisar. Esse post é uma crítica á postura da diretoria do São Paulo.

Segundo, quero ressaltar. Tenho enorme admiração e respeito pelo presidente do São Paulo FC, Juvenal Juvêncio, que sempre me tratou com o maior respeito e me concedeu entrevistas sempre altamente proveitosas. De quebra, o vejo como o melhor presidente de clubes do Brasil.

Posto isso, dei o famoso CTRL C + CTRL V em uma matéria do site globoesporte.com, assinada pelo amigo Marcelo Prado, e retirei as seguintes aspas de Juvenal, sobre Robinho.

" Nos interessamos após a declaração do Mancini (treinador do Manchester City), que havia deixado claro que o atleta deveria voltar para o futebol brasileiro para se recuperar. E isso só acontece no São Paulo Futebol Clube. Mas os valores envolvidos na negociação são completamente proibitivos para o São Paulo, que não trabalha com a emoção e sim com a razão. É um grande jogador, não há dúvida, mas não fazemos loucuras "

A cara de pau e a arrogância no discurso sãopaulino é de beirar o absurdo.

Em primeiro lugar, quem disse que recuperação de atletas só acontece no São Paulo?

Ronaldo chegou em baixa no Corinthians e hoje é o melhor centroavante jogando no país.

Zé Roberto chegou em baixa ao Santos e saiu de lá como meia do Bayern Munique.

Kléber chegou ao Palmeiras desvalorizado e hoje é cobiçado por Porto e Liverpool.

Fred reencontrou no Fluminense um futebol de alto nível.

Assim como Adriano fez o mesmo no São Paulo em 2008.

Então, Juvenal, o Tricolor, embora competente, não é o único que recupera jogadores.

E em segundo lugar, ao que me consta, não foi o São Paulo que desistiu do Robinho porque não faz loucuras financeiras. E sim o atacante que sequer cogitou o SPFC porque sempre quis voltar para o Santos.

Menos, Juvenal, bem menos..

O São Paulo é enorme, e não precisa desse ataque de megalomania...

Até os grandes campeões precisam de humildade, e um pouco mais de sinceridade.

postado por Gustavo Zupak, às 21:54

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28.01.2010
                                                                                    

Conforme esse espaço antecipou, o Fenerbahce veio ao Brasil decidido a contratar o atacante Dentinho, do Corinthians.

Mas a proposta, feita ao presidente Andrés Sanchez, teve um sonoro NÃO como resposta.

Os turcos ofereceram 6 milhões de euros pelo jogador, dos quais 3,45 mi viriam para os bolsos alvinegros.

Andrés falou que por menos de 9 milhões não tem conversa.

Como amanhã é o último dia para concretizar as negociações, Dentinho deve permanecer no Corinthians por mais 6 meses.

Com Libertadores e sendo ano de Copa do Mundo, onde geralmente as negociações esquentam, a expectativa da diretoria alvinegra é que na próxima janela o atacante seja negociado.

O Corinthians precisa fazer dinheiro com venda de atletas e Dentinho é a principal fonte alvinegra.

Conversei hoje com o presidente Andrés Sanchez e ele disse que é um risco que se corre. Recusar uma proposta como a do Fener agora para tentar ganhar mais lá na frente, sabendo que pode nunca mais ter uma oferta em mãos como essa.

Fosse eu o dirigente máximo alvinegro, teria vendido Dentinho.

postado por Gustavo Zupak, às 21:11

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26.01.2010

                                                                          

Era uma vez um jogador que forçou a barra para sair de um clube que investiu milhões nele.

Era uma vez coisa nenhuma.

É a TERCEIRA vez que isso acontece na carreira de Robinho.

Em cinco anos, ele força a saída do terceiro clube.

Fez até greve no Santos, alegou falta de segurança e se mandou para o Real Madrid.

Cansou de brincar de merengue e galáctico e deu na telha que gostaria de ir ao Chelsea.

Mas parou mesmo no modesto e milionário Manchester City.

Agora cansou de esquentar o banco de Carlitos Tevez e viu que se daria bem mesmo voltando ao Santos, aquele aonde não tinha segurança, sabe?

Quanto se pagou por ele? Quem se importa?

