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09.02.2010

O novo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que assume o cargo amanhã, pretende montar um plano contra a pirataria de TVs por assinatura. Para isso, ele irá se reunir com representantes das empresas que atuam no setor.


Segundo Barreto, que atuava como presidente do Conselho de Combate à Pirataria e secretário-executivo do Ministério, existem novas formas de pirataria que negociam até mesmo os canais “pay-per-view”.


Os canais via satélite, como o Sky, são pirateados com uma antena semelhante a uma embalagem de pizza, que custa em média US$ 100. No cabo, são vendidos os receptores. "Pelo que soube, você pode comprar pelo telefone”, afirmou Barreto.


Os detalhes do plano serão definidos na reunião entre os representantes da empresa e o Ministério.



COMENTÁRIO


Tudo bem, é ótimo e necessário combater a pirataria nas TV pagas, mas este é apenas um dos problemas que o Brasil tem na área da Justiça. Há problemas que são muito, muito mais prioritários - como as invasões dos sem-terra sem criminalização de seus atos, a falta de respeito à propriedade privada, a corrupção nas polícias e na política, as licitações e os super-faturamentos das obras públicas, a impunidade parlamentar (que é um abuso de poder), a super-lotação dos presídios e outros mais, além do projeto dos direitos humanos, que o Lula assinou sem ler...e que pretende controlar a Imprensa e a liberdade de iniciativa e de expressão em nosso País.


JJ

Com informações da Folha de S. Paulo e Comunique-se

postado por JJ, às 00:20

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09.02.2010

Inaugurada no ano passado, a Telefônica TV Digital - transmitida via satélite, com 280 mil assinantes no Estado de São Paulo - é alvo de piratas. Os códigos que liberam o acesso aos canais pagos foram decifrados por hackers.

A empresa soube da ação dos hackers há seis meses, mas vinha tratando o problema em sigilo. Há cerca de três semanas, a informação chegou à ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) e ao Seta (Sindicato das Empresas de TV por Assinatura).


O serviço de TV por satélite da Telefônica é protegido pelo sistema de criptografia (codificação de sinais) Nagra 2, desenvolvido pela empresa Nagravision, da Suíça. Os hackers violaram o Nagra 2 e, em conseqüência, os canais distribuídos pela Telefônica puderam ser acessados gratuitamente.

O diretor do serviço da Telefônica para a América Latina, Pedro Luis Planas, disse que a empresa e a Nagravision já conseguiram dificultar a ação dos piratas, mas esperam ter uma solução definitiva para o problema em um mês.


Ele poderia ser solucionado com a troca dos cartões inteligentes - que contêm a senha para acesso aos canais pelo satélite - existentes dentro dos receptores, nas casas dos assinantes. Mas a empresa avalia que o problema ainda é pequeno e está sob seu controle e decidiu esperar que a Nagravision chegue a um software que feche a porta para os hackers.


Os canais são captados gratuitamente pelo receptor Azbox, de fabricação supostamente coreana, lançado recentemente. O equipamento tem alta capacidade de processamento e memória e foi projetado para receber os canais abertos de televisão disponíveis nos satélites. Os hackers divulgam pela internet os códigos de acesso aos canais pagos, que estão no satélite Amazonas. Os dados são transferidos para o receptor por pen drive.


A equipe antipirataria da Telefônica descobriu o problema por acaso. A Nagravision não informou a empresa sobre a violação, porque contava em solucionar o problema rapidamente, o que não aconteceu. Segundo Planas, o código de acesso aos canais está sendo trocado uma vez por semana, para dificultar a ação dos piratas. Nas primeiras mudanças, os novos códigos eram decifrados pelos hackers em poucas horas. Na semana passada, precisaram de dois dias.


A Telefônica calcula que a proporção de acesso pirata em sua base de assinantes seja ainda pequena. Ela tem rastreado a importação dos receptores na América Latina e concluiu que 10 mil caixas da marca Azbox entraram no Brasil por intermédio do Uruguai.


Venda

Os receptores são oferecidos a partir de R$ 500, com promessa de entrega pelos Correios. A quebra dos códigos afetou todas as operadoras de TV via satélite usuárias do sistema Nagra, e não só a Telefônica. Entre as afetadas, está a segunda maior operadora de TV via satélite dos EUA, a Echostar.


A DirecTV (atual Sky) teve seu sistema de codificação, conhecido pela sigla NDS, concorrente do Nagra, violado por piratas em 2000. Na época ela trocou os cartões inteligentes de todos os assinantes.


Alguns operadores temem que a Justiça considere o receptor desbloqueado como inovação tecnológica, e não como produto pirata. A ilegalidade estaria na ação dos hackers e no uso indevido do receptor. Para o advogado Marcos Bitelli, que assessora programadores estrangeiros, não há dúvida de que tanto fabricantes quanto usuários podem ser processados por pirataria.


No pacote de programação da TV Telefônica Digital há canais de televisão abertos, e a lei brasileira do direito autoral protege as emissões dos radiodifusores. Também o Código Brasileiro de Telecomunicações, segundo Bitelli, qualifica como crime a interceptação de sinais de telecomunicações, o que abrange os sinais de transmissão da TV paga.


O diretor da Globosat, Alberto Pecegueiro, disse confiar em que a Telefônica e a Nagravision encontrem um antídoto. "Para cada gênio que desenvolve um sistema de segurança, há outro que descobre um meio de quebrá-lo. O importante é as operadoras reagirem logo."



Fonte: Folha Informática.

postado por JJ, às 00:12

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09.02.2010

O governo dos Estados Unidos restringiu a utilização por terceiros das fotografias publicadas em seu próprio Flickr, o que fere lei de copyright de uso livre das imagens do governo, segundo analista.


