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07.05.2009

 




Escala por tempo indeterminado

postado por Adriana Paiva, às 10:52

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14.04.2009



Foto © Ella Dürst


 
Há pouco mais de uma semana, o Claudio Versiani publicou no Pictura Pixel comentário sobre a criação do AFOTO (Associação de Fotógrafos do Distrito Federal ) . A nota, aparentemente corriqueira, acabou por virar a "mesa italiana" aí abaixo . Foi o Eduardo P.L, do Varal de Idéias,  quem, além de sacar o valor desse encontro de mentes criativas, reuniu as "tiradas" em outro blog criado por ele, o Comentários que são Posts . Leiam e divirtam-se . Os originais vêm daqui .

 
  1. Os trocadilhos me perseguem!!!
    Fui brincar com o mais infame de todos até agora, o ana-lógico, e acabou virando título de nota aqui e no blog do Noblat, para minha eterna vergonha…
    É a vida, né?

  2. Consultei o Arnaldo e ele está disposto a repassar a autoria infame do Ana-lógico por uma módica quantia ou mesmo por uma câmera digital de preferência em bom estado.
    Usha, liga não, o Ana-lógico é legal e aproveita liga pro Arnaldo. Não vá fazer tal qual Dorival, liga ou ligue.
    Bjo.

  3. Bom dia e boa tarde, gurizada !
    Passagem rápida, já que fui dormir de novo às 5h de “la matina” e, no momento, ainda não concateno.
    Preciso dizer que acho que a Usha cumpre bem a função de pára-raios de trocadilhos. Às vezes, pintam uns por aqui divertidos (em toda a sua infâmia) , caso — of course, Anne — do Ana-lógico .

    Beijos

  4. “Addendus rapidus” :
    Meus olhos ainda não abriram completamente ou é mesmo verdade que a Usha não está nessa foto ?
    Outro adendo ligeirinho — dirigido ao Rinaldo : ex-forasteiros também podem ingressar na “AFOTO” ?

  5. Liga não Usha, o Ana-lógico é de todos nós, nossos pais, nossos avós… (Eita, ficou parecendo grito de guerra da UNE)
    Ficou ótima a fotinha na foto do dia de Noblat. Pelo visto Noblat também é tripulante do Pictura, vez por outra ele faz uns enlaces.
    Parabéns pra galera da AFOTO.

  6. Mas vai ter negócio ou não?
    Você está propondo um comodato Ana-lógico?
    Eu já me apropriei. Devo não nego, pago quando puder…
    Bom domingão.

  7. Lá pelos idos de 95 ou foi 96, ainda estudante de jornalismo, fui participar de um ENECOS (Encontro Nacional do Estudantes de Comunicação) na UNB… fiz minha inscrição para participar de uma oficina de fotografia com o grupo Ladrões de Alma, tal oficina rolou lá no minhocão, como é conhecido um dos prédios da UNB… você lembra disso Rinaldo? tive a oportunidade de ver um trabalho fuderoso que, se não me falha a memória, se chamava cores da cidade… era esse o nome? Quem eram os fotógrafos que compunham o coletivo? Rinaldo socializa com a galera do Pictura essas fotos…

  8. Fica à vontade Cláudio… pode se apropriar mas daqui a 50 anos vira domínio público.. hahaha

  9. Arnaldo , nessa época, eu ainda estava em Brasília e de partida para sua terra (Pernambuco, mais especificamente, Olinda) .
    Participei de algumas edições do ENECOM, mas (pena!) não lembro dessa, que rolou na UnB, em 95.
    Vejam aí, Rinaldo, Usha, Susana (na leitura ?) :
    Ótima sugestão essa de compartilhar com os leitores do Pictura as imagens do trabalho a que o Arnaldo se refere . Bora mostrar ;-) ?

  10. Claudio, eu sou muito boa de negócios, podemos fazer negócio sim: aluga-se função de pára-raio de trocadilhos, aceita-se permuta, câmeras em mau estado de conservação, de preferência anteriores à década de 70, são bem-vindas!
    Adriana, não estou na foto DAFOTO (putz!), eu sou meio esquiva e confesso que fugi…
    Arnaldo, eu lembro dessa oficina que os Ladrões deram no Enecom; acho que o trabalho cor que você está falando era de Rubens Rebouças, um ensaio chamado Quinas Brasilienses. Tem vários outros trabalhos do grupo no nosso pseudoportfolio aqui:
    http://www.ladroesdealma.blogspot.com/.

  11. Oi, pessoal, oi Versiani!
    Tava vendo a resposta da Usha sobre
    minha exposição “Quinas Brasilienses”
    e ela realmente ocorreu na UnB nos anos 90.
    Tenho algumas digitalizadas
    e caso haja interesse, Cláudio, posso lhe encaminhar
    as imagens pra galera conhecer.
    Bons clics pra todos!

  12. Só porque não sou fotógrafa vocês acham que vou ficar fora da disputa? Afinal, a inspiração do Arnaldo para criar o infame Ana-lógico veio de quem, hem? Hem?

  13. Caro Rubens, mande sim. O negócio aqui é compartilhar…
    Primeiro mande as digitalizadas. As Ana-lógicas você pode deixar na casa da Usha que ela dá um jeito.
    Ab.

  14. Arnaldo meu amigo, vamos fazer o negócio no trocadilho antes que alguém, Anamaria é lógico, lance mão da propriedade.
    Vamos vender para a Usha ou para o Noblat…
    Ab.

  15. Claudinho, meu amigo, vou logo avisando: quero 30%!!!
    E tem mais: além de Ana-lógica sou Ana -crônica. Portanto, em cash! Nada de modernidades.

  16. Que bonita essa gente inspirada !
    Os humoristas do Pictura tão mandando muito bem ! Ri gostoso. “Ma-ga-vi-lha” . Alguéns precisamos mesmo nos divertir. Afinal, pelo que me disseram, amanhã vai ser segunda-feira.

  17. Tá doido, Claudio? Se o Rubens deixar os negativos dele aqui, vai querer me cobrar por dia! Se forem cromos então, vai ser por hora!!!

  18. Ana-crônica, kkkkkkkkkkkkkkkkk….
    Bom demais…

  19. O título é meu e ninguém tasca. Não vendo, não empresto, nem pra Usha e nem para o Arnaldo.
    O próximo texto da Ana vai ter o título…
    A crônica de Ana, é lógico.
    Quanta bobagem!
    Ainda bem que amanhã é segunda-feira, assim parece.
    Boa semana para todos.
    Divirtam-se…se possível for.
    Abraços para os marmanjos e beijos para as chicas.
    Viva AFOTO!

  20. Yeah !! “A união faz o foco” !
    E o Ministério das Sandices Dominicais adverte : Rir com os outros (ao invés de rir dos outros) é fundamental à saúde .
    As duas dezenas de apartes a um chiste sobre assunto sério (AFOTO !) provam que é mesmo brincando que a gente se entende.
    Além de rir um tanto, de quebra, soubemos de um certo portfolio dos Ladrões de Alma e , ainda, que, a qualquer hora , surgirão por aqui algumas das “quinas brasilienses” do Rubens Rebouças. Legal.
    Boa semana aos que riem COM seus semelhantes !