O Santos dá como 99% certa a sua contratação.

O São Paulo, por sua vez, afirma que foi procurado por terceiros e que o Manchester City teria muito interesse na presença de Robinho no Morumbi, uma vez que - para a diretoria do São Paulo - o clube é modelo em todo o planeta.

Mas desde quando a vontade do clube importa para o antiprofissionalismo de Robinho?

Sua molecagem consciente, que para alguns é vista como irreverência, não mente.

Em entrevista á ESPN-Brasil, Robinho afirma que quer jogar no Santos.

A pergunta é: vale a pena ter Robinho em seu elenco?

Gastar tubos de dinheiro por alguém que pode cansar da brincadeira á qualquer momento?

Sua habilidade é inquestionável. Até acho que tem tudo para arrebentar no Peixe, mas até que ponto a bola no pé basta para um jogador ter suceso?

E o comportamento? E o comprometimento? E o exemplo para os mais novos?

Ronaldo veio ao Brasil e mostrou como se faz.

Arrebentou em campo e virou uma ótima influência fora dele. Tem o grupo na mão.

Robinho terá que provar muita coisa.

Isso se o tempo deixar e se ele não se cansar antes.

 

 

postado por Gustavo Zupak, às 16:13

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21.01.2010

                                                                                 

O ano de 2009 ficou para trás.

Veio 2010, ano de grandeza, de centenário.

Mas no Corinthians, o jogador mais importante do grupo segue sendo ele.

J O R G E      H E N R I Q U E

Agora atuando mais como um meio-campista, o jogador engoliu todos os outros 21 em campo na suada vitória sobre o Bragantino por 2 a 1, no Pacaembu.

Enquanto Ronaldo sofria com a má forma física e a falta de ritmo, Jorge fez o primeiro jogo do ano parecer mais um jogo de 2009. Frequencia alucinante.

A maneira com que ele corre, se desdobra, pensa com inteligência cada jogada e aparece como opção é de encher os olhos.

Isso sem falar no golaço que deu a vitória á equipe.

Mano pensava, anteriormente, em montar o meio ofensivo com Danilo e Tcheco, e o ataque com Iarley e Ronaldo.

Depois de ontem, ele tem que rever seus conceitos.

É absolutamente impensável um time do Corinthians hoje, sem Jorge Henrique.

Ainda mais pela lentidão mostrada por Tcheco em campo. Danilo também não é dos mais velozes, apesar de enorme inteligência tática.

O sofrimento do time alvinegro veio justamente por ter marcado um gol logo no início. O time se segurou após abrir o marcador. Elias, grande destaque no início do jogo, se juntou a Ralf na contenção das jogadas ofensivas do Braga, cabendo apenas a Tcheco armar os ataques da equipe.

Justamente Tcheco que viveu noite bem infeliz.

Sobre Roberto Carlos, um posicionamento já esperado. Mais defensivo do que ofensivo. Duas incursões em cada tempo, mas sempre chegando inteiro e batendo bem na bola.

É isso que veremos de RC.

Nada comparado á volúpia de André Santos.

Roberto vai só na boa.

E o Corinthians, apesar do sufoco, tem tudo para encontrar o seu caminho.

postado por Gustavo Zupak, às 11:15

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20.01.2010
                                                                        

A noticia vem da imprensa turca.

E confirmada por uma fonte do autor desse blog, que mora em Istanbul.

Fenerbahce e Galatasaray, os dois principais clubes turcos, estão á procura de atacantes.

FENERBAHCE - Dois nomes são comentados. O primeiro, e favorito, é Nene, revelado pelo Paulista de Jundiaí, com passagens por Palmeiras e Santos e atualmente no Monaco. Por ele, o Fener pagaria 10 milhões de euros.

A segunda opção, e mais barata, seria Dentinho, do Corinthians. Dividido entre o clube paulista, o Sonda e seus ex-empresários, o jogador seria negociado por 8 milhõe de euros.

GALATASARAY - A contusão de Milan Baros obrigou o Galatasaray a ir ás compras. A primeira opção é Louis Saha, ex-centroavante do Manchester United. Os nomes que correm por fora são o do brasileiro Jô (Everton/ING) ou do veterano sulafricano Benny McCarthy.

postado por Gustavo Zupak, às 10:52

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19.01.2010
                                                         

A troca está fechada.