De acordo com a descrição do perfil The White House (A Casa Branca), as imagens estão disponíveis "para organizações de notícias e/ou para uso pessoal dos sujeitos fotografados".


O texto diz ainda que as fotografias "não poderão ser usadas em materiais, anúncios, produtos ou promoções que de alguma maneira sugiram apoio do presidente ou da Casa Branca".


No entanto, de acordo com a lei de copyright ou direitos autorais dos EUA, "um trabalho preparado por um funcionário do governo dos EUA como parte de suas funções oficiais não é sujeito a copyright no país e não há restrições para reprodução, trabalhos derivados, distribuição ou apresentação do trabalho".


Contradição e pretextos

De acordo com a professora de tecnologia da comunicação da Universidade de Washington Kathy Gill, esta é uma legislação bastante avançada.

No entanto, ela se surpreende com a nova norma exposta no perfil da Casa Branca no Flickr sobre a utilização das imagens.


Gill elenca três possíveis pretextos para a restrição."Qualquer que seja a razão, a declaração destes 'direitos' parece estar em contraste direto com a política oficial do governo e também certamente em relação a expectativas razoáveis do público, dado que as fotos são produzidas com dinheiro público", explica a professora.


A primeira seria um out-door produzido pela The Weatherproof Garmet Co. utilizando uma foto da agência Associated Press com o presidente Barack Obama, em que ele parecia apoiar a empresa de casacos --retirado dias depois de lançado, em janeiro.


(veiculado neste blog)




A segunda, um banner contra uso de peles de animais da ONG Peta, em que foi usada uma imagem da primeira-dama Michelle Obama, também no mês passado.


(veiculado neste blog)



Outro eventual motivo seria uma resposta tardia --ainda que em favor do atual presidente-- à violação de copyright da Associated Press pelo artista Shepard Fairey.


(veiculado neste blog e premiado mundialmente pela qualidade do trabalho, que, acredito, ajudou na eleição de Obama)



Este modificou uma foto com o então senador Barack Obama para divulgar a campanha presidencial do agora presidente. O artista enfrenta investigação criminal.




COMENTÁRIO


Penso que estão exagerando...e perderão muita divulgação gratuita, mundo afora. 


Parece uma forma de Censura, no país da democracia. Melhor seria punir que infringir direitos de imagem, pois, como dizem as leis, as imagens de Obama, da esposa, das filhas e da Casa Branca são públicas.


Faltou bom senso, inteligência e profissionalismo de Relações Públicas, ao staff de Obama.



JJ

Fonte: Folha Online

postado por JJ, às 00:09

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09.02.2010

Uma semana após perder para o rival Gugu Liberato, na Record, Silvio Santos, no SBT, voltou a vencer a emissora concorrente ontem, por 11 a 9 pontos de média na audiência, segundo dados consolidados do Ibope. A informação é da coluna Ooops!, do UOL.


Segundo informações da coluna, o "Programa Silvio Santos" ficou em segundo lugar na audiência do horário, entre 19h42min e 23h53min, perdendo apenas para a Globo, que registrou média de 20 pontos. No período de confronto direto com Gugu, das 20h30min às 23h15min, Silvio marcou 11 pontos e a Record deu 9 pontos.



Fonte: Ooops, UOL e Folha

postado por JJ, às 00:01

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08.02.2010

Depois de entrar no mercado brasileiro com o lançamento do jornal Brasil Econômico, em outubro de 2009, o grupo portugês Ongoing prepara seu próximo passo. A companhia está em fase final de estudos para colocar na rua um novo jornal, em Brasília. O foco do título será a cobertura política da capital federal e o projeto gráfico e editorial seguirá os do coirmão econômico (formato tabloide berliner e páginas na cor salmão).




Segundo Heitor Pontes, diretor comercial executivo do Brasil Econômico, a ideia inicial é que o título esteja em circulação no primeiro semestre, mas ainda não existe uma definição. Mesmo o nome segue em aberto. "Só vamos partir para o mercado quando batermos o martelo. O jornal será diário e terá viés mais político, com o direcionamento para a análise dos fatos e decisões de Brasília do ponto de vista de interesse dos executivos. O Washington Post é uma referência", diz Pontes.


COMENTÁRIO


Um jornal político, ou essencialmente político, é uma ideia interessante - mas não é se ficar restrito a Brasília, onde os únicos anunciantes são os próprios políticos...que são extremamente manipuladores.


Sem bons anunciantes, é difícil manter um jornal independente - ainda mais em Brasília.


JJ

 

postado por JJ, às 21:57

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08.02.2010

A classe C, considerada a nova classe média, aumentou sua capacidade de consumo de a forma a se aproximar dos grupos de maior renda, mas com um grau de endividamento que a faz muito mais semelhante à classe D.


Essa é uma das conclusões de estudo coordenado pelos cientistas políticos Amaury de Souza e Bolívar Lamounier e patrocinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com dados do IBGE e de uma pesquisa exclusiva do Ibope com 2 mil pessoas em 5 cidades.


O livro que resultou do trabalho, "A Classe Média Brasileira", está sendo lançado esta semana em São Paulo.


De acordo com o estudo, a nova classe média brasileira representa hoje entre 30% e 50% da população, dependendo do tipo de medição. Essa última projeção inclui famílias com renda entre R$ 1.115 e R$ 4.807 mensais, a principal faixa avaliada pela pesquisa.


A estimativa é que haja no mundo 400 milhões de pessoas na chamada "classe média global". Calcula-se que em 20 anos o número poderá saltar para 2 bilhões. Entre os entrevistados, 93% afirmaram que "ter um padrão de vida estável" era o que definia pertencer à classe média; a segunda condição era "ter casa própria".


O percentual de famílias que têm casa própria na classe C já é bem próximo ao das classes A/B. Enquanto na primeira é de 79%; entre os mais ricos é de 83%.

