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    <title>AMOR DE ALMAS</title>
    <description>AMOR DE ALMAS</description>
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      <title>Blogs Abril</title>
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      <title>HÁ UM MOMENTO CERTO PARA DIZER 'EU TE AMO'?</title>
      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Google é o máximo. Com uma única consulta ("comédia romântica Austrália") achei o filme que estava procurando: &lt;em&gt;Paixão e Sedução&lt;/em&gt;, do diretor Jonathan Teplitzky.&lt;br&gt;     &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/SmkdRVC56EI/AAAAAAAACF0/wwp0ApB1C_c/s1600-h/vida30.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 300px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/SmkdRVC56EI/AAAAAAAACF0/wwp0ApB1C_c/s400/vida30.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361849014905595970" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Um
casal de estranhos volta de uma festa no mesmo táxi. Conversam, rola um
clima, eles terminam na cama dela. Horas depois, na segunda vez que
estão transando, a moça grita "eu te amo!" Mais tarde, durante aquele
intervalo que no passado era chamado de pausa do cigarro, ela avisa:
"Não leve a sério o 'eu te amo', tá? Sempre falo isso quando estou
gozando".&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Lembrei do filme ao ouvir uma amiga se perguntar,
em voz alta, se ela algum dia tinha dito "eu te amo" com sentimento
"verdadeiro": "Sempre disse 'eu te amo' movida pela paixão, no calor do
desejo. Ou cheia de ternura depois de um sexo bem feito".&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Conclusão
dela: "As pessoas dão importância demais a essas palavras. Elas não
mudam a vida de ninguém. São apenas uma expressão do momento, uma
declaração de tesão. Amo você neste minuto. Só."&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Será? Talvez haja um jeito diferente de cada pessoas sentir o amor. Talvez homem e mulheres tratem isso de formas distintas.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Nós,
homens, costumamos jogar na defesa. A cultura masculina recomenda desde
a adolescência agir com cautela. É comum um amigo dizer ao outro, com a
melhor das intenções: "Não deixe ela perceber que você está tão
apaixonado".&lt;br&gt;    &lt;br&gt;É por isso que filmes e novelas tratam com
esmero aquele momento da trama em que o homem (sempre um bruto com
dificuldades emocionais) finalmente se confessa apaixonado - em geral
com palavras toscas, relutantes, mas sempre carregadas de sentimentos.
É um clichê que invariavelmente comove as mulheres.&lt;br&gt;    &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                                          &lt;!-- SAIBA MAIS --&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!-- /SAIBA MAIS --&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vi algo assim no primeiro capítulo da segunda temporada de &lt;em&gt;True Blood&lt;/em&gt;,
que começou no domingo passado na HBO. A sofrida declaração de amor do
vampiro Bill Compton à jovem Sookie Stackhouse provoca nela um mar de
lágrimas - e dá início a uma das melhores cenas de sexo já feitas para
a TV. Enfim.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;É claro que nem todos os homens têm medo das
palavras. Quem não se lembra das declarações de amor instantâneas de
Vinícius de Moraes, registradas no documentário de 2005 de Miguel Faria
Jr.? Era tudo muito autêntico, muito emotivo, mas, para quem assiste ao
filme, parece farsa. Ou caso terminal de carência afetiva.
Provavelmente bebedeira. Embaraçoso, de qualquer forma.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Com
as mulheres sempre foi diferente. Por alguma razão elas têm menos
receio de expressar seus sentimentos. Os homens quase sempre são pegos
de surpresa por aquelas palavras sussurradas no ouvido, depois de um
abraço apertado: eu te amo!&lt;br&gt;    &lt;br&gt;      Como reagir a elas, o que responder? Essa é uma velha questão, que não tem resposta única.&lt;br&gt;Há
quem vá na onda e solte o clássico - e pífio - "eu também". Acho feio.
Prefiro os que lidam com a situação de forma realista. Ouça, respire,
sorria, diga algo gentil - mas não minta. Eu mesmo devo ter dito as
três palavras mágicas apenas meia dúzia de vezes, e nunca na forma de
"eu também".&lt;br&gt;    &lt;br&gt;      Quer dizer então que homens não têm sentimentos?&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Não.
