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08.02.2010

Desde que o Clube iniciou as suas operações, o Direito sempre foi um tema que se destacou. Disciplina formada, em grande parte, por interpretações e jurisprudências, o relato documental de especialistas - juízes e advogados, por exemplo - encontra aqui um ambiente ideal para se perenizar e auxiliar demais usuários que buscam conhecimento na área.

Hoje, são mais de 100 diferentes títulos que abordam de tudo - desde análises de leis, Direito Constitucional, Direito do Trabalho, Direito Civil, defesa do consumidor, manuais de estudo para concursos e muito mais. Em suas bagagens, os autores trazem muita, muita experiência prática que os dá todo o respaldo necessário para versar, com plena propriedade, sobre esses tão diversos assuntos.

Em um país como o Brasil, em que a justiça sempre é alvo de duras críticas pelas suas incoerências e morosidade, este acervo mostra que não é por falta de análise, estudos e publicações. Ideal para quem quer se especializar ou simplesmente conhecer melhor os seus direitos como cidadão em quaisquer que sejam as áreas.

Quer conhecer melhor o acervo de direito do Clube? Então clique aqui ou acesse diretamente o link http://clubedeautores.com.br/books/by_topic/direito


postado por Ricardo, às 10:00

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05.02.2010

Enquanto publica a sua obra aqui no Clube, o autor tem a possibilidade de configurar capa, textos e assim por diante. Na última etapa, logo antes dele validar o preço final, há também como se fazer eventuais correções e revisões.

Um problema, no entanto, atrapalhava um pouco a tarefa: a imagem da capa com as orelhas aparecia pequena demais, beirando (e, por vezes, ultrapassando) os limites do inviável para se fazer qualquer tipo de revisão.

Na sexta passada, acrescentamos uma funcionalidade simples que pode ajudar a muitos: o "zoom" na imagem de capa. Como pode ser visto na imagem abaixo, agora é possível ampliar a capa para ler, revisar e analisar como ela ficará, de maneira detalhada, antes de se concluir a publicação.



postado por Ricardo, às 09:00

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03.02.2010

Desde o final da semana passada, todos os códigos de rastreamento dos livros passaram a ser disponibilizados no Clube. Grande demanda dos compradores, este código permite que se verifique e se controle, com exatidão, o ponto de entrega em que o livro estiver a partir do momento em que ele for enviado.

Para pegar o código, basta ir a Meu Espaço > Últimos Pedidos, localizar o seu pedido e clicar em "Resumo" ou "Completo".


Com este código em mãos, o comprador deve acessar o site www.correios.com.br e, na caixa de rastreamento (canto inferior esquerdo, na página principal do site), digitá-lo.

O status completo do pedido será exibido, incluindo data e hora de postagem, encaminhamento, possíveis problemas na entrega e assim por diante.


postado por Ricardo, às 10:00

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01.02.2010

Hoje faz exatamente um ano que colocamos a primeira versão do Clube, ainda em teste, no ar. O lançamento oficial viria a acontecer apenas no dia 15 de maio, mediante a implementação de algumas mudanças críticas "demandadas", por assim dizer, pela comunidade.

À época, não era possível customizar capa, os livros saíam sem orelhas, os prazos de impressão e entrega eram o dobro de hoje, os preços eram cerca de 40% maiores (para livros) e até 200% maiores (para fretes).

Também não existiam as páginas de autores, trabalhávamos apenas com Visa, Master e boleto bancário e o design do site, como pode ser visto abaixo, era muito mais "duro". Ainda assim, a ignição foi dada e tudo começou...

Feliz aniversário para nós ;-)


postado por Ricardo, às 10:00

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29.01.2010

Ha alguns lugares no mundo que funcionam como verdadeiros templos literários. São livrarias, cafés, praças ou qualquer tipo de local que parece ter sido feito para se ler - ou escrever - um livro.

Para quem gosta de literatura, adentrar esses templos e mergulhar nas tantas letras sagradas que eles abrigam é, no mínimo, inspirador. Um deles, relativamente próximo de nós, merece destaque: o El Ateneo, em Buenos Aires.