No caso de automóvel, a diferença já é maior: 92% dos entrevistados de classe A/B tem carro, mas a proporção cai para 55% na classe C.


Dos que não tem imóveis, mais da metade, 56%, tem a intenção de adquirir a casa própria nos próximos 12 meses. Também mais da metade pretende comprar eletrodomésticos (53%) e móveis (51%).


"O que a classe C está copiando das classes de maior renda é o aumento de consumo. Mas ela faz isso recorrendo sobretudo ao crédito", afirma Amaury de Souza.

COMENTÁRIO


Para quem tiver interesse, recomendo ler "O Comportamento do Consumidor Brasileiro", de Tania Maria Vidigal Limeira, assim como "O Consumidor de Baixa Renda", de Marcelo da Rocha Azevedo e Elyseu Mardegan Júnior.


É um segmento de mercado de enorme potencial, para vendas - por isso, também para o marketing e a publicidade, neste país onde a maioria das empresas teima em anunciar mais para a Classe A (que pode ter mais dinheiro, mas representa um volume de consumidores bem menor).


JJ



Leia a matéria do jornal O Estado de S.Paulo na íntegra aqui. - Fonte: CCSP

postado por JJ, às 21:21

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08.02.2010

A exibição dos dotes culinários da virtual candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no programa "Superpop" fez o programa repetir a menor média de ibope registrada do ano. A informação é da coluna Ooops! do UOL.


A atração terminou a noite em 5º lugar --atrás de Globo, Record, SBT e Band--, quase empatada com a TV Cultura. A média de ibope do programa de Luciana Gimenez foi 1,7 e o pico, 3,1 pontos.


O pior momento do programa ocorreu às 22h19min, quando Gimenez se viu ultrapassada até pela minúscula e regional TV Gazeta, que marcava 2,1 pontos ("Caderno de Esportes") contra apenas 0,6 ponto da Rede TV! --então em sexto e penúltimo lugar, quase empatada com TV Cultura.


No horário geral do "Superpop", a Globo marcava 28 pontos, a Record registrava 10; o SBT, 6, a Band 3 e a Gazeta, 1 ponto. 


Outros pré-candidatos à Presidência também participarão do quadro...


COMENTÁRIO


Segundo a Veja, desta semana, a ministra não conseguiu fazer uma omelete (só ovos mexidos) e respondeu a perguntas preparadas para ela fazer bonito.


Mesmo assim, foi fracasso de audiência.


JJ



Fonte: Folha Online

postado por JJ, às 19:49

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08.02.2010

O contrato do Show da Fé com a Band venceu em dezembro e a emissora prometeu tirá-lo do ar em janeiro, mas o programa permanece na programação. Segundo Keila Jimenez, colunista de TV do jornal O Estado de S.Paulo, o bispo R.R. Soares teria feito nova proposta à emissora, oferecendo cifras milionárias pelo horário.


Fontes do mercado garantem que R.R .chegou a falar em R$ 7 milhões mensais para se manter na faixa das 21 horas,  que ocupa atualmente. No contrato atual, o Show da Fé paga à Band cerca de R$ 4 milhões pelo horário.


De acordo com o Jimenez, a Band pretendia ocupar esse horário com um pacotão de séries que comprou da Fox e da HBO e transferir o Show da Fé para suas madrugadas. Porém, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, também está de olho no horário nobre.


Procurada pelo Adnews, a Band não quis se pronunciar sobre o assunto.


COMENTÁRIO


Estas igrejas devem arrecadar muito dinheiro, para investir R$ 7 milhões por mês numa emissora que tem em média 3 pontos no Ibope. São R$ 84 milhões por ano. Qual será o retorno, em dinheiro, dos dízimos e produtos evangélicos vendidos? Muito, muito mais do que isso.


A Band pode aceitar, mas deve levar em conta que este pastor havia oferecido ao SBT, no ano passado R$ 5 milhões pelas madrugadas - proposta recusada pelo Sílvio Santos.


Como há outra igreja interessada, pode acabar virando um leilão.


Tomara que não, pois merecemos uma programação melhor em nossas TVs, em todos os horários. E com os filmes da HBO e da Fox que a Band adquiriu terá mais audiência e maior faturamento na publicidade. Basta uma boa divulgação no mercado.


Lugar de religião é no templo. Não é na TV, nem no rádio.


JJ


postado por JJ, às 19:37

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08.02.2010
Assistam, no link abaixo, a todos os comerciais veiculados ontem e na madrugada de hoje, na festa do Superbowl. Cada comercial de 30 segundos custos 3 milhões de dólares (cerca de 5,4 milhões de reais)... Muitos são ótimos, alguns nem tanto, mas vale assistir. É uma aula de publicidade e de marketing




JJ


Fonte: Advertising Age

postado por JJ, às 19:24

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08.02.2010
Espetacular a organização do XLIV Superbowl, na noite de ontem e madrugada de hoje. Demonstração de marketing esportivo de primeira, de organização perfeita, de promoção da mais alta categoria. Um show que terminou agora a pouco, com a vitória sensacional do New Orleans Saints sobre o Indiana Colts.

From The New York Times

Muitos clubes brasileiros e a CBF poderiam aprender muito sobre a valorização e a organização de eventos esportivos indo acompanhar campeonatos como da NFL, NBA e outros. Eles dão uma aula de prganização - e as torcidas não ficam separadas. No intervalo, montaram e desmontaram um palco fantástico, para o show do The Who, com um impressionante espetáculo de luzes, fogos e som.

Estima-se que mais de 160 milhões de pessoas assistiram ao Superbowl, 110 milhões delas só nos Estados Unidos.