Quer dizer que em geral precisamos de mais tempo para expressá-los.
Quer dizer também que temos outra linguagem. O afeto masculino se
traduz em atenções, em presença constante, em alegria de rever. E em
desejo, claro. As palavras vêm depois, quando vêm.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;"Eu te
amo", para muitos homens, pode ser impronunciável antes da hora. Pode
soar postiço, mentiroso, meio escroto se não for totalmente sincero. Ou
tomar a forma de um compromisso pesado para os que levam as palavras a
sério.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Há uma série de outros verbos - gostar, querer,
sentir falta - que pavimentam o caminho antes que o sujeito, afinal, se
decida a dizer o indizível. Quando estiver pronto para fazê-lo.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Dito
isso, homens em geral não desgostam de ouvir essas coisas, desde que
elas tenham contexto. Às vezes as mulheres enlouquecem e decidem que
amam alguém que mal sabe que elas existem. Não é disso que estamos
falando, claro.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Mas é gostoso saber que a pessoa que faz
você feliz está feliz também. E apaixonada. Aliás, um dos fascínios das
mulheres mais jovens é que elas dizem coisas doces com a maior
naturalidade, sem temor algum. É tocante. À medida que o tempo passa,
as mulheres vão se tornando mais cautelosas, como os homens.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;      Diante das irrevogáveis diferenças de estilo e temperamento, sugiro uma solução de compromisso.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Quem
gosta de dizer "eu te amo", diga: desabafe, solte o coração, comova-se.
"Eu preciso dizer que te amo", cantava o Cazuza. Faz sentido. E o tempo
se encarrega de corrigir equívocos.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;Mas não exija, por
favor, que o outro faça o mesmo. Para alguns, as palavras têm de ser
vividas demoradamente antes de pronunciadas. É amor do mesmo jeito, mas
quietinho.&lt;/p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo2/Materia/exibir.ssp?materiaId=62489&amp;amp;secaoId=15230"&gt;&lt;font style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);" face="trebuchet ms"&gt;Ivan Martins&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;font style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" face="trebuchet ms"&gt;A partir da &lt;/font&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/"&gt;Revista Época&lt;/a&gt;&lt;font style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" face="trebuchet ms"&gt;. &lt;/font&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI83830-15230,00-QUANDO+SE+DIZ+EU+TE+AMO.html"&gt;Leia texto origin&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/07/ha-um-momento-certo-para-dizer-eu-te-amo.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
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      <pubDate>Sun, 26 Jul 2009 23:42:00 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O AMOR NÃO ACABA, NÓS É QUE MUDAMOS</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/SmS7VZbc5DI/AAAAAAAACFc/OUTOZOYMEFI/s1600-h/casal67.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 374px; height: 281px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/SmS7VZbc5DI/AAAAAAAACFc/OUTOZOYMEFI/s400/casal67.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360615432755405874" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um
homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de
alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem
do raio de visão um do outro. &lt;br&gt;Que fim levou aquele sentimento? &lt;br&gt;O amor realmente acaba?&lt;br&gt;O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. &lt;br&gt;&lt;br&gt;As
pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de
pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. &lt;br&gt;O
amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo,
porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos
tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores,
com os remorsos e com nossos erros todos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.&lt;br&gt;Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. &lt;br&gt;Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. &lt;br&gt;O
primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida,
para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão
contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e
seguem com esta verdade até os 120 anos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O outro grupo é o dos
sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo,
descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a
mesma intensidade e seguiu na mesma direção. &lt;br&gt;Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.&lt;br&gt;O amor não acaba.. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. &lt;br&gt;O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.&lt;br&gt;Paixão termina, amor não.&lt;br&gt;Amor
é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for
bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não
funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martha_Medeiros"&gt;Martha Medeiros&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 0);" href="http://www.pensador.info/autor/Martha_Medeiros/"&gt;Saiba mais sobre esta inspirada cronista&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/07/amor-nao-acaba-nos-que-mudamos.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2009 23:41:00 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>FOME DE AMOR</title>
      <description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;
&lt;/h3&gt;

&lt;div class="post-body entry-content"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sk-vG3ubalI/AAAAAAAABtE/mLHG0eN3CqI/s1600-h/casal65.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 268px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sk-vG3ubalI/AAAAAAAABtE/mLHG0eN3CqI/s400/casal65.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354691014539569746" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar:&lt;span style="font-style: italic;"&gt;'Digam o que disserem, o mal do séc&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ulo é a solidão'&lt;/span&gt;.