  21. Bom dia ! Já é quase isso .
    Estou no blog dos Ladrões de Alma —
    http://www.ladroesdealma.blogspot.com/ .
    Ora, já conhecia. Mas não “abastecido” como acabo de ver . Bacana .
    Algumas imagens estou vendo pela primeira vez ; outras seguem “intactas-na-retina”. Fico feliz por vocês terem posto os arquivos dos Ladrões na rede . Suponho que outros também ficarão.
    Bem, vou ali , dormir um pouco porque corpo e mente resolveram exigir . Acabo de me dar conta de que estou comentando esta nota , há quase 24 horas, e, nesse “meio-tempo”, não levei nenhum particular com Morfeu . Vixe .

    Bye

  22. Claudio,

    estes comentários viraram POST no meu mais novo blog! Os DIREITOS autorais estão GARANTIDOS!

    Forte abraço.

    http://comentariosque.blogspot.com/

 

 

 

postado por Adriana Paiva, às 02:32

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08.04.2009

Fotógrafa Fernanda Chemale - Trajetória

Leia matéria de minha autoria na Revista Pictura Pixel





Excertos:

Entre os dias 8 e 25 de abril, Fernanda Chemale expõe no Centro Cultural de la Cooperación Floreal Gorini, em Buenos Aires, imagens de seu livro ElefanteCidadeSerpente, lançado no Brasil, em 2008.
A mostra comemora os vinte anos de trajetória da fotógrafa, que tem no currículo dois livros — o primeiro deles “Tempo de Rock e Luz ” (2004), 48 exposições individuais, fotografia de cena (still) para filmes de reconhecidos cineastas — como seu conterrâneo Carlos Gerbase –, além de obras na Coleção Pirelli/MASP de Fotografia e no acervo do Festival AELLA-Foto y Cinelatino de Paris.

Sobre a exposição em Buenos Aires e sua trajetória profissional, conversamos no Café Severino da Livraria Argumento, no Leblon, em março passado.

(...) O  projeto, começou a ganhar corpo, no início dos anos 2000, quando a irrequieta gaúcha da interiorana Osório, cedeu, enfim, ao apelo nervoso da vida nas megalópoles e se lançou às ruas, à caça de novas imagens. Não precisou ir longe. “Encontrei as imagens do ElefanteCidadeSerpente no meu cotidiano”, conta .
Que não se espere, contudo, que esse “corriqueiro” de Fernanda tenha algo de fácil ou banal. Os fragmentos que ela “recolhe” em suas andanças pelos centros urbanos reconfiguram-se, abolindo a fronteira entre real e imaginário. Intenção que o crítico e pesquisador de fotografia Rubens Fernandes Júnior reforça na introdução à primeira edição do livro: “Ver a cidade nem sempre significa
veracidade”. Para o estudioso, o que Fernanda cria com esse trabalho é uma coleção de fotografias sobre as cidades nos dias atuais, de um modo muito próprio e que extrapola o meramente documental. Ainda, em suas palavras, as imagens de Fernanda iconizam “a mais pura sensação momentânea e efêmera de um passeante”.
Pensando em referenciais dos mundos analógico e digital, seria, em uma frase, algo como o flâneur André Kertész solto no universo dromocrático de Paul Virilio  (...) "

Leia mais

[  Matéria por Adriana Paiva / Verve Press - Especial para Pictura Pixel ]


postado por Adriana Paiva, às 23:54

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29.03.2009



Osgemeos na Fortes Vilaça (SP) : Exposição, agora, é no CCBB do Rio




Vertigem,  exposição  dos irmãos Otávio e Gustavo Paldolfo (osgemeos) , que reúne instalações, esculturas e pinturas, ocupa, desde o dia 20 deste mes ( e até 17 de maio)  três salas do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio .  Uma das cabeças amarelas que estiveram na Fortes Vilaça, na estréia dos paulistanos no circuito de galerias de arte,  retorna à mostra , "remodelada" . 

Serviço:

CCBB - RJ : Endereço : Rua 1° de Março, 66 - Centro . Fone: 3808-2020. 
Horário: Terça a domingo, 10h às 21h.
Grátis.


Mais:

Leia, no site da Verve Press,  matéria de minha autoria com perfil  d'Osgemeos:
http://www.verveweb.com.br/vervepress/

Link alternativo [ = ]




postado por Adriana Paiva, às 18:50

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19.03.2009


Eu já os havia apresentado ao Uma Outra Brasília, da minha amiga, a jornalista Usha Velasco. Agora, quero convidá-los a conhecer outras Brasílias dentro dessa Brasília .
Usha abriu espaço em seu blog para que outros fotógrafos mostrem registros da cidade . Abaixo, alguns desses olhares .

 

 
© Hélio Rocha

Uma Brasília por Luisa Molina - Rodoviária DF
© Luisa Molina

 
©  Roberto Castello


©  Arthur Monteiro




postado por Adriana Paiva, às 13:00

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11.03.2009


Updated


Minha coluna, esta semana, na PicturaPixel, fala de um encontro que tinha tudo para ter ocorrido, há, pelo menos, vinte anos...








Havia programado outro assunto para minha segunda coluna na PicturaPixel reformulada. A entrevista, aliás, fora feita na véspera.
Novas situações e o frescor de um recém-encontro me fizeram mudar de idéia

Vou escrever hoje sobre a divertida noite de bate papo com Anamaria Rossi, sexta-feira passada, em Ipanema .
Aqui mesmo, em comentários ao texto de estreia de Anamaria, contei como esse encontro, que tinha tudo para ter ocorrido vinte anos atrás, na UnB, até a última sexta-feira, só tinha acontecido virtualmente e via PicturaPixel .

O local para o tête-à-tête já estava escolhido e reservado havia alguns dias: Zazá Bistrô Tropical . Mandei à Ana um SMS confirmando : "Zazá, sexta, 20h , varanda" .

Ligaram o local a outros personagens?  Sim, trata-se daquele mesmo Zazá , em frente ao qual encontrei, casualmente,  a fotógrafa Silvia Izquierdo
, da Associated Press, na terça-feira de carnaval .

Chego um pouco antes de Ana. Ela já tinha me avisado que se atrasaria em função de um compromisso de trabalho que a segurara no centro da cidade mais que o previsto. Enquanto a aguardo, folheio a carta de bebidas e sem mais elaborações, peço: 
 
-- Por favor, um Zazá Fresco .
 
Fresco. Palavra mágica . Quase sinto a brisa girando em torno de minha nuca. Frescor, leveza .Tudo pelo que essa sexta-feira quente urgia  .

 
(continua) ... Leia no site o texto, na íntegra, da crônica


.  .  .  .  .  .  .  .  .  .
 