Ainda hoje, ou amanhã, irei postar por aqui os melhores comerciais veiculados no Superbowl, ao preço de 3 milhões de dólares cada 30 segundos.

Torci pelo Saints, pelo que ele representa para New Orleans, a cidade mais fantástica dos Estados Unidos, ainda prejudicada pelo furacão Katrina, de 4 anos atrás.

"New Orleans is back", como disse o presidente do Saints, ao receber o troféu de campeão do Superbowl. O Mardi Bras, carnaval, já começou em New Orleans.

Pena não estar lá.


JJ


Fotos do The New York Times, informações ESPN.

postado por JJ, às 01:17

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07.02.2010




Prefiro que me considere
um ignorante antes de ser tão
sábio como alguns pedantes.


Moliére

postado por JJ, às 20:22

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07.02.2010


A França não conseguiu, até hoje,
vender seu jatos Rafalle para qualquer
país do mundo e o Brasil vai ser o
primeiro a comprar?

Que tipo de irresponsabilidade é essa?

A Força Aérea Brasileira não quer
os jatos franceses, por motivos técnicos.

Que motivos podem levar a uma decisão
desta espécie, risco e irresponsabilidade?

Compra política é malversação
do dinheiro público.

Onde está a oposição ao governo?
Onde está o Ministério Público?
Onde está o STJ?

Desta vez, Luis Inácio não
pode dizer que não sabe de nada...

JJ

postado por JJ, às 00:33

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07.02.2010

As mudanças dos hábitos de consumo e do relacionamento entre marcas e pessoas fez surgir um novo consumidor: o Neoconsumidor. Ele é digital, multicanal e global, aponta Marcos Gouvêa de Souza (foto) no livro de mesmo nome lançado no fim de 2009. A obra traça o perfil deste tipo de consumidor, que pesquisa na internet antes de comprar, está antenado em tudo que acontece e tem voz para reclamar das marcas.

Existem hoje no Brasil milhões de Neoconsumidores. De acordo com uma pesquisa da GS&MD Gouvêa de Souza, no mínimo 3% e no máximo 7% das compras do varejo são feitas por pessoas com novos hábitos de consumo. A grande parte, 88%, já fez uma pesquisa na internet antes de adquirir um bem ou serviço. Eles demandam novos processos, novo design, atendimento, serviços, relacionamento, preço, condições de pagamento e informações no ponto-de-venda.

Em entrevista ao Mundo do Marketing, Marcos Gouvêa de Souza, autor do livro Neoconsumidor (foto) e sócio diretor da GS&MD Gouvêa de Souza, detalha quem é, como se comporta e o que fazer para conquistar o novo consumidor. “A um clique ele compara produtos, preços e locais de compra, fazendo com que a compra seja mais racional e pragmática”, aponta o especialista.

Mundo do Marketing: 
Marcos Gouvêa de Souza: É um consumidor multicanal, digital e mais global. A internet, o celular e a televisão interativa estão presentes no processo de decisão de compra e tem um impacto muito grande no mercado como um todo. A um clique ele compara produtos, preços e locais de compra, fazendo com que a compra seja mais racional e pragmática. Ao fazer isso, ele acaba comprando mais por menos. Isso é visto muito em países desenvolvidos, onde este neoconsumidor tem grande representatividade, mas num futuro próximo esse perfil chegará a cerca de 35% de todos os consumidores e o impacto disso é muito grande.

Mundo do Marketing: Como é este impacto no Brasil, uma vez que boa parte da população brasileira ainda não tem acesso à internet?
Marcos Gouvêa de Souza: Já temos mais de 23 milhões de pessoas no Brasil que antes de ir às lojas consultam a internet, de acordo com um estudo que fizemos para o livro. Essas pessoas têm um comportamento muito bem distinto, são mais informadas e têm mais poder para negociar e discutir sobre os produtos. Eles têm uma expectativa diferente (dos outros tipos de consumidores) do tratamento que terão nas lojas.

Mundo do Marketing: O celular já está na mão de quase toda a população braseira, mas ainda não é um canal como a internet que serve como compra. Quando isso se tornará realidade no Brasil?
Marcos Gouvêa de Souza: Estamos nos aproximando disso. O ciclo de vida do celular fará com que isso aconteça bem mais rápido do que aconteceu com a internet. O impacto que o celular terá no relacionamento com o consumidor com as marcas, com produtos, com as lojas, com a avaliação dos preços e da propaganda, será muito grande. A importância que ele dá à opinião de seus parentes e amigos na avaliação de produtos também vem se tornando cada vez mais importante.

Mundo do Marketing: As marcas estão prontas para o Neoconsumidor?
Marcos Gouvêa de Souza: Definitivamente não, até porque o Neoconsumidor está emergindo. Algumas empresas mais atentas já viram, mas outras rigorosamente não se preocupam, basta ver o sistema de relacionamento telefônico que elas oferecem.

Mundo do Marketing: Isso mostra o problema do pós-venda, que está mais latente, com os consumidores tendo meios para reclamar.
Marcos Gouvêa de Souza: As redes sociais se transformaram numa grande ressonância de reclamações de consumidores esclarecidos que influenciam outros consumidores e isso mexe com a marca.

Mundo do Marketing: Falamos das marcas, mas e o varejo. As redes estão preparadas para o Neoconsumidor.
Marcos Gouvêa de Souza: O varejo tem uma fidelidade e uma vantagem competitiva pelo fato dele estar “interfaciando” o consumidor em tempo integral e ele tem um nível de informações e uma sensibilidade para as demandas emergentes muito grandes. Isso permite que ele teste modelos em tempo real. A Tesco, na Inglaterra, por exemplo, tem um programa de relacionamento que possibilitou a criação de novos serviços e produtos totalmente orientados pela necessidade do consumidor.