Pretensiosamente, digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra
notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas
recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e
transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas
e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram,
trabalharam, alcançaram sucesso profissional e.....sozinhos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tem
mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos
'personal dance', incrível. E não é só sexo não, se fosse seria
resolvido fácil, alguém dúvida?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estamos é com carência de
passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter
que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um
jantar pra quem você gosta e depois saber que vão 'apenas' dormir
abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma
evolução cega.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pode fazer tudo, desde que não interrompa a
carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos
desesperados por não saber como voltar a 'sentir', só isso, algo tão
simples que a cada dia fica tão distante de nós. Quem duvida do que
estou dizendo, dá uma olhada no site de Relacionamentos Ookut, o número
que comunidades como: 'Quero um amor pra vida toda!', 'Eu sou pra
casar!' até a desesperançada 'Nasci pra ser sozinha!' Unindo milhares
ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada
vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Vivemos
cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e ais belos e mais
sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo
contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras)
é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara
limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio,
demodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos
fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja
frustrado, 'pague mico', saia gritando e falando bobagens, você vai
descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e
cada instante que vai embora não volta mais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aquela pessoa que
passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe
ali estivesse a oportunidade de um orriso à dois. Quem disse que ser
adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é
grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar
nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma
advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que
realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento
não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a
dizer pra alguém: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;'vamos ter bons e
maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois,
vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho
certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida'&lt;/span&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitas vezes jogamos fora a felicidade por teimosia, burrice ou falta de posicionamento. Antes idiota que infeliz!&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Jabor"&gt;Arnaldo Jabor&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Colaboração :&lt;a href="mailto:neguinhafonseca@yahoo.com.br"&gt; Maria Fonseca&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/amordealmas/"&gt;Grupo Amor de Almas&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/07/fome-amor.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2009 23:39:00 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>CASAL PLANEJA SUICÍDIO E MORRE DE MÃOS DADAS</title>
      <description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;
&lt;/h3&gt;

&lt;div class="post-body entry-content"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="titInterna"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;&lt;table align="right" width="230"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img title="FOTOS: KEVIN LAMARQUE/REUTERS; ANDREA PATTARO/AFP;" alt="FOTOS: KEVIN LAMARQUE/REUTERS; ANDREA PATTARO/AFP;" src="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2071/imagens/i129481.jpg" name="[i129481D]" height="164" width="230"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O
casal britânico Edward Downes, 85 anos, e Joan Downes, 74, viajou para
o ponto final de seu destino na terça-feira 14 - a clínica Dignitas
(foto), que realiza suicídio assistido na Suíça. &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-style: italic;"&gt;Edward e Joan fizeram valer a si o que chamavam de "sombrio direito": morrerem juntos, e sem dor.&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Os seus filhos, presentes à clínica, disseram que aos pais foi dada uma