Coluna de estreiaPor que fotografia de shows ?


O Arquivo do Bloco de Notas do Pictura Pixel agora está aqui:
http://www.picturapixel.com/archive/






postado por Adriana Paiva, às 18:21

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01.03.2009

Updated


Segundo meus olhos plasmados por década de contemplação da
 
Sampa de céu gris

 

 

 Pão de Açúcar - Adriana Paiva, Verve Press


Rio de turistas em êxtase : Maravilha ! Maravilha !



Bairrismos muito à parte, assim começo minhas particularíssimas homenagens ao aniversariante do dia . Parabéns, Rio de Janeiro ! Publico, abaixo , outra parte do ensaio fotográfico que fiz, com exclusividade, para o  Pictura Pixel :








Mais Rio de Janeiro, aqui  (no blog) .


postado por Adriana Paiva, às 13:28

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26.02.2009

* Morros de uma babel festiva









Havia muitos anos que eu não subia ao Pão de Açúcar. A última vez em que o fiz tinha idade próxima à de meu sobrinho Tiago (16) , companheiro na aventura de ontem.
Faça uma enquete rápida entre seus amigos de Rio e SP e você verificará que cariocas frequentam menos os pontos turísticos do Rio de Janeiro do que paulistanos frequentam os de São Paulo.
Eram pouco mais de 16:45 quando chegamos, a pé, na estação do Pão de Açúcar. Tiago, atualmente, mora na vizinhança (a mesma em que morei anos atrás) .
Na bilheteria, comprei 2 passeios completos (Morro da Urca + Pão de Açúcar) , ao valor nada módico de R$ 44 por pessoa. Tudo bem ; sem queixumes. Para sobrinho-afilhado — que posa para a gente desde os primeiros dias no mundo — o que se recusa ? E lá fomos nós. O menino entende muito de escalada de rochas — recentemente, encarou o Morro da Urca investido de sua mais temível identidade, a de garoto-lagarto

O primeiro trecho do passeio foi cumprido entre fotos e explanações de Tiago sobre rochas e a dinâmica que permite que os urubus planem por horas a fio . O calor era o esperado para essa época do ano ; a lotação dos bondes, ídem.
Lá no alto, encontramos dois morros de Babel repletos de turistas de todos os cantos do planeta. Por todos os lados, gente bonita, bronzeadíssima e afoita pelos melhores ângulos de um Rio de Janeiro, que, lá embaixo, não raro, a gente esquece que é tão belo.
Do fugaz momento de sol ofuscante (a dificultar uma olhada mais detida para o Cristo Redentor) à tempestade que se armou em seguida, registrei algumas fotos, especialmente, para o Pictura Pixel.
Obs.:( Preferi não levar para a aventura nenhuma de minhas Nikon. Todas as fotos foram feitas com uma Sony Cyber-Shot).


Crônica e ensaio originalmente publicados no Pictura Pixel - Bloco de Notas .
Para ver a sequência completa de fotos, clique .



postado por Adriana Paiva, às 03:47

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26.02.2009

Reflexões amplificadas




Sinto-me dividida, há muito tempo, entre dois modelos de pára-raios. Sobre o de difícil manejo, prefiro nem falar. Já o modelo pára-raios de coincidências  (muito mais leve, arejado, jovial) , costuma me compensar com ocorrências interessantes como essa.




postado por Adriana Paiva, às 02:26

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25.02.2009


Farei justiça ao belo


Não resisti. Embora tenha sinalizado que não o faria.
Mesmo discordando da exposição apelativa dos corpos humanos  -- sobretudo, claro, os femininos -- nesta época do ano, quero fazer justiça ao belo .  Da seguinte forma: trarei para cá algumas daquelas fotos relegadas ao não-conhecimento -- ao pé do post anterior -, acrescentarei algumas outras,  costurarei tudo e vou lançar aqui como minha despedida de Momo.


Mocidade Alegre - Campeã do carnaval de SP


A imagem acima vem a propósito de a Mocidade Alegre ter se sagrado campeã do carnaval paulistano
de 2009.  Em 2004, ano em que esta foto foi feita, a escola também foi 1° lugar no Grupo 1.











A justificativa para eu ter feito essas fotos pode ser lida no post anterior .

 

 

postado por Adriana Paiva, às 00:02

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23.02.2009

Carnaval 2009 em Ipanema

Folia em Ipanema
: Homens fantasiados de Emília  e uma boneca de piche infiltrada
[ Clique aqui para ver outra imagem do grupo ]



Nem sei de Oscar. Começo a escrever este post deliberadamente antes de abrir jornais do dia ou olhar os portais de notícias. Cheguei exausta , ontem, do meu mini-périplo momesco. 
O circuito "Barra-Urca-Ipanema-Urca-Barra"  terminou na cama . Assim mesmo: dos braços de Momo aos de Morfeu, em questão de horas.
 
Saímos da Barra da Tijuca , eu e mamãe (ao volante), no meio da tarde e rumo a Urca. Passagem rápida na casa de minha irmã, beijos em Luisa - e " tchau, gente, fui" .

Nem pensar em perder a divinal luz dourada que esteve sobre o Rio de Janeiro na tarde de ontem.

Mais do que célere, faço um saque estratégico no caixa 24 horas e vou à procura de um táxi.
Entro no primeiro carro da fila.

- Vai para onde, moça ? , pergunta o motorista de cabeça branca , quase sem fôlego .
- Para Ipanema . E o mais perto possível da Praça General Osório, por favor.

Pronto. Essa é a deixa . O sujeito começa um blablablá sobre ser impossível ir até lá "porque os blocos estão por todos os lados da zona sul ...blablablá ..."

- Como assim ? O quão mais perto da Praça General Osório é possível chegar ?, continuo, no limiar da impaciência.
- Posso deixar você em Copacabana.

Isso também é uma deixa . Para que eu desça do táxi,  em direção a outro ponto. Nem preciso chegar ao mais próximo . Olha um amarelinho
 vindo ali ! Faço sinal :

- Moço, é possível me levar à Ipanema ?

- Claro !

Hesito um pouco sobre detalhar ou não o destino pretendido. Resolvo arriscar :
- Veja, quero ir o mais perto possível da concentração do * Simpatia... Nem termino de dar as coordenadas.

- Vamos lá !

Esse taxista não tinha nem traço de uma certa indolência carioca que me tira, completamente, do sério. Ainda bem. Estou cada vez menos tolerante em relação a firulas malandras e gente de má-vontade .
Nem digo que o motorista da cabeça branca tenha deixado de lucrar grande coisa. A corrida terminou em exatos R$ 19,50, na Visconde de Pirajá -- altura da Praça Nossa Senhora da Paz.
Preferi acompanhar os grupos de foliões fantasiados que divisei nas calçadas, mal caímos na avenida.
Feliz escolha ! Desci do táxi bem no meio da folia . O  bando de homens vestidos de boneca Emília (na foto aí de cima) , me recepcionou aos brados:  "Emília ! Emília ! Emília ! ". Isso mesmo: o refrão da música que ficou conhecida na interpretação de Baby Consuelo :-)  A partir daí, foi só alegria . Ou quase .