Mundo do Marketing: O varejo eletrônico cresce a dois dígitos constantemente. Onde vamos chegar com o e-commerce no Brasil?
Marcos Gouvêa de Souza: A tendência é ter um claro aumento da participação do e-commerce com relação ao total do varejo. É também um crescimento na curva de experiência do consumidor. A partir de um determinado ponto, temos o consumidor que já comprou mais de uma vez e que teve uma experiência positiva que começa a concentrar as suas compras no e-commerce. Onde vamos chegar é difícil de prever, mas é fácil entender que o varejo eletrônico aumentará a sua participação na venda total de produtos.

Mundo do Marketing: Tem a nova classe média emergindo. A Classe C faz parte deste Neoconsumidor? 
Marcos Gouvêa de Souza: Quando você considera que no Brasil tem 160 milhões de celulares, obviamente você já tem o consumidor da baixa renda usando o celular e, entre aqueles que estão mais dispostos a receberem mensagens e promoções, há uma parcela significativa da baixa renda porque isso significa também inserção social.

Mundo do Marketing: Hoje em dia não há limites para canais de venda. A Nestlé faz venda direta, a Miolo coloca um carrinho para vender espumante na praia, entre outros milhares de exemplos. É um caminho sem volta as marcas criando seus canais de distribuição?
Marcos Gouvêa de Souza: Exatamente. Hoje tem as lojas próprias, a sorveteria de marca, os cafés de marcas, as lojas dos fabricantes de artigos esportivos e agora a área de alimentação. O varejo está crescendo a participação de marcas próprias e não resta muita alternativa para a indústria se não criar um caminho próprio dentro do varejo por meio de canais exclusivos para poder conversar e entender o consumidor.

Mundo do Marketing: A segmentação por hábitos de consumo é uma tendência clara. Qual é o caminho para poder chegar neste estágio?
Marcos Gouvêa de Souza: O ideal é fisgar grupos mais homogêneos de comportamento que favoreçam o relacionamento, a promoção e que aumentem o nível de resposta dos estímulos que você gera. Há casos de supermercados que fazem segmentação baseado naquilo que o consumidor habitualmente tem comprado. Quando se tem uma homogeneidade maior de produtos dentro de categorias tão diversas, a segmentação por estilos de vida permite agregar outros elementos no processo que potencializam o retorno. Estamos nos aproximando da individualização do relacionamento porque se consegue definir e monitorar por um custo mais baixo o comportamento individual.

postado por JJ, às 00:27

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07.02.2010


Nós não devemos apenas
acreditar naquilo que vendemos.

Devemos também vender
aquilo que acreditamos.


Bill Bernbach
Publicitário
. . . . .

postado por JJ, às 00:08

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07.02.2010




Cada homem deve
inventar seu caminho.


Jean-Paul Sartre

. . . .

postado por JJ, às 00:02

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07.02.2010

Anticonsumismo

Você teria um estilo de vida anticonsumista a ponto de ficar sem TV e geladeira?

  
11%
464 votos
Sim
  
40%
1.618 votos
Ficaria sem TV
  
2%
84 votos
Ficaria sem geladeira
  
47%
1.887 votos
Não
Total: 4.053 votos


Fonte: Folha online.

postado por JJ, às 00:01

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07.02.2010

O varejo está caminhando em direção a novos modelos. No Brasil e no mundo há exemplos importantes que norteiam as estratégias de pequenas, médias e grandes empresas do setor. Seja pela sustentabilidade,  novas tecnologias ou experiências de compra, o varejo está mudando para acompanhar a transformação do comportamento do consumidor.

Por aqui ainda são poucas as empresas que já oferecem serviços comuns aos varejistas estrangeiros. Diversos eventos sobre o setor acontecem com olhares para o futuro, mostrando o que já pode e deve ser implantado no Brasil, além de um estudo feito pela Fundação Dom Cabral para a construção de um Código de Conduta do Varejo Responsável. Porém, a resistência ainda é grande por parte das companhias e os motivos quase sempre giram em torno de falta de verba disponível para o investimento, assim como um suposto alto valor de inserção destas práticas.

Nos moldes de um varejo voltado para o futuro, o consumo consciente não poderia faltar. Isto implica em um comportamento em que, cada vez mais, os varejistas terão que se adaptar ao que o consumidor precisa e não ao que ele quer. Neste momento, o Marketing entra em conflito com as tendências do varejo e abre a discussão sobre como o varejo pode continuar lucrando sem estimular uma compra “desnecessária”.

Varejo bate de frente com o Marketing
“O varejo do futuro bate de frente com o Marketing”. A afirmação é de Paulo Darien, professor na área de Organizações e Comportamento Organizacional da Fundação Dom Cabral. “A tendência do varejo é entender que é possível despertar o interesse do consumidor, mas saber que a venda de uma marca acaba sendo uma exclusão, já que somente alguns poderão tê-la”, diz o professor em entrevista ao Mundo do Marketing.

Segundo Darien, uma das razões para que as empresas varejistas não adotem um modelo de Varejo do Futuro é a falta de conhecimento sobre o que seria isto. Principalmente porque existe a preocupação constante em seguir conceitos de sustentabilidade e maximizar as vendas. “O consumo consciente soa como vender menos. Na verdade, este modelo sugere vender apenas o que é necessário”, explica.

O estudo mostra que, no varejo do futuro, o consumidor estará mais preocupado com a origem dos produtos, desde a produção até o momento em que ele chega ao ponto-de-venda. “Será uma exigência do consumidor. Nestes moldes, a concorrência sofrerá grandes mudanças, pois haverá o compartilhamento de estoque e de transporte entre empresas”, acredita um dos autores da pesquisa.