pequena dose de um líquido claro. Aí eles deram-se as mãos e, em cerca
de dez minutos, já não mais viviam. Edward, ex-maestro da Filarmônica
da BBC e da Royal Opera e agraciado pela rainha da Inglaterra com o
título de Sir, estava quase cego e com surdez progressiva. Joan,
ex-dançarina, coreógrafa e produtora de televisão, padecia de câncer"&lt;/span&gt;.(&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2071/deram-se-as-maos-e-morreram-144380-1.htm"&gt;Revista IstoÉ&lt;/a&gt;)&lt;br&gt;&lt;br&gt;A
notícia divulgada pela imprensa mundial, sem entrar no mérito do
suicídio assistido ou da eutanásia, mostra a realidade (cruel e ao
mesmo tempo bela) do amor na idade madura. A velhice, que recentemente
foi tema de &lt;a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2071/chico-um-genio-esquecido-a-rotina-do-maior-humorista-brasileiro-144468-1.htm"&gt;angustiante entrevista de Chico Anysio&lt;/a&gt; (o humorista escreveu : "&lt;/span&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;a
vida está aí para que a aproveitemos, mas a verdade é que estou de
saída"), é um momento de despedida. E o amor de que tratamos neste
espaço, absoluto e companheiro, sem dúvida é a maior perda que um
coração que o conheceu pode sentir. Daí se entender, concordando ou
não, com a iniciativa do casal inglês.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E cada um de nóes
entenderá se pensar friamente na própria morte e no afastamento, em que
dimensão seja, da pessoa que mais ama. Por isto é preciso viver com
respeito às experiências, aos momentos felizes e às pessoas. Precisamos
amar diariamente e, mais que isto, demonstrar este amor, pois o tempo
joga contra nossas expectativas. E, mais cedo ou mais tarde, cobrará
sua posição de comando e ordenará nossa passagem para outras
experiências. Pense nisto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/07/casal-planeja-suicidio-morre-maos-dadas.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2009 23:38:04 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>AMOR AJUDA A ENFRENTAR MALES PSICOLÓGICOS</title>
      <description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;
&lt;/h3&gt;

&lt;div class="post-body entry-content"&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sk-mGWmKX0I/AAAAAAAABs0/4m45450O5LA/s1600-h/casal66.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 305px; height: 227px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sk-mGWmKX0I/AAAAAAAABs0/4m45450O5LA/s400/casal66.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354681110041878338" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ter
um bom relacionamento com o parceiro pode ajudar a reduzir os impactos
do estresse causado pelo trabalho, segundo estudo da Universidade de
Gotemburgo, na Suécia. "Os relacionamentos reduzem os efeitos negativos
desse tipo de estresse na saúde, mas relações ruins irão ampliar os
efeitos negativos", destacou a pesquisadora Ann-Christine Andersson. Em
pesquisa com cerca de 900 pessoas, os especialistas notaram que aqueles
que relatavam viver um bom relacionamento tinham melhor saúde do que os
que tinham relações problemáticas. Mulheres em relacionamentos ruins
teriam mais ansiedade, reações de estresse mental e problemas de sono.
Os homens tinham mais depressão, ansiedade e estresse psicológico e
somático.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os
pesquisadores destacam que, após ser expostos ao estresse, o corpo deve
se recuperar e recarregar energias, mas se não há a possibilidade de
fazê-lo em casa, em relações pessoais agradáveis, esse desequilíbrio
pode causar sérios problemas de saúde física e mental. Por isto, embora
um bom relacionamento conjugal depende de esforço, dedicação, diálogo e
doação, vale e sempre valerá a pena.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/07/amor-ajuda-enfrentar-males-psicologicos.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2009 17:24:43 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>VIDA ( QUANTAS VEZES PERDI A ESPERANÇA )</title>
      <description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;
&lt;/h3&gt;