Leia mais

- Matéria sobre o bloco carnavalesco  * Simpatia é Quase Amor, que, ontem, completou 25 anos .
- Baby Consuelo canta "Emília, a Boneca Gente".


Outro adendo sobre Momo :




Carnaval dos 450 Anos de SPVerve na assessoria de imprensa de um dos organizadores do evento



Como não sei se voltarei , ainda este ano, a falar de carnaval aqui , aproveito para publicar uma nota sobre o tema, escrita dias atrás.

Seguem excertos:


Aproveitando que ainda trabalho no meu novo site e vasculho o mais esquecido dos CDs, 
escolhi duas imagens carnavalescas (...) . Registrei-as quando fizemos, pela Verveassessoria de imprensa para uma das empresas organizadoras do Carnaval dos 450 Anos de São Paulo.
Muito a bem da verdade, só fotografei porque pintou ensejo e achei que seria bacana ter algumas imagens do evento no meu arquivo. Não curto carnaval de passarela .
Prefiro (...)  ver o povo nas ruas e, eventualmente, sair atrás de um bloco. Dançando e, sempre que possível, fotografando.
 



Majestade Malemolência

Juliana Oliveira,  "Rainha do Carnaval  de São Paulo", em 2004


Majestade Samba no Pé

Passista Criolé: Muito malarismo em dia de coletiva de imprensa no Anhembi





postado por Adriana Paiva, às 14:07

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21.02.2009

Texto, foto e arte de Adriana Paiva 


Quero dizer para que não restem ainda dúvidas. Acredito totalmente que :
 
Gentileza gera gentileza . Gentileza, vejam bem, não bajulação e agrados interesseiros .
Ainda no meu modo de ver e reagir: arrogância gera indiferença. Sacanagem, bem, sacanagem redundará sempre em completo alijamento de meu convívio e, sem grande demora, de meus pensamentos.
 
Apesar de tímida, costumo ser cordial . Também não tenho dificuldade em dividir atenções com meus pares (jornalistas e fotógrafos) e  teço elogios aos talentosos entre eles, natural e (às vezes)  efusivamente .
 
Agora, se me sacaneiam,  já era. Acabou. Foi. Não será mais. Fim.
 
Tenho dificuldade, não nego , de perdoar certas atitudes.
Tento melhorar como ser humano, diariamente. Mas, neste momento, tornar-me capaz de perdoar sacanas não é mesmo uma de minhas prioridades evolutivas.
 
Não me sinto uma pessoa rancorosa. O rancoroso costuma ter sempre presente em seus pensamentos o agente causador de sua mágoa .
Aprendi (não sem dor)  a transformar mágoas em algo muito mais positivo que rancor.

Há questão de quatro anos, sofri o que considerei uma das maiores decepções de minha vida, uma traição partida de colega de profissão. Poderia ter afundado no rancor pela atitude completamente inesperada. Mas, nesse meio tempo , fiz coisas e estive cercada de pessoas que me impediram de submergir em tamanha mágoa. Tive, sim,  fantasias retaliativas onde via a tal pessoa ser desmascarada e vilipendiada por colegas e amigos em comum. Quis eu mesma poder alertá-los sobre aquele engodo humano ambulante . Fui demovida por meus pruridos éticos e por sábios conselhos. Para minha sorte, mas também para sorte da outra pessoa . Hoje, quem de verdade eu quis que separasse o  joio do trigo já o fez . E a vida seguiu .Incomparavelmente melhor.
Uma amiga, leitora deste blog (e profissional de RH),  quase se cansou de me repetir uma sentença  -- cuja autoria divide opiniões ; também não sei se a cito ipsis-litteris : "Ressentimento é tomar o veneno e esperar que o outro morra". Pois foi exatamente disso que me livrei.

Fiz comigo mesma o pacto de não me forçar mais a manter em minha vida o que e quem eu não queira.
Para encerrar, penso que não será excessivo repetir a frase ali de cima: se me sacaneiam, já era. Acabou. Foi. Não será mais. Fim.



postado por Adriana Paiva, às 23:27

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21.02.2009

Bondinho do Pão de Açúcar - Foto: Adriana Paiva


Você é do tipo que não está nem aí para excessos momescos e outras extravagâncias à la Dioniso (muito comuns nessa época do ano) ?
Bem, seus problemas acabaram. Se é que um dia chegaram mesmo a existir . Só aqui, neste Rio de Janeiro, são inumeráveis as opções para quem não pode nem ouvir falar em carnaval. O bondinho do Pão de Açúcar, aí, na foto (de minha autoria),  é uma dessas alternativas de lazer  "off-Momo" .

Antes de conferir horários aqui ,  convido-o a ver minha crônica ilustrada  .

Bom carnaval !


postado por Adriana Paiva, às 14:17

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20.02.2009

De moto? De skate? De táxi ou a pé ?


Trânsito no Leblon

Todos meios possíveis . Como faz  crer  essa foto que fiz na esquina da Aristides Espínola com a Ataulfo de Paiva. Em um  trecho do Leblon que, dependendo do dia, circulam em relativa harmonia pedestres, ônibus e toda sorte de veículos. Eu, embora chegue, normalmente de carro (saindo , em geral, da Barra) , não prescindo de boas horas circulando a pé  pelo bairro.  Principalmente, se a idéia é apreciar gentes e modas. Situação, aliás, em que se fazem indispensáveis os seguintes acessórios:

-  Minha sandália de tiras de couro e solado grosso de borracha da SideWalk  ;
-  Uma bolsa não muito grande que comporte Cyber-ShotPalm,  porta-batons, estojo com óculos escuros e carteira ;

O resto vai na conta da  disposição .


Nota pessoal
:
Meu tio (irmão de meu pai) , antes de ir residir na Lagoa, tempos atrás, morou na Aristides Espínola .Nessas redondezas, vez por outra, ainda acontecem alguns de nossos almoços em família. Nesse trecho do Leblon, também costumo encontrar alguns de meus amigos "cariocas-paulistanos".
Mas, o responsável mesmo por esse post está lá, em Barcelona . E agora, certamente, dorme.

Continua acontecendo assim: uma conexão suscita outra, que ramifica em mais umas tantas e ...Bem, essa história
pode ser entendida melhor aqui.  Experimente também pesquisar  por "Josefina" e "cachola" . 


 

postado por Adriana Paiva, às 22:59

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18.02.2009


Enquanto por aqui trabalho, uma pausa para blipar . Na busca : "Silvia Machete" .


:
Blip.Fm - Adriana Paiva



Som bacana para rir, cantar junto e relaxar. Sorteio uma que ainda não ouvira inteira : "Gente Aberta" .
Escrevi   que não conhecia essa música de Erasmo e Roberto Carlos. Não conhecia a canção e, a bem da verdade, conheço muito pouco do repertório da dupla --cujo estilo, preciso também dizer, eu nunca apreciei.
Erasmo gravou "Gente Aberta" em álbum lançado em 1971.
Digo ainda que a letra , embora singela, não é boba.  E ficou muito bonitinha na interpretação da Sílvia Machete.