Originalmente inaugurado como Teatro em 1919 (época em que a Argentina era dos países mais ricos do mundo, à frente da Alemanha e da França), o prédio foi também rádio e sede da Gravadora Odeón, que lançou alguns dos principais cantores de Tango da história. No final dos anos 20, o teatro foi transformado em cinema e, em 29, exibiu os primeiros filmes com audio.

Mas foi apenas no ano 2000 que o Ateneo foi restaurado e virou uma das mais belas livrarias do mundo.



Na área da platéia, gôndolas e mais gôndolas de livros assumem os seus lugares, puxando para si os olhares do público; nos camarotes, fileiras imensas com mais livros vão guiando a atenção do visitante até a cúpula, que conta com uma pintura magnífica; e, no palco, um café abriga pessoas que dividem-se entre a leitura de obras recém compradas e as teclas de computadores que não param de registrar obras que ainda estão sendo escritas.

Se você planejar visitar Buenos Aires, não deixe de tomar algumas horas e visitar El Ateneo. Os deuses literários certamente darão as suas bênçãos.

postado por Ricardo, às 13:18

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27.01.2010

Alguns autores haviam nos pedido, há algum tempo, para que colocássemos mais informações sobre os pedidos feitos de suas obras. Uma das principais solicitações era para que colocássemos o código dos pedidos na relação, possibilitando que eles realizassem algumas ações de marketing diretamente com os seus leitores.

Era o caso, por exemplo, do autor Carlos Felipe Pinto Martins, de "Os Super Sinais de Anáise Técnica", que concede descontos nos serviços que presta sempre que um cliente adquire a sua obra. E, claro, saber o código do pedido é fundamental para que ele identifique que o cliente efetivamente fez a compra.

Desde a semana passada, essa solicitação já está no ar. Agora, em Meu Espaço > Meus Direitos Autorais, é possível verificar o número de cada pedido confirmado de suas obras.

Estamos analisando ainda a possibilidade de colocar alguns outros dados sem ferir a sagrada privacidade do leitor e devemos ter mais novidades em breve.

postado por Ricardo, às 10:00

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25.01.2010

São Paulo concentra o maior número de livrarias, editoras e autores do país. Em parte, isso se deve - claro - à magnitude da metrópole, com seus mais de 12 milhões de habitantes. Mas esse mar literário também se deve ao clima cultural que corre forte nas veias da cidade.

Por entre seus bairros e ruas congestionadas espalham-se verdadeiros templos culturais, indo desde os sebos mais tradicionais até as modernas Livrarias Cultura e da Vila, servindo de prova irrefutável que a cidade - da mesma forma que o país - lê cada vez mais.

Pelas tantas livrarias, tanto físicas quanto virtuais, compra-se pensamentos alheios, histórias, imaginações, visões de passados, presentes e futuros. Tudo criado por autores que, em seus tempos (quaisquer que fossem ou sejam) habituaram-se a batalhar na dificílima tarefa de fazer o mundo se enxergar pelo viés de suas letras.

Hoje, 25 de janeiro, a maior metrópole brasileira completa 456 anos. No passado, gênios como Antônio Alcântara Machado, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, dentre muitos outros, escreveram a alma da cidade e ajudaram-na a ser o que é hoje.

Desde que o Clube de Autores começou, mais de mil autores paulistanos cadastraram-se aqui, produzindo um rico acervo que delineia, de maneira absoluta, todos os contornos da literatura contemporânea. E, naturalmente, são estes os autores que já estão definindo o futuro cultural da cidade e do seu povo, ecrevendo as suas carreiras com as próprias canetas e deixando os seus marcos na história.

É com este espírito que nós, do Clube de Autores - também filho de São Paulo - parabeniza a metrópole, os seus escritores e leitores, desejando mais 456 anos de muitas letras imaginadas, escritas e lidas!

postado por Ricardo, às 00:40

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22.01.2010

Com 9 obras publicadas no Clube, Públio Athayde é um dos autores com maior produção literária daqui do Clube. E, ao navegar pelas obras do autor, uma em específico nos chamou bastante atenção.