&lt;div class="post-body entry-content"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgT7dp754I/AAAAAAAAIA0/l8q8kxMRdGw/s1600-h/mulhermetro1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 329px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgT7dp754I/AAAAAAAAIA0/l8q8kxMRdGw/s400/mulhermetro1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348046469796194178" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;H&lt;/span&gt;oje estive pensando no quanto já vivi&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Nossa, fiquei surpresa com tanta coisa já vista.&lt;br&gt;Tantas coisas já vivi, tantos sonhos já tive, já concretizei&lt;br&gt;E pessoas então? Quantas já conheci...&lt;br&gt;Na minha memória um número infinito, incontável&lt;br&gt;Quanta coisa legal já fiz, já vi, já presenciei&lt;br&gt;Quanto sentimento bacana já senti por alguém ou por algum momento&lt;br&gt;Quanta gente entrou e saiu da minha vida e eu nem percebi&lt;br&gt;E quantos ainda permanecem juntos sempre, eternizados&lt;br&gt;Mas também teve as partes ruins&lt;br&gt;Tive perdas irreparáveis, que são até hoje cicatrizes abertas&lt;br&gt;Outras apenas lamentei e entendi&lt;br&gt;Quantas pessoas me magoaram, me decepcionaram...&lt;br&gt;Quantos momentos ruins já vivi também.&lt;br&gt;Momentos que pareciam uma eternidade&lt;br&gt;Parecia não ter fim, só dor&lt;br&gt;Quanta coisa já senti, quantas lágrimas já chorei&lt;br&gt;De quantos sonhos desisti&lt;br&gt;Quantos amores se foram&lt;br&gt;Quanta vida deixei de viver.&lt;br&gt;Quantas vezes perdi a esperança...&lt;br&gt;Olhando assim...&lt;br&gt;Me sinto um mausoléu de tão velhinha&lt;br&gt;A vivência pesa, parece que tenho 1000 anos&lt;br&gt;Mas posso ver por outro lado...&lt;br&gt;Posso ver o lado que ainda tem por vir&lt;br&gt;Que ainda não vivi&lt;br&gt;Quanta coisa ainda quero fazer&lt;br&gt;Quantos ideais  tenho dentro de mim&lt;br&gt;Quantos sonhos ainda tenho esperança de concretizar&lt;br&gt;E quantos novos sonhos virão&lt;br&gt;Quantas vezes hei de gargalhar com as peripécias dos meus&lt;br&gt;Quantos beijos e carinhos trocarei&lt;br&gt;E quantas vezes meu coração pode bater mais forte&lt;br&gt;Por momentos de felicidade, orgulho ou ainda  por alguém&lt;br&gt;Quem sabe...&lt;br&gt;Quantas pessoas ainda entrarão e sairão&lt;br&gt;E quantas hão de ficar e fazer parte de minha vida&lt;br&gt;Quanta conversa hei de jogar fora com amigos em noites quentes de verão&lt;br&gt;Quantas promessas ainda farei pra mim mesma&lt;br&gt;E quantos ainda hão de me amar&lt;br&gt;Olhando assim...&lt;br&gt;Sinto-me então um pequeno bebe&lt;br&gt;Melhor ainda,&lt;br&gt;Um embrião pronto a saltar para a vida&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="mailto:helo_heloboo@yahoo.com.br"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Helo Silva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt; (&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/amordealmas"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Grupo Amor de Almas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/07/vida-quantas-vezes-perdi-esperanca.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
      <guid isPermaLink="False">de9e0638-fa1f-4d5d-8c43-68df7ec48383</guid>
      <pubDate>Sat, 04 Jul 2009 16:02:53 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>JÚRI DÁ O VEREDICTO : QUEM AMA, MATA !</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/SjrzwRQAPGI/AAAAAAAABmc/hrURLh7G5cI/s1600-h/amorproibido1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 278px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/SjrzwRQAPGI/AAAAAAAABmc/hrURLh7G5cI/s400/amorproibido1.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348855518045682786" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A
paixão absolve. A afirmação é resultado do júri simulado em que o
advogado Márcio Thomaz Bastos e a defensora pública Daniela Cembranelli
pediam, com citações de Voltaire, Djavan e com o argumento de que a
paixão é um sentimento avassalador, a absolvição de um imaginá rio réu
acusado de matar a mulher por ciúmes. O criminalista Alberto Zacharias
Torone o promotor de Justiça Roberto Tardelli fizeram as vezes da
acusação, mas não conseguiram convencer os "jurados" com a tese de que
"quem ama não mata, constrói", defendida por Toron, ou "não é porque
trabalha e tem filhos, que tem salvo conduto para matar", como
argumentou Tardelli.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por 166 votos a 41, Bastos e Daniela
venceram a descontraída disputa de argumentos contra e a favor da
paixão durante cerimônia de homenagem ao ilustre advogado criminalista,
especialista em júri, Waldir Troncoso Peres, que morreu em abril. O
evento aconteceu nessa segunda-feira (15/6), no Salão Nobre da
Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Waldir
Troncoso Peres, assim como os "jurados", também acreditava no crime por
amor. Ele já dizia que este é um sentimento tão intenso que homem e
mulher se fundem e quando acontece a ruptura, aquele que sofreu e foi
abandonado é capaz de matar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;A
defensora pública Daniela Cembranelli, do alto de seus 15 anos de
experiência em júris, abriu a sua participação dizendo que estava ali
para defender a paixão. "A paixão precisa ser colocada no seu devido
lugar. Muitos a consideram sinônimo de tirania, de egoísmo, de vilania.