Umbigo no balcão X técnica
Mas não é só a sustentabilidade que está em foco no futuro do setor varejista. Eventos sobre as tendências neste mercado apontam para novas tecnologias interagindo com consumidores - como o uso do celular - assim como experiências de compras mais relevantes. “No Brasil, o varejo precisa ser dirigido tecnicamente e não ser baseado apenas na máxima do umbigo no balcão. Tem que ter a técnica tanto para o layout das lojas quanto para o treinamento da equipe de vendas”, afirma Francisco Alvarez, professor dos cursos de graduação de Marketing da USP e dos MBAs da FIA e da ESPM.

Outra característica que o varejo adotará mais na frente é sair do foco de preço-produto. De acordo com Alvarez, o benefício do consumidor é uma forte tendência para o setor. “Não veremos mais o varejista querendo colocar o máximo de produtos expostos na gôndola. A tendência é que aquele espaço seja mais ambientado e que ofereça uma experiência cada vez mais diferenciada. Este será o salto qualitativo do varejo no futuro”, conta o professor ao site.

Os processos de fusões também estão em alta no varejo com anúncios recentes de grandes companhias do setor, como o Grupo Pão de Açúcar, a Casas Bahia, o Carrefour e o Ponto Frio. “Além de reduzir a concorrência e diminuir a competitividade, estas fusões dão espaço para que o surgimento de marcas próprias continue acontecendo”, ressalta Francisco Alvarez.

 Tecnologia surpreende... e vende
No exterior, a tecnologia está surpreendendo o consumidor ao inovar nas experiências de compra, mas nem sempre pode ser adaptada a outros países. O que se pode conceber e aplicar no Brasil são novas ações baseadas em bancos de dados sobre o consumidor. Com a tecnologia, a tendência é usar a massa de dados colhida e criar sistemas de análises para estabelecer preços, promoções e criar ações individuais para os cartões de fidelidade. 

“Veremos o consumidor entrar em uma loja e seu aparelho se conectar com o site da rede, que fará a analise do que o consumidor já comprou. Será possível que este sistema cruze a previsão do tempo com as informações de compra dele para formatar uma promoção com produtos específicos que será enviada por SMS”, prevê Dagoberto Hajjar (foto), sócio-diretor da GrowBiz e palestrante no evento Tendências do Varejo, realizado pela Associação Comercial de São Paulo.

Outra tendência é com relação a promoções com cupons recortados do jornal. Segundo Hajjar, no Brasil, esse tipo de ação nunca pegou muito bem. Por isso, a tecnologia ajudará no envio dos cupons com o código de barras pelo celular. Além disso, o e-commerce será um grande aliado do varejo. “Será possível se vestir em uma loja virtual para saber se a roupa lhe cai bem. Os sites de e-commerce não serão mais estáticos, e sim interativos”, diz.

Por aqui, no entanto, ainda não é fácil inserir novas tecnologias. Principalmente pelo preço delas. Colocar câmeras que rastreiem todo o percurso do consumidor no ponto-de-venda para identificar as gôndolas menos vistas é caro demais. Assim como adotar uma gôndola com balança para indicar quando os produtos estiverem acabando. "O custo disso para o varejista é gigantesco. Implementar outro sistema de check-out dará a mesma informação e será mais barato”, completa Dagoberto Hajjar.



COMENTÁRIO


Não concordo com tudo. Discordo, por exemplo, da ideia de plena consciência ambiental do consumidor (assim como dos varejistas). Eles compram por preço, pouco se importando se o produto é sustentável, ecológico, biodegradável, reciclável ou orgânico. É muito pequeno o número de pessoas com esta consciência social/ambiental.

Quanto aos cupons de desconto, também não concordo com o que foi dito an entrevista, porque esta prtática nunca foi realizada no Brasil, como deveria. Nos Estados Unidos são movimentados trilhões de cupons, em jornais e em revistas, todos os anos. A ação de fazer o consumidor imprimir o cupom em casa, vindo por email ou pelo celular, é muito menos eficiente.

Também não concordo com a tese de que a venda é uma exclusão, porque nem todas as pessoas vão preferir uma só marca. As percepções e necessidades/interesses variam de pessoa a pessoa, de acordo com o volume de informações e de experiência que elas possuem, assim como pela eficiência da comunicação que receberam ou não.

Finalizando, não devemos menosprezar a eficiência do umbigo no balcão e acompanhar a "performance de compras" de um consumidor numa loja ou supermercado é algo que não precisa ser permanente, Em Londres, há uns 8 anos, um instituto instalou câmeras num supermercado e dezenas de locais e fez o acompanhado do comportamento de compras dos consumidores. Desta pesquisa, foi publicado um estudo e produzido um vídeo, pela BBC, que tive a oportunidade de assistir.

O estudo mostrou, por exemplo, que as pontas-de-gôndola tão valorizadas no Brasil, são o pior local para expor produtos nos supermercados. O melhor local é no meio do corredor. A pesquisa mostrou também que a melhor prateleira não é a que está à altura dos olhos, mas, sim, a que fica à altura do peito de uma pessoa de 1,70 metro. Isto é: 1,40 a 1,50 metro do chão.

A entrevista é interessante, mas sugiro não levar tudo ao pé da letra.



JJ




postado por JJ, às 00:01

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06.02.2010
Paixão

postado por JJ, às 23:53

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06.02.2010


Desafio de final de semana:

Será que alguém pode explicar
o que é um delito de opinião?


JJ
.....

postado por JJ, às 02:16

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06.02.2010

O Ministério Público da Venezuela iniciou uma investigação penal contra o jornal El Nacional pela publicação de uma foto no dia 28/01. A imagem, estampada na primeira página do diário, mostra um integrante da Guarda Nacional usando um gancho de várias pontas preso a uma corrente.


