A relação entre cooperadores, colaboradores, funcionários, empregados — seja lá qual o nome que você utiliza para denominar a pessoa que trabalha na corporação — e empresa é de instabilidade constante. Compartilham-se emoções de ódio e amor, assim como nos romances.
Quanto mais equilibrado emocionalmente o funcionário estiver mais produtivo este será. A pessoa de bem com a empresa e consigo traz mais resultados, é mais criativa, se envolve nos projetos propostos, sugere novos trabalhos, motiva os demais, se entrega de corpo e alma, assim como nos romances.
Agora, se a pessoa está desequilibrada, estressada e sendo pressionada, principalmente por caprichos e neuras do gestor, acontece exatamente o contrário do que foi exposto no parágrafo acima. No trabalho, assim como nos romances, perde-se o tesão.
Mas o funcionário era produtivo, era ativo, era 10, mas agora não é mais. Raios, mas o que está havendo? Muitos gestores estão perdendo o poder de questionar, de escutar (diferente de ouvir) os envolvidos no processo. Pouco se ouve, muito se fala (quando se fala). Pensa-se que o dinheiro vai cair do céu. Dinheiro ainda se ganha com o olhar no gado de quem manda. Não adianta se meter atrás de um computador, de uma bela mesa ou de uma cambada de puxas. Assim como no romance, dinheiro se ganha ou se mantém atentando-se aos detalhes, cotidianamente.
Em situações adversas cabe ao “quem manda”, tecnicamente e emocionalmente preparado, verificar in loco o que está ocorrendo. Uma boa conversa revela detalhes importantes de toda a engrenagem. Então converse, mantenha seu pessoal motivado, equilibrado. Seja um gestor inteligente, invista em gente. Quem ama, cuida...assim como nos romances.