Apesar de poder levar a atos injustos, a paixão opera grandes
transformações. Há quem diga que nenhuma obra de arte pode ser feita
sem paixão", bradou, lembrando de obras esculpidas por Mozart ou por
Van Gogh.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Daniela parecia um tanto emocionada durante os seus
dez minutos de palavra. Ao se dirigir ao colega de defesa Márcio Thomaz
Bastos, se confundiu e o chamou de Waldir, em referência ao homenageado
da noite. Mas logo se refez e passou a recitar versos da música
Faltando um pedaço, de Djavan - "O amor é um grande laço, um passo pra
uma armadilha, um lobo correndo em círculos pra alimentar a matilha" -,
para reforçar a ideia de que a paixão é a forma de expressão do amor
febril, patológico, que tira a pessoa de seu equilíbrio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A
paixão em versos, escrita pelo francês Voltaire, serviu para arrematar
a defesa de Daniela: "As paixões são como as ventanias que sopram as
velas do barco. Elas podem afundá-lo, mas sem ela não se pode navegar".
Ao voltar à mesa para sentar-se na cadeira reservada à defesa, Daniela
tropeçou, caiu e se levantou rapidamente para passar a palavra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Márcio
Thomaz Bastos, advogados criminalista e ex-ministro da Justiça, atuou
em diversos júris com Waldir Troncoso Peres, "junto e contra ele".
Depois de Daniela, reforçou a defesa do réu acusado de matar a mulher
por traição. "Não viemos defender que a honra se lava com sangue.
Viemos defender a paixão como um sentimento avassalador", ressaltou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para
ele, não é sempre, mas existem casos em que a paixão pode, deve e
precisa ser absolvida. Bastos afirma que a característica de um
apaixonado é ser uma pessoa séria e, "quanto mais séria, mais sofre",
podendo cometer um crime totalmente impensado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele questiona aos
jurados se vale a pena mandar para a cadeia um cidadão de bem, que
nunca cometeu um crime, que é trabalhador e não vai cometer novos
crimes. "Quem pode condenar o pai que mata o assassino de seu filho?",
ilustra com outro exemplo de sentimentos à flor da pele.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com
tais argumentos, as cédulas azuis, que representavam a absolvição,
foram as mais depositadas nas sacolas que passaram pelo Salão Nobre da
faculdade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A partir de matéria do &lt;a href="http://www.conjur.com.br/"&gt;Consultor Jurídico&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-jun-16/marcio-thomaz-bastos-daniela-cembranelli-vencem-defesa-paixao"&gt;Leia texto integral&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/06/juri-veredicto-quem-ama-mata.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
      <guid isPermaLink="False">d6638c27-f1f3-4d7b-b9f7-08fbb901b444</guid>
      <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:23:04 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>GORBACHEV FAZ DISCO PARA LEMBRAR RAÍSSA</title>
      <description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;
&lt;/h3&gt;

&lt;div class="post-body entry-content"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgbMfWHRQI/AAAAAAAAIBE/W7fVjruMG2c/s1600-h/Gorbachev+-+09-09-08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 193px; height: 263px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgbMfWHRQI/AAAAAAAAIBE/W7fVjruMG2c/s320/Gorbachev+-+09-09-08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348054458889094402" border="0"&gt;&lt;/a&gt;O
ex-presidente soviético Mikhail Gorbachev gravou um disco com canções
de amor dedicado à mulher, Raísa Gorbachova, que morreu há dez anos,
mas a obra não estará disponível nas lojas. "O disco contém as sete
canções de amor preferidas de Raísa Maxímovna (esposa de Gorbachov).