Excertos:


Eu não quero mais conversa
Com quem não tem amor
Gente certa, gente aberta
Se o amor chamar eu vou

As pessoas que caminham
Seja lá para onde for
É uma gente que é tão minha
Que eu vou, que eu vou, que eu vou, que eu vou

Quem não tem nada com isso
Veio à vida e não amou
Gente certa, gente aberta
Se o amor chamar
Eu vou, eu vou, eu vou, eu vou, eu vou, eu vou


.  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .

Mais de minhas escolhas musicais:
http://blip.fm/adrianapaiva




postado por Adriana Paiva, às 12:57

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18.02.2009

Minha amiga, a jornalista e designer  Usha Velasco, está de casa nova .
Por favor, atualizem seus bookmarks




Bem-te-vi no telhado

 

postado por Adriana Paiva, às 01:07

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10.02.2009



Clarice Lispector: Crônicas para o JB, de modo a que "o ovo se fizesse"

Aqui , onde hoje estariam registros de minha ida ao Pão de Açúcar, domingo passado, fiquei com vontade de hoje trazer Clarice.  Abro  A Descoberta do Mundo, livro que  tem viajado comigo por aí desde , pelo menos, princípio da década de 90.  Passo os olhos por algumas das 466 crônicas constantes da coletânea. Textos que Clarice Lispector escreveu, originalmente,  para o Jornal do Brasil  (entre 18 de agosto de 1967 e 29 de dezembro de 1973) .  Escolho esta "carta" à Chico Buarque, publicada  no dia 10 de fevereiro de 1968, há exatos 41 anos:



Chico Buarque de Hollanda


Eu poderia dizer isso pessoalmente, mas tive medo de me emocionar. Você sabe que não me seria difícil convidar o que se chama de personalidades para a minha casa . Mas não foi por você ser uma personalidade que chamei. Convidei porque, além de ser altamente gostável, você tem a coisa mais preciosa que existe: candura. Meus filhos têm. E eu, apesar de não parecer, tenho candura dentro de mim . Escondo-a porque ela foi ferida . Peço a Deus que a sua candura nunca seja ferida e que se mantenha sempre.

postado por Adriana Paiva, às 20:47

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01.02.2009
 

Barra da Tijuca ao cair da tarde




O encanto do segundo melhor momento de luz oblíqua no dia .
Essa mesma luz que doura o cenário na foto da moça contemplativa - que fiz num entardecer na  Barra,  dia desses.
Isso, sim, me anima a calçar chinelo, jogar sobre o corpo algumas poucas vestes leves e sair para a praia.  Andar descalça pela areia, fazer algumas fotos, olhar o mar, respirar a  brisa que entra pelas narinas jogando-me de volta a uma longínqua infância na Restinga da Marambaia.  Quando gostei (gostei muito) de brincar na areia, nadar no mar, catar conchinhas, correr atrás de tatuís e de maria-farinhas . A propósito, alguém sabe onde eles foram parar? 

A Adriana de então, há muito, deu lugar à mulher irreversivelmente urbana . A que não tarda a deixar a areia, de volta ao banco no calçadão ou àquela mesa perto do quiosque menos "hypado" .
De volta aos livros,  às anotações, à água de coco estupidamente gelada.



postado por Adriana Paiva, às 14:08

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30.01.2009



 * Paulo Miklos e Nando Reis:  Entre ensaios de volta




A considerar a frequência com que tenho trazido para cá minhas intervenções em outros blogs e no Twiitter , logo inauguro uma coluna exclusivamente com esse objetivo.

Mais uma vez, vêm de  a deixa e a inspiração :

Buenos dias, Claudio ; Bom dia, picturescos mundo afora !

Que humor resiste torto quando se começa o dia com Titãs ?
Sua foto na Somália  vai pela mesma linha. Gostei como a cáfila (camelos ou dromedários?) , enfim, achei divertido o modo como os simpáticos “corcovados” se juntaram para sair bem na foto.

E como uma deixa leva à outra e eu não canso de tecer loas ao Twitter : comentando lá, dia desses, a participação de Robert Clark Greg Gibson , no Roda Viva, eu vibrava com apartes pertinentes do Cristiano Mascaro. Principalmente, quando ele levantou a questão “humor no fotojornalismo” — momento em que ele citou um de meus fotógrafos favoritos, o Elliott Erwitt. Grande Mascaro !

Ainda sobre os Titãs, o primeiro espetáculo que vi deles (ainda um oiteto) foi em Bsb, creio que em 1990 . Loucura, loucura ! Até então, nunca tinha ido ao Mané Garrincha para ver um show (nem mesmo o da Legião Urbana) .

Meu batismo foi inesquecível. Teve de tudo um pouco: o chão do ginásio estava quase todo coberto por tatames. Nós (platéia do show) ficavávamos aglutinados na boca do palco. Eu, pequena e muito magra, portando minha Canon com uma tele de respeito, mal consegui me mexer, imagine fotografar.
Aconteceram nesse mesmo espetáculo, pelo menos 2 princípios de incêndio. Fazia todo o sentido:  nunca vi tanta gente fumando maconha perto de mim — Nem no Rock in Rio !  Resumo da ópera-rock: fotografei muitos shows ao longo de minha vida. Mas platéia “estranha” como essa , jamais voltei a ver igual.


* Nota : A apresentação dos Titãs, na foto de minha autoria,  aconteceu em outubro de 2001, no  Credicard Hall de São Paulo.

postado por Adriana Paiva, às 21:45

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28.01.2009
 
Updated

Comecei a escrever para postar no Twitter 
.O texto ficou extenso .Fiz alguns acréscimos, reescrevi-o e trouxe para cá. Ora, p
or que descartaria lembranças  que me são caras e afluiram, assim,  sem que eu fizesse grande esforço ?

 
Coleção de cartões postais - Adri

Caleidoscópio de memórias : Parte de minha coleção de cartões postais

 

Relendo matéria sobre exposição da fotógrafa Lenise Pinheiro, em São Paulo, lembrei que eu era adolescente quando vi pela primeira vez pessoas nuas num palco teatral .
A experiência foi impactante por muitos motivos: estava acompanhada de meu namorado, alguns anos mais velho, ali, na platéia de uma então minúscula arena do Teatro Cândido Mendes, em Ipanema .

Um dos atores que ficavam nus na peça, era ninguém menos que Thelma Reston. Recordo do choque que tive, ao ver aquela mulher, completamente nua, e com os seios muito fartos à mostra . A essa altura, a atriz devia ter em torno de 45 anos - o que, preciso admitir, tornava o impacto ainda mais poderoso. Não lembro o nome do jovem ator que contracenava com Thelma (e também ficava nu) .