"Eu Ouro Preto" permite uma visão heterogênea e complexa de diversos aspectos envolvendo uma das mais ricas cidades brasileiras. Segundo a sinopse do livro, "os olhos do historiador ouropretano convergem para a paisagem, a arquitetura, a música e o povo desta cidade, para as relações destes elementos nos tempos passado e presente de modo inequivocamente passional, mesmo considerada a abordagem metódica e a pretensa erudição.

A paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se desdobra em considerações topográficas sobre os templos coloniais (Adequação retórico-arquitetônica da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto). A mesma paixão visceral que aguça os ouvidos para sons reais e imaginários (Música colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê a poesia arcádica situando física e politicamente as referências do poeta detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura). Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais presente no passado que a morte, abstrair de algumas lápides os resquícios das paixões de outras épocas é tarefa inglória e fascinante (Aqui jazem os restos do irmão J.F.C. falleciddo), tanto quanto querer apontar nos requícios já arqueológicos da mineração aurífera (Curral de Pedras: abandono e omissão) as tensões vividas em uma época anterior cujas marcas estão por todo lado, cravadas na essência da brasilidade.

A retórica da história clama em coros dissonantes e cada vagido é repleto de significâncias, todas elas se articulando para dar significado ao que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora completa a visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma existência em contínua construção, quer como amantes do pretérito edificado em magnífica herança. "

Para o amante da história, resta duas tarefas: comprar uma passagem para Ouro Preto e, como guia, o livro "Eu Ouro Preto", de Públio Athayde.

Conheça melhor o livro clicando aqui ou acessando diretamente o link http://www.clubedeautores.com.br/book/8976--Eu_Ouro_Preto


postado por Ricardo, às 10:00

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20.01.2010

Sabe quando uma propaganda utiliza a comparação direta entre produtos para comprovar a superioridade de um deles? Isso se chama "publicidade comparativa" e é, hoje, um assunto amplamente debatido no meio da comunicação.

Até que ponto é legal utilizar marcas registradas alheias na publicidade? Que riscos isso traz para o anunciante? O que diz o CONAR (Conselho Nacional da Auto-Regulamentação Publicitária), o Código de Propriedade Industrial e o Código de Defesa do Consumidor?

O assunto é alvo do pioneiro livro Publicidade Comparativa, De Aldo Batista dos Santos Junior. Quem quiser conhecer melhor o que diz a legislação e a experiência prática tanto no Brasil quanto em outros países tem, agora, uma referência literária no mínimo singular.

Para conhecer e adquirir a obra, clique aqui ou acesse diretamente o link http://www.clubedeautores.com.br/book/10796--Publicidade_Comparativa


postado por Ricardo, às 10:00

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19.01.2010

Enquanto o mundo se contorcia em guerras para romper com um passado arcaico, o Brasil permanecia, para muitos, como um dos últimos grandes mistérios do planeta.

Até o princípio do século XIX, os nossos portos (e portas) eram praticamente exclusivos da Coroa Portuguesa, despertando apenas o interesse daqueles que já começavam a tomar intimidade por quase todo o nosso hemisfério - exceto pelas terras tupiniquins.

Até que, nas primeiras décadas de 1800, estrangeiros dos mais diversos países começaram a desembarcar no Brasil e a descrever as nossas terras, fauna, flora e costumes para o mundo. De certa maneira, esta época marcou a abertura artística da nossa terra, erguendo as cortinas e exibindo aos olhos do mundo as preciosidades que apenas Portugal conhecia.

Este é o tema do livro O Rio de Janeiro sob o olhar dos viajantes estrangeiros, de Vinícius Cranek Gagliardo. Ao longo de suas 139 páginas, o livro "se propõe a dar ao leitor uma visão das impressões do Rio de Janeiro do início do Oitocentos que os aventureiros estrangeiros construíram em suas narrativas, impressões que passam pela descrição das ruas, das casas, dos hábitos e costumes da população; em suma, do que seria viver no Rio de Janeiro entre 1808 e 1821."

Para quem se interessar, o livro pode ser visto clicando aqui ou acessando diretamente o link http://clubedeautores.com.br/book/6362--O_Rio_de_Janeiro_sob_o_olhar_dos_viajantes_estrangeiros



postado por Ricardo, às 00:02

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