Cantei eu mesmo acompanhado por (o músico) Andrei Makarevich", afirmou.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O
disco "Canções para Raísa" foi gravado com a colaboração de Makarevich,
um conhecido músico e compositor russo, cofundador e líder da Mashina
Vremeni, uma banda de rock cultuada na União Soviética e que, 40 anos
após sua fundação, continua ativa.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Em
resposta ao pedido das 347 pessoas presentes no velório, Mikhail
Sergueyevich cantou uma das músicas de amor mais emocionantes,
interpretação que foi recebida com uma tempestade de aplausos de
entusiasmo", afimou Pavel Palazhchenko, porta-voz da Fundação Raísa
Gorbachev.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/06/gorbachev-faz-disco-para-lembrar-raissa.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
      <guid isPermaLink="False">50320e36-0076-4e01-9a21-7c914f0830f0</guid>
      <pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:38:23 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>EFEITOS DA PAIXÃO  ( NO AMOR, VALE TUDO )</title>
      <description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;
&lt;/h3&gt;

&lt;div class="post-body entry-content"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgY_zA8CCI/AAAAAAAAIA8/4W43VwTe1kQ/s1600-h/casal68.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 284px; height: 362px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgY_zA8CCI/AAAAAAAAIA8/4W43VwTe1kQ/s400/casal68.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348052041807431714" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Durante
muito tempo não houve explicação para a paixão, um estado que nos
diferencia, que nos torna até irresponsáveis e que se nos leva, de um
lado, a viver um mundo de sonhos, pode nos colocar, de outro, em um
mundo de pesadelos. Não pela paixão em si, mas pelas consequências que
ele gera ou provoca. O amor, ou a paixão, não era objeto da ciência,
afinal não havia como medir sentimentos.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;Bom,
o amor ainda não é objeto da ciência, que não consegue explicar como
ele acontece. Não sabe dizer como alguém se apaixona por outrem, como é
consumido pela paixão, enlouquece, faz besteiras, banca a criança,
perde o senso. Enfim, todos esses lugares comuns que acompanham a
paixão e o amor desenfreado. Mas a ciência pode, sim, dizer como o
corpo reage, como o sistema nervoso comanda as emoções e que reações a
paixão provoca.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Será que com isso vão explicar a paixão? Não
sei. O que sei - não por conhecimento próprio, é óbvio, mas por
leituras - é que a partir de um encantamento o cérebro dispara uma
série de comandos para o hipótálamo e ele começa a comandar a reação do
corpo, produzindo a dopamina e nos colocando em estado de euforia, que
nos torna capazes dos mais estranhos comportamentos, indo até o
arrebatamento do sexo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É o hipotálamo, diz-no a ciência, o
responsável pelos comandamentos e reações a que a paixão nos leva. Se
tomamos atitudes insensatas, é ele quem nos diz o que fazer. E
funciona, aqui confirmando o ditado popular, como se fôssemos cegos. O
amor, neste caso, cega mesmo. O ser racional que deveríamos ser se
transforma em puramente emocional e para atender a esta necessidade o
cérebro comanda e o corpo obedece, estabelecendo o encantamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um
dado curioso é que, confirmando o que dizia Vinícius, este não é um
estado permanente, mas pode durar um bom tempo. Segundo os estudiosos,
esse encatamento - ou será falta de razão? - que a paixão nos tras pode
durar até mais de dois anos. É o período em que somos capazes de quase
tudo para ficar com a pessoa amada, para satisfazê-la. É um período em
que estamos totalmente subjugados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Olhando a questão do lado
científico, parece meio assustador que convivamos com a paixão. Se ela
nos tira a razão, então não seria bom estar apaixonado. Se fôssemos
seres simplesmente racionais, talvez isso fosse verdade. Como não o
somos e a emoção representa uma boa parte do que somos e do que
fazemos, é diferente e a paixão torna-se, pelo menos durante algum
tempo, algo desejável, que todos gostaríamos de viver.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como seres humanos, achamos este estado alterado bonito. E procuramos, homens e  &lt;a href="http://www.amordealmas.com/#" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;"&gt;mulheres&lt;/a&gt;,
chegar a ele, vivenciá-lo, até para, mais tarde, refletir sobre o que
fizemos, reconhecendo que foi um grande amor, mas podendo concluir,
também, que durante este tempo de enlevo, saímos da linha, fizemos
coisas estranhas, comportamo-nos como bobos e sucumbimos à paixão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sim.