Eu, muito tímida,
lembro, sim, a que duras penas mantive a pose de madura e moderna. Como se o que se encenava a praticamente meio palmo de nós, tivesse sido, desde sempre, absolutamente natural para mim. Isso era, sobretudo, o que eu queria que meu namorado pensasse.

Esta tarde, entre uma lembrança e outra, vasculhei o Google a fim de encontrar mais informações sobre a peça, a encenação, e, claro, sobre Thelma Reston .
Em nenhum dos perfis da atriz que encontrei na rede constava a peça "Telarañas", de Eduardo Pavlovsky .
Fiquei me indagando se Thelma suprimiria deliberadamente essa passagem de seu currículo.

Outra interrogação que não cala: de que modo eu, uma guria pequenina e magrela, do "alto" de meus 15 ou 16 anos, consegui acesso a uma peça, que, com toda certeza, não devia ter censura livre ? Isso porque, praticamente a vida inteira, aparentei ter idade inferior à real . Não lembro mesmo qual teria sido o passe de mágica.

Antes que se multiplique o que até aqui não chega a meia dúzia de indagações, vou encerrar este post. Até !


Links relacionados


Verbete sobre a atriz Thelma Reston , no site do Itaú Cultural
Dramaturgia Brasileira : Thelma Reston
Cacilda - Blog de Teatro de  Lenise Pinheiro e Nelson de Sá





 

postado por Adriana Paiva, às 20:07

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28.01.2009

Na  cobertura levada a cabo pelo blog parceiro Pictura Pixel


Tim Berners-Lee por Hans Georg

Tim Berners-Lee:  Inventor da World Wide Web veio ao Brasil para participar de evento

Foto de © Hans Georg - cedida ao Em Trânsito



O  trabalho da equipe que cobriu a Campus Party para o Pictura Pixel aconteceu de forma sui-generis:
Cláudio Versiani, coordenando tudo, lá de Barcelona. Gilberto Tadday editando os vídeos e o depoimento do Zé Rodrix, de sua base , em Nova York . Eu, articulando informações e colaborações a partir do Rio.  Mary-Jô Zilveti  e  Hans Georg  em campo, ou melhor, direto da Campus Party, entrevistando, fotografando e gravando tudo (ou quase) em vídeo . Também colaborou com imagens do evento a a jornalista Ana Carmen Foschini .

Confira
aqui lances dessa "festa no Campus", no melhor estilo 'Enecom'  - encontro nacional de estudantes de comunicação, em que marcamos presença eu e, suponho, muitos dos leitores deste blog .


Links relacionados

Site oficial da
Campus Party

Abril Digital na Campus Party - Blogs Abril



postado por Adriana Paiva, às 00:08

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27.01.2009


Para  que direção fica o ninho ?



Um post no Twitter , assinado pelo jornalista português Paulo Querido, dias atrás, convocava jornalistas de língua portuguesa a incluírem seu nome em uma lista em que faziam constar página no Twitter e blog.
Encaminhei o "convite" a vários de meus contatos jornalistas , presentes por lá.
A lista cresceu tanto, que terminou transportada para uma página "wiki" , dividida em 3 partes:

 

  • Jornalistas do Brasil
  • Jornalistas de Portugal
  • Outros recursos  (veículos de comunicação, jornalistas dos EUA, etc.) .

     


    Para quem ainda não aderiu ao "microblogging" por achar que não encontraria interlocutores minimamente interessantes, talvez seja hora de rever a decisão.

    Tente achar seus "pares"  aqui . Uma dica: a lista de fotógrafos no Twitter, não recebeu nenhuma inscrição partida de profissional brasileiro. Está em tempo . Boa sorte !

     

     

     

  • postado por Adriana Paiva, às 11:22

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    25.01.2009

     



    O vídeo acima foi ao ar, originalmente, no MySpace, no dia da posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. 

    O ator Ashton Kutcher (através de sua produtora, a Katalyst Media) e sua mulher, a atriz Demi Moore (que dirige o video-clipe) , convidaram astros e estrelas de Hollywood  para reforçar seu compromisso de apoio à administração de Barack Obama. No vídeo do projeto, batizado de "The Presidential Pledge" (O Compromisso Presidencial) e gravado na véspera da posse de Obama, dão seu recado, ao todo, 50 artistas. Fazem aparições, entre outros, o diretor Joel Schumacher, os atores Aaron Eckhart, Dakota Fanning , Julia Ormond, Lucy Liu e Marisa Tomei, além dos músicos Anthony Kiedis (Red Hot Chilli Peppers) e Will.I.Am (Black Eyed Peas).
     
    O texto da abertura sinaliza o que virá a seguir. " * Dizem que o trabalho do presidente é o mais solitário do mundo. Nós gostaríamos que você soubesse que não está sozinho"
     
    Em pouco mais de 4 minutos de clipe, os artistas se comprometem a fazer a sua parte para ajudar Obama a perpetrar as mudanças prometidas ao longo de sua campanha para a presidência. As promessas, em sua maioria,  apontam para maior atenção em relação ao povo americano e ao planeta.
    Alguma idéia sobre como apoiar o presidente da maior nação do mundo a levar a cabo mudanças que  beneficiariam o seu país, o seu povo e  -- por que não ? -- , o planeta ?  Para registrar seu "compromisso", basta acessar a página do projeto, no MySpace .



    *  ( 'Dizem que o trabalho do presidente é o mais solitário do mundo' é frase de Harry Truman,  o 33° Presidente dos Estados Unidos, entre os anos de 1945 e 1953 )  .





    postado por Adriana Paiva, às 10:39

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    15.01.2009

    Excertos de mais uma passagem minha por  :


    (...) O que quis dizer é que a(s) pessoa(s) que posta(m) sob a alcunha “Cloaca News” parece(m) ter como alvos preferidos todos aqueles que, na mídia, ousam se manifestar contra Lula . Para mim, a força que move esse blog é a virulência partidária dos senhores em questão. Veja (se já não viu) alguns dos nomes dos blogs linkados por lá — sob o título “Por quem botamos a mão no fogo” : ‘Dilma Presidente’ , ‘Os Amigos da Presidente Dilma’, ‘ PTrem das 13', ‘Saraiva 13' e por aí vai .

    E para quem alega ter, como o Cloaca escreve em seu blog, a missão de “desmascarar a máfia midiática que infesta nosso país, dar nome aos ratos e aos sabujos” ( ufa, que temerário e nobre mister !  ), soa no mínimo incoerente atirar para todos os lados ao abrigo do apócrifo . Sim, porque nós, que compomos a parcela de leitores que não votam em Lula ou no PT, continuamos sem saber quem conduz o “Cloaca News”.

    Apontar posturas “vendidas”, “corrompidas”, etc. de coleguinhas, mantendo-se no anonimato, convenhamos, é muito fácil.

    O pioneiro jornalista Ivson Alves tem mostrado, desde 1996, com o site — que depois virou blog — “Picadinho Diário” (sobre jornalismo e mídia em geral), que é possível fazer crítica aos meios de comunicação sem se esconder sob alcunhas pretensiosas. Vale a visita:

    http://www.coleguinhas.jor.br/picadinho.html .