A denúncia foi feita pelo general da Guarda Nacional, Freddy Carrión. Ele pediu que o MP investigasse se o jornal cometeu algum “delito de opinião” previsto no Código Penal bolivariano da Venezuela.


O general considera que a foto dá a impressão de que o gancho seria utilizado para reprimir manifestantes. Segundo ele, o instrumento é utilizado para retirar objetos incendiados das vias públicas para permitir o fluxo de veículos.





COMENTÁRIO


"Delito de opinião" é dose para mamute.

Esta es la democracia bolivariana!


Se isso não é ditadura, o que é?


Lula, que não sabe de nada, quer a mesma coisa no Brasil?


É bom a grande Imprensa brasileira acordar e se mobilizar, com os verdadeiros defensores da democracia no nosso País. Antes que seja tarde demais.



JJ

Com informações do El Universal e da Agência Bolivariana de Notícias.

postado por JJ, às 02:09

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06.02.2010
Segundo a Anatel, o número de assinantes de TV por assinatura cresceu em todas as regiões do Brasil, mas cresceu mais ainda no Norte e no Nordeste.

Vejam os números:

Região.............................Crescimento
Centro-Oeste..........................11,9%
Sul...........................................14,9%
Sudeste...................................18,9%
Nordeste..................................21,9%
Norte.......................................18,2%


Fonte> Época

postado por JJ, às 01:40

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06.02.2010

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara recebeu, nesta quarta-feira (03/02), um Projeto de Lei (PL) que proíbe a propriedade cruzada nos meios de comunicação. O PL 6667/09, de autoria do deputado federal Ivan Valente (PSOL), estabelece limites para coibir o monopólio e oligopólio no setor midiático. O Projeto foi apresentado a Plenário no dia 17 de dezembro de 2009.


De acordo com projeto, as empresas de radiodifusão só podem ter concessão, permissão ou autorização se não mantiverem em seus quadros de cotistas, societários ou acionistas, integrantes de empresas que editam veículos impressos, que atuem em televisão por assinatura ou empresas de telecomunicações.


O texto também estabelece limites para a frequência das empresas de radiodifusão. Além disso, o PL proíbe a execução de serviços de televisão por uma empresa detentora de outorga de difusão sonora (rádio) no mesmo município de prestação de serviço.


O projeto de Ivan Valente determina que as redes organizem um conjunto de afiliadas que não ultrapasse 10% do mercado. As redes também devem respeitar a veiculação de no mínimo 50% de conteúdos próprios por seus afiliados.


COMENTÁRIO


Eu comentei por aqui, que iriam tentar controlar a Imprensa brasileira, como já fazem os bolivarianos na Venezuela chavista...Este Projeto de Lei é um absurdo e fere a liberdade de iniciativa, o direito de propriedade e a liberdade de informação e de opinião.


É este o Brasil que os brasileiros querem?


O PSOL parece pau-mandado do PT.


E o Lula? Ah! Vai dizer que não sabe de nada...de novo.


Pelo princípio idiota deste projeto do deputado do PSOL, uma empresa como a Unilever, ou a Brasil Foods (Sadia/Perdigão) não poderia trabalhar com um variado mix de produtos. Só pode ter um. Nem pode vender no Brasil todo, só numa parte. É o socialismo chavista!


Trazendo para o mundo da comunicação de marketing...pelo projeto, quem tem agência de publicidade, não pode ter agência de promoção, de design, de marketing direto ou de eventos...


Querem acabar com os grupos empresariais, justamente para enfraquecer a Imprensa brasileira.


JJ

postado por JJ, às 01:22

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06.02.2010

Qual será o motivo pelo qual
chamam o escândalo do Governo
de Brasília de Mensalão do DEM?

Não seria mais correto ser o
Mensalão do Arruda, ou de Brasília?

Bem, de Brasília seria
apenas mais um...

Parece que alguém plantou uma
informação de cunho político e
a maior parte da Imprensa
mordeu esta isca sacana,
de contra-propaganda.


JJ



PS.: Não sou filiado a nenhum
partido político e nem tenho
preferência por algum deles,
porque não creio nos partidos
brasileiros. Às vezes, confio nas
pessoas candidatas - mas elas,
quase sempre, me decepcionam
quando assumem o poder.


postado por JJ, às 01:13

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06.02.2010

O comentarista esportivo Oscar Roberto Godói foi demitido da TV Bandeirantes esta semana. O ex-árbitro participava dos programas Jogo Aberto e Terceiro Tempo, ambos da Band, além de ser comentarista da rádio Transamérica SP.


A Band não quis detalhar o caso, mas disse que houve uma renovação no quadro do programa. Godói preferiu não se pronunciar sobre sua demissão da emissora.


Milton Neves, apresentador do Terceiro Tempo, afirmou que estava sendo questionado pelo Twitter sobre a saída de Godói da emissora, mas que, como só frequenta a Band alguns dias na semana, por conciliar seu trabalho em jornais e revistas, não sabia da demissão do comentarista.


COMENTÁRIO


Quem será o próximo?

Renovação no quadro do programa não deve ser só cortar o Godóy...


O ex-comentarista de arbitragens da Band falou palavrões numa partida, no ano passado e sempre posou de machão. Outros, são passionais e parciais - puxando para alguns times e ofendendo rivais deles. Um deles não sabe nem falar um bom português e, como ex-jogador, é dono da verdade.


E isso não é bom jornalismo, como a Band sempre teve - menos no esporte, com raras exceções.


JJ



Fonte: Comunique-se

postado por JJ, às 01:06

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06.02.2010
A Coca-Cola Brasil anuncia o jornalista João Domenech como seu novo diretor de comunicação corporativa. Os profissional já atuou como correspondente do jornal O Globo em Londres, e nos últimos 10 anos atuou na GlaxoSmithKline, como gerente de Comunicação Corporativa, além de Telecine, Editora Record, Jornal do Brasil, Revista Manchete e BBC.