Fazemos tudo isso. Mas quem é que pode atirar a primeira pedra dizendo
que não está sujeito a esta paixão? Pode ser estranha, concordo. Nem
por isso deixa de ser algo formidável nas nossas &lt;a href="http://www.amordealmas.com/#" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;"&gt;vidas&lt;/a&gt;.
Viver uma paixão é quase tudo o que queremos, não é mesmo? E enquanto
dura é mesmo muito bom. Então, vamos deixar um pouco de lado o
comportamento racional e sucumbir à paixão, ao amor desenfreado, ao
comportamento juvenil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No amor, vale tudo. E para atender à
paixão, nos transformamos. E isso, pelo menos no momento de sua
existência, é bom. Quem é que não concorda?&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A partir do &lt;a href="http://linoresende.jor.br/"&gt;Blog Lino Resende&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://linoresende.jor.br/os-efeitos-da-paixao/"&gt;Leia texto integral&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/06/efeitos-paixao-no-amor-vale-tudo.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
      <guid isPermaLink="False">0383d101-0899-4427-acb0-cd28b50d73a7</guid>
      <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 21:20:27 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>HERANÇA (MEU ANTIGO AMOR)</title>
      <description>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgOtUNGA6I/AAAAAAAAIAs/TmVZYzBSzzk/s1600-h/romantic5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 315px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SjgOtUNGA6I/AAAAAAAAIAs/TmVZYzBSzzk/s400/romantic5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348040729182995362" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Vivi um amor intenso e solitário&lt;br&gt;Dentro do meu peito esse amor  cresceu, amadureceu&lt;br&gt;Viveu também momentos mágicos&lt;br&gt;Cheio de esperanças&lt;br&gt;Te entreguei o meu melhor&lt;br&gt;&lt;div align="center"&gt;Sempre gostei de te amar&lt;br&gt;E você sempre recusou&lt;br&gt;E quanto mais recusa, repulsa...&lt;br&gt;Mais eu te amava&lt;br&gt;Criei fantasias, vivi de sonhos&lt;br&gt;E te esperei com calma, sem pressa&lt;br&gt;Uma vida inteira sem pressa&lt;br&gt;De sentir seu abraço, seu beijo molhado&lt;br&gt;Que você se recusou a me dar&lt;br&gt;Estive presente o tempo todo&lt;br&gt;Te amando sempre, incondicionalmente&lt;br&gt;Então um dia&lt;br&gt;Diante de amor tão  &lt;a href="http://www.amordealmas.com/#" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;"&gt;lindo&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Seu coração se quebrantou&lt;br&gt;Se encantou pelo meu amor&lt;br&gt;Se encantou com a minha espera&lt;br&gt;E me ofereceu o teu coração&lt;br&gt;Para que eu fizesse morada&lt;br&gt;Assim como fazia no meu&lt;br&gt;Enfeitou meu amor que era triste&lt;br&gt;Iluminou minha alma, compartilhou dos sonhos&lt;br&gt;E aos poucos, sem que se desse conta,&lt;br&gt;Eu preenchia todos os espaços do seu coração&lt;br&gt;Mas foi então que perdi&lt;br&gt;Perdi o amor que eu tinha&lt;br&gt;Perdi todo o encantamento&lt;br&gt;Meu coração amava o outro&lt;br&gt;Aquele que me negava, que me rejeitava&lt;br&gt;Esse que me acaricia a alma&lt;br&gt;Também me dá asas&lt;br&gt;E assim voei...&lt;br&gt;Voei feliz pra me encantar quem sabe&lt;br&gt;Com outro amor&lt;br&gt;Mas não te deixei só&lt;br&gt;Fiz morada no teu peito&lt;br&gt;E deixei pra você&lt;br&gt;O meu antigo amor&lt;br&gt;Aquele que recusou&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Agora é teu... é minha herança pra ti&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="mailto:helo_heloboo@yahoo.com.br"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Helo&lt;/span&gt; Silva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt; (&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/amordealmas"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Grupo Amor de Almas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/06/heranca-meu-antigo-amor.html</link>
      <author>noreply@abril.com.br (casmurro)</author>
      <guid isPermaLink="False">e53a1346-fe72-4b2a-8cbe-ba92a31f722e</guid>
      <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 10:52:43 GMT</pubDate>
    </item>
  </channel>
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