    (...) Refiro-me a pioneirismo entre BLOGS (friso) com mesmo perfil de análise (do jornalismo e da mídia em geral) . Conheço e assino newsletter do blog “O Xis da Questão”, do Manuel Chaparro (que conheci como professor na ECA-USP) .
    Sem dúvida, atualmente, há muitos jornalistas escrevendo bons blogs sobre nosso ‘métier’.



    Adendo: Houve uma vez em que votei no PT. Quando morava em Brasília, votei em Cristovam Buarque para governador.  Buarque, que eu havia conhecido como reitor da UnB, foi eleito e, em 1995, assumiu o cargo de  governador do Distrito Federal.

    postado por Adriana Paiva, às 20:21

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    13.01.2009




    * Balbúrdia ortográfica :  Reforma chega tarde e para confundir
     


    Venho, mais uma vez, com post motivado por outro  (lido e comentado)  no Pictura Pixel .
    E como trabalho no notebook, com o Twitter aberto, entre uma reflexão e outra  --  um texto e outro  -- , acabei repercutindo lá duas das deixas que me motivaram a escrever esta crônica. A primeira pode ser lida aqui .

    A segunda: desde que assisti à reprise da entrevista com o Diogo Mainardi, no programa  "Umas Palavras" (Canal Futura), dia desses, fiquei com uma fala dele ecoando. Ao responder à entrevistadora Bia Corrêa do Lago se seria deliberado que seus textos tivessem o costumeiro tom mordaz , Mainardi dizia que não, e -- mais ou menos nestes termos -- que pensava, isso sim,  ter encontrado "sua voz na crônica".

    Eco vai, eco vem, larguei no Twitter, como se tivesse pensado alto:  "Fazer o que quando o cáustico se impõe?..."

    E se, eu também , apenas agora,  assumo meu timbre na escrita -- mais, especificamente, na crônica -- e ele nem sempre soa parecido com  "queridos, um momento que eu vou falar de flores" ?

    Bem, não é de hoje que escrevo assim. E já senti culpa, devo confessar, pelo tom corrosivo de alguns de meus escritos. Agora, se as tiradas, porventura, soam pungentes ou jocosas,  preciso registrar em meu favor que os motivos, normalmente, correspondem ao tom adotado. Como convido-os a comprovar a seguir. E penso não ser  demais frisar: assuntos e posturas sérios sempre merecerão de mim uma abordagem séria (e, à medida do possível, desapaixonada).


    Recordando que tais reflexões e comentários (com suas pinceladas de semiologia e metajornalismo ) foram suscitados por este  post.

    Adriana Paiva on 13 Jan 2009 at 10:18 am
     

    Anamaria e Claudinho,
    Estou contrariada com essa reforma infeliz. Aprendi a ler e escrever aos cinco anos de idade. Desde então, não parei mais. Do jornalzinho redigido numa graciosa Olivetti — e lido em voz alta, para entretenimento de minha família — às matérias de anos mais tarde.

    Agora, ao me pegar hesitante sobre como escrever dadas palavras, irrito-me profundamente.
    Sou apaixonada pela escrita — inclusive pelo que ela traz de encanto estético.

    Sentirei falta de muitos hífens. Passarei mal sem certos agudos. Terei, enfim, que lidar com o estilhaçar de boa parte de minha memória visual.

    Fico imaginando o quanto o mandachuva fanfarrão — vejam que triste a ausência de um hífen aqui . Como dizia, imagino o quanto o tal que se gaba de não ter hábito de ler deve se divertir ao saber como os precocemente letrados têm sofrido para se encontrar em meio a essa nova “ordem” ortográfica . Porque, claro, além de gabola, o personagem em questão é um ressentido .

    Abraços


    E outro comentário:

     

  • Adriana Paiva on 13 Jan 2009 at 11:14 am
     

    O Estadão traz na capa foto do Ricardo Matsukawa (Futura Press) em que o gabola-atirador aparece em ângulo que não o favorece muito. Além do sapato, por pouco não voariam também os botões do paletó.

    1.  
      Adriana Paiva  on 13 Jan 2009 at 11:39 am
       
      O Jorge Araújo, na foto que foi capa da Folha, estava posicionado um pouco à esquerda e acima do Matsukawa (Futura Press) . Aprovo o uso do “salto alto” na legenda, pois foge do tautológico — o que não ocorre com a “sapatada” da legenda do Estadão — e combina, perfeitamente, com a idéia de arrogância e “fanfarrice” .

       


        * Na imagem que ilustra este post:
        Detalhe da obra "Catálogo", de  Valeska Soares, exibida na  28ª Bienal de São Paulo Bienal 2008 .

        postado por Adriana Paiva, às 20:12

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        05.01.2009



        Jayme Monjardim, que dirigiu minissérie sobre sua mãe .
        Maysa - Quando fala o Coração,  estreia hoje, às 22h10, na TV Globo.
        Na foto, o diretor em entrevista durante lançamento de seu filme "Olga",
        no 32º Festival de Gramado, em 2004.



        Começo este post registrando que não será corriqueiro eu vir aqui comentar programas da TV aberta.
        A estréia de "Maysa - Quando fala o Coração", entretanto,  é uma necessária exceção. E espero confirmar a partir hoje : meritória também.

        Eu era muito criança quando a cantora faleceu, em 1977. Nunca fui, exatamente, fã de seu estilo, mas, já adulta, o material que li a a seu respeito, aguçou-me suficientemente a curiosidade para conhecer melhor  a pessoa por trás do mito. Agora, com a corajosa decisão de Jayme Monjardim, de jogar luz sobre a vida pessoal de sua mãe, tem-se essa oportunidade.
        A obra, que irá ao ar logo mais, começou a tomar corpo quando Monjardim abriu os arquivos pessoais de Maysa (diários, cartas e escritos diversos), confiando pleno acesso ao autor Manoel Carlos, que transformou o material em roteiro de uma minissérie de nove capítulos .

        Manoel Carlos conheceu Maysa na década de 1950, nos estúdios da TV Record, em São Paulo. No texto publicado, ontem, no caderno de TV do O Globo o autor conta que ele e a cantora não chegaram a se tornar amigos, embora se vissem e conversassem com frequência. Nesse mesmo texto (intitulado 'Sem Limites'), Manoel Carlos faz alusões ao humor oscilante de Maysa, seu sentimento de inadequação e à sua "intensidade".
         
        Veremos, então, a partir de hoje, um pouco do que Manoel Carlos viu e conta em Maysa - Quando fala o Coração - com direção geral de Jayme Monjardim e direção de fotografia de Affonso Beato .



        Outros Links :
        - Conheça elenco e equipe de produção, no hotsite da minissérie
        - Notícias sobre a minissérie

        Leia também:
        - Matéria de minha autoria sobre participação de Sílvio de Abreu e Gilberto Braga, na Bienal do Livro de 2007.