A assessoria de Imprensa da Textual funciona - muito bem.


JJ

postado por JJ, às 00:45

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05.02.2010

Que pena. Gente boa como o jornalista Senival Silva não devia morrer. Bom amigo, grande companheiro de trabalho na redação do Diário do Paraná nos anos 70, assim como nas assessorias de imprensa nos governos paranaenses de Jayme Canet Júnior e de Ney Braga. 

Craque de bola, era companheiro das peladas do domingo, naqueles bons tempos. O coração dele, que era só bondade, no entanto o traíu. Operou, fez transplante há alguns anos, estava bem, mas os rins se complicaram e aquele coração (que mesmo não sendo dele era só bondade) parou de bater.

Mais um grande amigo se foi.

Pena. Pena mesmo. 

Perder amigos é como perder um pedaço da nossa alma.

JJ

postado por JJ, às 18:51

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05.02.2010

A Amazon adquiriu a empresa fabricante de telas flexíveis e sensíveis ao toque Touchco - em um movimento que claramente visa levar a tecnologia para os leitores eletrônicos Kindle para competir com o iPad, da Apple. As informações são do jornal "The New York Times".


Isso significa que, agora, a Amazon detém a tecnologia da Touchco, e seus pesquisadores irão para a divisão de hardware do Kindle, cuja sede é em Cupertino, na Califórnia.


A Toucho foi formada por um grupo de cientistas da computação da Universidade de Nova York, a fim de desenvolver telas flexíveis, multitoque de baixo custo e de baixo consumo de energia, a partir de uma tecnologia conhecida como interpolação sensitiva da força de resistência (IFSR, na sigla em inglês).


Ainda de acordo com o "NYT", as telas podem ser usadas em leitores e outros dispositivos, a um custo de US$ 10 para cada 30 centímetros de tela.


Nenhum porta-voz de ambas as empresas foi encontrado para comentar o assunto.


COMENTÁRIO


O futuro parece assombroso de tão fantástico. 


Serão estas telas flexíveis e sensíveis ao toque o futuro dos nossos jornais?


JJ

postado por JJ, às 00:37

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05.02.2010
Num congresso de mulheres, estava sendo disputado quem era melhor, as loiras, as ruivas ou as morenas. Uma morena subiu no palco e disse:
- Nós, morenas, fomos as primeiras a inventar o computador! 
- Todas as morenas aplaudiram.
 
Uma ruiva subiu no palco e disse:
- Nós, ruivas, fomos as primeiras mulheres a ir para a lua.
- Todas as ruivas aplaudiram.
 
Uma loira subiu no palco e também disse:
- Nós, loiras, ainda não fizemos grande coisa, mas estamos pretendendo ser as primeiras mulheres a ir para o sol.
- Todas as loiras aplaudiram.
 
Mas o resto das mulheres caíram na gargalhada.
Então, uma morena subiu e disse:
- Se vocês forem para o sol, vocês vão morrer fritas, suas antas!
 
Daí, uma loira subiu no palco, encostou a boca bem pertinho do microfone, mas bem pertinho mesmo e disse:
- Helloouuuuu! Mas nós vamos à noite!

postado por JJ, às 00:30

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05.02.2010

O jornal norte-americano The New York Times encabeça o ranking de publicação mais lida da Internet de acordo com levantamento da 4 International Media & Newspapers, diretório de jornais digitais que conta com mais de sete mil títulos de duzentos países.


O segundo lugar ficou com o britânico The Guardian, seguido pelo chinês The People´s Daily. A lista é atualizada duas vezes por ano e aponta o grau de popularidade dos jornais; não considerando critérios de noticiabilidade, posicionamento editorial ou qualidade jornalística.

O quarto lugar é do norte-americano USA Today, seguido pelo espanhol El Mundo, do grupo Unidad Editorial, também donatário do 11º do ranking, o esportivo a Marca, que ficou atrás do The Wall Street Journal da News Corporation, do magnata das comunicações Rupert Murdoch.

Em língua portuguesa, a melhor colocação é do brasileiro O Globo (81º), seguindo pelo português A Bola, em 137º, e pela edição online de O Estado de S. Paulo, que em 167º.


Segundo informa o site português Diário de Notícias, o ranking considera para cálculo três diferentes medições, sendo o Google Page Rank, Yahoo Inbound Links e Alexa Traffic Rank.

Fonte: Portal Imprensa

postado por JJ, às 00:26

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05.02.2010

A ESPN prepara uma grande cobertura para a 44ª Edição do Super Bowl, o maior evento esportivo dos Estados Unidos, que acontece neste domingo (7), no estádio do Miami Dolphins, a partir das 21 horas (de Brasília), nos canais ESPN e ESPN HD. O narrador Everaldo Marques, o comentarista Paulo Antunes e o repórter André Kfouri já estão em Miami,  local da grande partida entre Indianapolis Colts e New Orleans Saints.


Além da cobertura exclusiva direto do estádio, a ESPN preparou para os fãs de esporte uma página especial no ESPN.com.br dedicada ao evento  (http://espnbrasil1.terra.com.br/superbowl44/). Nela é possível encontrar vídeos e fotos exclusivas, entender as regras do jogo, o posicionamento dos jogadores, saber como foi a temporada e os Playoffs, qual a escalação e os destaques dos times, curiosidades, etc.  


Durante toda a semana, a equipe de jornalistas fará participações especiais nos programas Pontapé Incial, Bate Bola e Sportscenter. Já o The Book is on the Table do dia 5, antevéspera da decisão, será apresentado direto de Miami, palco da final.




Fonte: Adnews

postado por JJ, às 00:16

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