Rodrigo Souto vai para o São Paulo. Arouca para o Santos.

Empréstimo de um ano para ambos. A diferença é que Rodrigo fica livre após o contrato, enquanto Arouca tem vínculo com o Tricolor até 2014.

Para o Santos, foi a saída encontrada para reduzir a folha de pagamento e para não ficar a ver navios com um atleta que certamente assinaria um pré-contrato qualquer em Julho.

Para o São Paulo foi a saída encontrada para dar mais estabilidade ao meio-campo e ficar tranquilo com a iminente possibilidade de negociar Hernanes com o futebol europeu.

Arouca não será jogador de destaque no Peixe. Será titular, mas vejo uma falta de personalidade para o atleta se impor. É excelente caráter, bom garoto, mas parece sentir o peso em algumas oportunidades.

Já Souto é excepcional jogador. Clássico, com categoria. Daqueles que parece jogar de fraque e cartola. Vai voar no São Paulo.

Um meio-campo com Richarlyson, Hernanes (Leo Lima), Rodrigo Souto e Marcelinho Paraíba é de IMENSA qualidade.

Tecnicamente o Tricolor sai ganhando.

Financeiramente o ganho é do Peixe.

postado por Gustavo Zupak, às 10:36

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18.01.2010
                                                                             

Estrear com derrota estava fora dos planos do São Paulo.

Principalmente em casa, aonde a equipe costuma ser quase imbatível.

Mas o revés, de virada, por 3 a 1, para a Lusa tem a suas explicações.

Para começar, a dificuldade do sistema defensivo em se acostumar com a linha de 4.

André e Miranda são zagueiros excepcionais, 2 dos 5 melhores do Brasil, sem dúvida. Mas ainda não estão adaptados. E resolveram jogar em linha, no segundo tempo, contra um ataque da Lusa mais veloz do que o do primeiro tempo. Isso não se faz.

Em diversos momentos, a linha foi pega desprevenida e a equipe rubro-verde tirou proveito da situação.

Outro erro que é consequência desse esquema é a situação dos laterais. Aliás, dos não-laterais.

Adaptar um volante e um meia como alas em um sistema de 3 zagueiros é totalmente aceitável e mais fácil de diminuir as deficiências. Mas em uma linha de 4, acaba sendo até uma exposição dos jogadores.

Jean foi 2 vezes á linha de fundo nos 90 mins. Jorge Wagner, uma. O canhoto, aliás, já não é mais um garoto, não tem fôlego para jogar como um lateral e servir como opção ofensiva.

No caso de Jean, a opção seria González, que não convenceu. Mas na esquerda, Junior César fez um bom campeonato e esbanja velocidade e vigor físico. Vejo um erro de Ricardo Gomes nesse quesito.

Se quiser manter Jean e JW, que monte um esquema de 3 zagueiros. Se não, que mude os laterais e não prejudique as ações ofensivas e até defensivas da equipe.

Esses foram os principais erros estruturais do Tricolor. Claro que as atuações apagadas de Leo Lima, Hernanes e Richarlyson contribuíram, mas isso é fruto do começo de temporada. É bem perdoável.

Louvável foi a primeira "re-partida" de Marcelinho Paraíba. Para os padrões do futebol jogado aqui, é craque.

É, ao lado de Iarley, o atacante mais inteligente do futebol brasileiro. Enquanto teve fôlego, jogou muito. E marcou um golaço.

Jogador simples. De dois toques na bola. No segundo, ou serve algum companheiro, ou solta um bambu daqueles em direção ao gol. Sempre no alto.

Jogo bom no Morumbi, Mas Ricardo Gomes precisa rever seu novo conceito defensivo.

postado por Gustavo Zupak, às 10:01

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GUSTAVO ZUPAK
 

Gustavo Zupak

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Quem sou eu

Jornalista, 26 anos. Formado em 2005 pela FIAM. De 2007 á 2009 foi repórter da Rádio Transamérica. Á partir de SET/2009 integra a equipe de esportes da Globo/CBN.

Mande sua mensagem para gustavoszc@gmail.com

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