        Vídeos :
        - Maysa canta Ne Me Quittes Pas, de Jacques Brel, no programa 'Estudos', da TVE, gravado em 1975.
        - Participação de Maysa cantando Ouça, no filme "O Camelô da Rua Larga", de 1958 - direção de Eurides Ramos.
         - Interpretação de Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá  e Antônio Maria),  em versão que Maysa gravou no Japão e apresentou na TV de lá, em 1959.
        -  Ainda participação de Maysa em programa da TV japonesa, em 1959. Por ocasião de exibição, no país, do filme Orfeu Negro (dirigido por Marcel Camus) . Aqui Maysa canta Meu Mundo Caiu .
         


         

        postado por Adriana Paiva, às 21:23

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        03.01.2009



        Minha sobrinha Luisa : Recém-chegada ao planeta


        Em temporada de férias na casa dos avós, Lu tem gostado de passear pelo Rio de Janeiro ,
        onde, breve, virá morar. Aí, diverte-se com caixinha contendo par de brincos que lhe comprei,
        ontem, na Vivara do Rio Design Barra.
        Minha mãe não perde tempo ; registra, com seu celular, cada nova estripulia da neta.



        postado por Adriana Paiva, às 09:40

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        31.12.2008



        * © Claudio Versiani

         
         
        Caros,
         
         
        Quis ter escrito este post muito antes. Faço-o, agora, ritualísticamente. Deixando para trás o que, em 2008, poderia não ter sido bom, mas, ao final, assim se revelou. Escrevo este post como parte de meu ritual de abrir janelas e portas para a entrada do NOVO, para que 2009 chegue iluminado e iluminando.
         
        Amigos muito próximos e alguns conhecidos souberam que, em junho passado, eu tive um AVC -- resultado de uma conjunção de fatores (entre os quais, uma anemia aguda).
        Omiti o fato por muitas razões. Principalmente, por não aceitar o papel de vítima, nem o estigma de incapacitada.
         
        Agora, está tudo bem. Afortunadamente, não tive seqüelas sérias.
         
        A alguns poderá soar piegas. Mas preciso dividir essa experiência, pois foi, o que, afinal, contribuiu para a minha cura. Saí do hospital motivada por um depoimento ouvido de minha fonoaudióloga em minha primeira consulta. Ela contava que outro paciente seu impusera-se uma verdadeira ressurreição, a partir de um acidente vascular cerebral muito mais sério que o meu. Esse rapaz dizia-lhe ter deixado-se imbuir pela crença de que aquele AVC sofrido por ele fora um Aviso Vindo do Céu. Eu tinha todos os motivos para acatar o que, pensava, também chegava para mim como uma providencial sacudida da vida . Passei muitos dias repetindo-me o lembrete. Diuturnamente.
         
        É por acreditar na força imensurável das palavras, que partilho, neste espaço, o acontecido e aproveito para deixar-lhes meus votos para 2009 .
         
        Para muito além de educação ou simples protocolo e porque acredito que a energia boa que colocamos em nossas atitudes e palavras, de alguma forma,  retorna para nós, desejo a todos que me lêem aqui um ano NOVO com tudo o que de bom e verdadeiro queiram e na medida de sua saciedade.

        Que esse sentir-se satisfeito, contudo,  não confunda-se com estagnação. Vamos lá: novos objetivos, planos entusiasmantes, projetos revolucionários, paixões arrebatadoras, plantios (de árvores, conhecimentos, boas ações) .
         
        E, se porventura, o que desejarem vier em doses transbordantes, que aí se veja um ensejo a mais para viver a alegria da partilha. Do pão, dos aprendizados, das alegrias.
         

        Feliz 2009 !!

         
        Adriana Paiva


        * A fotografia que ilustra este post foi carinhosamente cedida por meu amigo Claudio Versiani. O registro foi feito à margem do Rio São Francisco, em Minas Gerais.
        Versiani, que, atualmente, mora em Barcelona, também pode ser encontrado aqui e, mais amiúde, no Pictura Pixel, seu blog .



        postado por Adriana Paiva, às 18:06

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        30.12.2008

        Travessia da Avenida Paulista - Reserva Cultural

        Orientada pelo conceito "Reinventamos Caminhos", a campanha de Marketing lançada pela Chevrolet, em agosto último, envolve várias ações de cunho sócio-educativo. Quem tem o poder de se organizar, tem o poder de mudar. Essa é a idéia. E os "personagens" escolhidos para ilustrá-la foram as formigas. Sua proverbial capacidade de organização é explorada em peças publicitárias e até em um game. No Formigator, o jogador, ao trafegar por túneis de um formigueiro virtual, recebe dicas como descarte correto do lixo e informações sobre quanto tempo cada tipo de resíduo leva para se decompor.

        Com a proposta de reduzir o número de veículos automotivos em circulação, a empresa também lançou a  Carona Chevrolet, uma rede social, criada a partir de comunidades de usuários que compartilham rotas e destinos semelhantes. Para participar, é preciso fazer um cadastro (ter mais de 18 anos), criar um perfil e, a partir dele, inserir-se em comunidades de usuários que se desloquem pelo mesmo itinerário.

        Outra iniciativa da campanha  "Chevrolet. Reinventamos Caminhos"  se desenrola no Flickr , site de compartilhamento de imagens, pertencente ao grupo Yahoo! . Lá, os usuários são convidados a postar fotos que expressem seu olhar sobre o trânsito das cidades onde circulam. Ciclistas e pedestres convictos também têm espaço garantido no grupo.


        Eu de carona. Em uma moto


        Nota pessoal  :  Eu, por exemplo, que vendi meu carro em 2005, e tenho me deslocado por São Paulo e Rio de Janeiro, nos últimos tempos, sobretudo de táxi, carona (de meus pais) e Metrô, já incluí no grupo do Flickr 25 imagens do meu São Paulo Ilustrada  . Sem esquecer  fotos como essa aí de cima, em que peguei carona na garupa de uma moto.  Registros, creiam , que renderam-me deliciosos momentos de aventura Paulicéia adentro .

         



        postado por Adriana Paiva, às 11:51

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        23.12.2008


        Rio ainda longe de 40°C
        : A orla fervilha dia e noite e mesmo quando o Rio veste gris





        Fotografando dentro do carro de meu pai, a caminho de consulta médica na Urca.




        Na Urca, em frente à estação do Pão de Açúcar.
        O Rio (para turista ver)  não pára. E eis que, lá pelas tantas, o sol dá o ar de sua graça.






        Volta para casa de meus pais, na Barra da Tijuca.
        Aí , a Cidade da Música -- da recente (e malograda) tentativa de inauguração a toque de caixa .



        Cidade da Música :
        No site da Prefeitura do Rio de Janeiro
        Notícias publicadas sobre o assunto

        As histórias que essas fotos ilustram também podem ser lidas no meu Twitter.




        postado por Adriana Paiva, às 13:37

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